
"É realmente bom", comentou com um indisfarçável sorriso Klaus Reif, presidente da Adega Reif, uma empresa vinícola que fica às margens do rio Niágara, a poucos quilômetros das famosas cataratas, bem na fronteira com os Estados Unidos.
"Isto significa que não teremos que trabalhar durante o Natal ou o Reveillon", explicou Reif, o mais novo de uma família que produz vinho há 12 gerações, primeiro na Alemanha, seu país de origem, e agora no Canadá.
O principal produto da Adega Reif é o icewine, um vinho doce que nos últimos anos ganhou prestígio e mercado no mundo todo e do qual o Canadá, e especialmente Ontário, se transformou no principal produtor, tanto em quantidade como em qualidade.
"O Canadá produz alguns dos melhores icewines do mundo. Não é minha opinião. É a opinião de juízes no mundo todo. Em cada competição, o icewine canadense, e mais precisamente os vinhos de Ontário, sempre alcançam a máxima pontuação", conta Reif.
"Produzimos o icewine de melhor qualidade. Mas também produzimos a maior quantidade porque temos temperaturas frias garantidas. E a qualidade de um icewine depende da temperatura", acrescentou.
Embora também seja produzido em países como Alemanha (onde surgiu em 1794) e Áustria, o Canadá se transformou em sinônimo de icewine.
Segundo números da associação de vinicultores de Ontário, nos últimos cinco anos a produção média na província foi de cerca de 800 mil litros por ano. E grande parte dessa produção é exportada para a Ásia e, em menor medida para os Estados Unidos e para a Europa.
Reif explica que o sucesso da bebida canadense na Ásia se deve a suas características, especialmente a doçura.
Para poder produzi-lo, as uvas têm que ser colhidas congeladas a uma temperatura igual ou inferior aos 8 graus negativos. E têm que ser prensadas também a temperaturas negativas para que se mantenham naturalmente congeladas.
O principal produto da Adega Reif é o icewine, um vinho doce que nos últimos anos ganhou prestígio e mercado no mundo todo e do qual o Canadá, e especialmente Ontário, se transformou no principal produtor, tanto em quantidade como em qualidade.
"O Canadá produz alguns dos melhores icewines do mundo. Não é minha opinião. É a opinião de juízes no mundo todo. Em cada competição, o icewine canadense, e mais precisamente os vinhos de Ontário, sempre alcançam a máxima pontuação", conta Reif.
"Produzimos o icewine de melhor qualidade. Mas também produzimos a maior quantidade porque temos temperaturas frias garantidas. E a qualidade de um icewine depende da temperatura", acrescentou.
Embora também seja produzido em países como Alemanha (onde surgiu em 1794) e Áustria, o Canadá se transformou em sinônimo de icewine.
Segundo números da associação de vinicultores de Ontário, nos últimos cinco anos a produção média na província foi de cerca de 800 mil litros por ano. E grande parte dessa produção é exportada para a Ásia e, em menor medida para os Estados Unidos e para a Europa.
Reif explica que o sucesso da bebida canadense na Ásia se deve a suas características, especialmente a doçura.
Para poder produzi-lo, as uvas têm que ser colhidas congeladas a uma temperatura igual ou inferior aos 8 graus negativos. E têm que ser prensadas também a temperaturas negativas para que se mantenham naturalmente congeladas.
"O que fazemos em Ontário é deixar as uvas nas vinhas até que estejam congeladas naturalmente. Não podem ser congeladas em um refrigerador", acrescentou.
"As uvas contêm água, açúcar, ácido. Mas só a água está congelada. Quando são prensadas obtemos um suco concentrado e congelado que é entre 40% e 42% doce. E utilizamos esse suco concentrado para fazer o icewine", explica Reif.
Tradicionalmente a vindima é feita nas primeiras horas da madrugada em janeiro, quando as temperaturas ficam abaixo do zero no sul de Ontário.
No passado, a colheita era feita à mão, mas nos últimos anos, os produtores como Reif se renderam ao maquinário.
"Cada vez era mais difícil encontrar gente pronta para trabalhar de madrugada com temperaturas abaixo de zero a qualquer momento. Porque não podemos prever quando vão se dar as condições ideais para a colheita, portanto temos que estar em alerta durante semanas".
Este ano, a colheita se antecipou em várias semanas. E ela não só facilitou as férias natalinas de Reif e de seus empregados, mas também permitiu a colheita de uma quantidade recorde de uvas.
Em 2012, a Adega Reif produziu 60 mil garrafas de icewine. Este ano, com a chegada adiantada das baixas temperaturas e um verão especialmente propício, a adega canadense recolheu uvas suficientes para produzir o dobro dessa quantidade.
Sentado com uma taça de seu "vinho do gelo" na mão, Reif explica que "o icewine é muito viscoso, muito doce, com muito sabor. Cheira a damascos, pêssego, mel. Tem o mesmo percentual de álcool que um vinho normal, mas muito mais sabor e doçura".
"Pode ser bebido sozinho, depois do jantar. Não o beberia como um aperitivo, nem com a comida. É como uma sobremesa", conclui.
"As uvas contêm água, açúcar, ácido. Mas só a água está congelada. Quando são prensadas obtemos um suco concentrado e congelado que é entre 40% e 42% doce. E utilizamos esse suco concentrado para fazer o icewine", explica Reif.

No passado, a colheita era feita à mão, mas nos últimos anos, os produtores como Reif se renderam ao maquinário.
"Cada vez era mais difícil encontrar gente pronta para trabalhar de madrugada com temperaturas abaixo de zero a qualquer momento. Porque não podemos prever quando vão se dar as condições ideais para a colheita, portanto temos que estar em alerta durante semanas".
Este ano, a colheita se antecipou em várias semanas. E ela não só facilitou as férias natalinas de Reif e de seus empregados, mas também permitiu a colheita de uma quantidade recorde de uvas.
Em 2012, a Adega Reif produziu 60 mil garrafas de icewine. Este ano, com a chegada adiantada das baixas temperaturas e um verão especialmente propício, a adega canadense recolheu uvas suficientes para produzir o dobro dessa quantidade.
Sentado com uma taça de seu "vinho do gelo" na mão, Reif explica que "o icewine é muito viscoso, muito doce, com muito sabor. Cheira a damascos, pêssego, mel. Tem o mesmo percentual de álcool que um vinho normal, mas muito mais sabor e doçura".
"Pode ser bebido sozinho, depois do jantar. Não o beberia como um aperitivo, nem com a comida. É como uma sobremesa", conclui.
Fonte: Infovinho
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