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sábado, 1 de julho de 2017

Aves del Sur Reserva Chardonnay 2016 #cbe

Primeiro dia do segundo chemestre chegando e com a nossa sugestão de vinho para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, cujo tema do mês foi proposto pelos conterrâneos Mayquel e Anna, do blog Vinho por 2.
 
A sugestão dos confrades foi: "no ano de 2016 o segundo maior importador de vinhos do Brasil foi um supermercado. Por isso, nada melhor do que comentarmos o que tem de bacana nas gôndolas, falando de qualquer tipo de vinho, de qualquer faixa de preço, que seja encontrado em supermercado".
 
Tenho provado bastante coisa interessante adquiridas nas prateleiras de supermercados e uma delas veio do Chile: o Aves del Sur Reserva Chardonnay 2016, produzido no Vale do Maule pela  Carta Viena.
 
Vamos ao vinho!

Na taça apresentou cor amarelo palha  com reflexos esverdeados, límpido e brilhante.
 
No nariz aromas expressivos marcados por pêra, pêssego e damasco, seguidos de notas de baunilhas e frutas secas.
 
Em boca um vinho de corpo leve, suave, fresco e generoso com acidez natural equilibrada. Repetição das notals olfativas e final de boca persistente e com a fruta aparecendo no retrogosto.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Aves del Sur Reserva
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2016
País: Chile
Região: Vale do Maule
Produtor: Carta Vieja
Graduação: 14%
Onde comprar: Pão de Açúcar
Preço Médio: R$ 30,00
Temperatura de serviço: 10º
Degustado em: 18.05.2017

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2015 #cbe

Dia do trabalhador é dia de colocar as pernas para o ar, de curtir em família e também de por em dia os vinhos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. - CBE. Essa foi a sugestão da Fabiana Gonçalves.

Fui consultar meus arquivos e vi que tenho uma dúvida menor que pensava é maior que gostaria. Estou com três publicações em atraso e hoje diminuo minha dívida com o tema de agosto de 2016, que foi: "Espumante Brut Rosé do Novo Mundo, elaborado pelo método tradicional, sem faixa de preço", proposto pelo Marcelo Galvão do blog Agenda de Vinhos.

Minha escolha foi o Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé, produzido pelo método tradicional na Serra Gaúcha pela gigante e que dispensa apresentações: Miolo.

Na taça apresentou cor rosá clara, límpida, com boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.

No nariz mostrou boa intensidade de aromas, marcados pela fruta vermelha (morango e cereja) seguido de notas florais e de levedura e pão tostado.

Em boca um espumante leve e refrescante, com acidez de média intensidade e boa cremosidade. Repetiu as notas olfativas com destaque para as frutas. Final de boca de média persistência e agradável frescor.

O Rótulo 

Vinho: Miolo Cuvée Tradition Brut
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Chardonnay e Pinot Noir
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo 
Graduação: 12%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 8°

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Para acompanhar o bacalhau das festas de fim de ano: Catarina 2015 #cbe

O primeiro post de cada mês é destinado ao vinho degustado para a primeira e única confraria virtual do Brasil: Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, só que a ideia é que coloquemos as impressões sobre a nossa escolha no primeiro dia de cada mês, mas estes mês estou chegando com um baita atraso.
 
O tema do mês foi sugerido pelo Felipe Silva do Blog BebadoVinho que nos colocou a garimpar: Como no fim do ano o pessoal gosta de saborear um bacalhau (eu me incluo), e como geralmente a noite de natal é uma noite quente, que tal um vinho branco português para acompanhar? De preferência feito com a uva Arinto (varietal ou com ela na composição). Mas caso não encontre, qualquer branco português está valendo.
 
Não encontrei um varietal com a casta Arinto, mas encontrei um vinho de lote (como são chamados os vinhos de corte em portugal) com a casta na composição e que a há muito queria degustar: o Catarina 2015.
 
Exemplar produzido pela gigante Quinta da Bacalhôa, que está presentem em 7 regiões vitícolas portuguesas, com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vinícos.
 
Neste vinho, produzido com Fernão Pires, Arinto e Chardonnay, o mosto das duas primeiras castas fermentaram separadamente em depósitos de aço inox; o Chardonnay fermentou em barricas de madeira nova de carvalho francês tendo estagiado nessas mesmas barricas 4 meses e meio com batonnage.
 
Na taça mostrou cor amarelo palha, límpido e brilhante. Formação de lágrimas finas e rápidas.
 
No nariz apresentou aromas intensos e delicados, marcados por notas de frutas amarelas (pêssego e abacaxi), seguido de notas florais, minerais e tostado.
 
Em boca um vinho apresentou corpo médico, acidez refrescante, interessante mineralidade e repetição das notas olfativas. Final de boca longo, complexo, com delicioso frescor e a fruta dominando o retrogosto.
 
Vinho delicioso e que ainda vai ganhar um pouco mais com a guarda em garrafa. Foi um par perfeito para o bacalhau e as batatas ao murro preparados por Fernanda.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Catarina
Tipo: Branco
Castas: Fernão Pires, Arinto e Chardonnay
Safra: 2015
País: Portugal
Região: Península de Setúbal
Produtor: Quinta da Bacalhôa
Graduação: 14%
Onde comprar: RM Express
Preço Médio: R$ 65,00
Temperatura de serviço: 10º
Degustado em: 04.12.2016

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Salton Intenso Licoroso Reserva Privada

Estava devendo o post com um dos vinhos degustados no último Winebar que participei. Para quem não sabe o Winebar é uma iniciativa  Daniel Perches e Alexandre Frias, na qual um grupo de blogueiros de vinhos se reúne para degustar e comentar sobre vinhos em uma transmissão ao vivo no Youtube.

O vinho em questão é o Salton Intenso Licoroso Chardonnay e foi o terceiro degustado no Winebar com as novidades de 2016 da Vinícola Salton, o primeiro e o segundo já comentamos e você pode conferir clicando aqui e aqui, respectivamente.

Vinho segue o mesmo método de amadurecimento utilizado para a elaboração do Jerez, na Espanha, chamado de soleira em que, após o processo de produção do vinho, o mesmo é conservado em barricas de carvalho francês de segundo uso. Após um ano se retira a metade ou parte da barrica e se completa com um novo mosto do ano como pode ser observado na imagem abaixo. Esse, por exemplo, tem em torno de 7 diferentes safras. Ao fim do processo o licor é filtrado e engarrafado.


Vamos ao vinho!

Na taça mostrou cor amarelo ouro, com formação abundante de de lágrimas finas e rápidas.
 
No nariz apresentou uma paleta aromas intensos marcados por notas de flores cítricas, damasco, oleoginosas (nozes, avelã e macadâmia), mel, baunilha e chocolate branco.
 
Em boca um vinho untuoso e com notas doces bem integradas a acidez. Repetiu as sensações olfativas e apresentou um final de boca prolongado com notas de amêndoas, nozes e o mel aparecendo no retrogosto.
 
Vinho apaixonante do começo ao fim, um verdadeiro deleite.

Harmonizamos com palhas italianas preparadas por Fernanda.


O Rótulo
 
Vinho: Salton Intenso Reserva Privada
Tipo: Licoroso Branco
Castas: Chardonnay
Safra: Não safrado
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Enólogo: Gregório Bircke Salton
Graduação: 15%
Onde comprar: Salton
Preço Médio: R$ 65,00
Temperatura de serviço: 6 a 8º
Degustado em: 18.07.2016

Informações:

A caixa com 12 garrafas do vinho custa R$ 777,60 na loja da Salton, mas este foi gentilmente enviado pela Vinícola em ocasião do Winebar.

Para assistir como foi a degustação basta clicar aqui

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Salton Paradoxo Chardonnay 2013

Tenho tido um ano mais corrido que o habitual e isso tem afetado um pouco o rítmo de postagens para o blog, sobretudo as que comento sobre minha impressões pessoais dos vinhos que degustei, mas aos poucos espero normalizar isso.
 
Para diminuir um pouco minha dívida comento hoje sobre um delicioso chardonnay da Campanha Gaúcha: o Paradoxo Chardonnay, produzido pela gigante Salton.
 
20% do mosto é levado à barricas de carvalho americano para fermentação e o restante permanece em tanques de aço inoxidável a uma temperatura controlada. Após concluída a fermentação, o vinho em barricas permanece por seis meses sobre as leveduras e por fim é realizado o corte entre os vinhos, seguindo de estabilização, clarificação, filtração e engarrafamento.
 
Na taça mostrou cor amarelo claro com reflexos palha, límpido e brilhante.
 
No nariz apresentou aromas de frutas brancas e frutas cítricas, seguido de notas chocolate, baunilha, leveduras e delicado tostado.
 
Em boca um vinho corpo médio, acidez viva e álcool a 13,5% deixando o vinho com potencial gastronômico. Repetiu as notas olfativas e apresentou um final de boca persistente e com a fruta e a levedura aparecendo no retrogosto.
 
Vinho delicioso! Vai bem sozinho, como aperitivo em um dia quente, ou pode ser uma companhia com um prato como o risoto de presunto curado preparado por Fernanda.
 
O Rótulo
 
Vinho: Salton Paradoxo
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Salton
Enólogo: Gregório Bircke Salton
Graduação: 13,5%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço Médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 8º
Degustado em: 13.02.2016 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Pasquier Desvignes Chablis AOC 2013

Você conhece vinhos da sub região Chablis? Se sua resposta foi negativa você não sabe o que está perdendo.
 
Chablis é uma pequena vila na Borgonha a 120 quilômetros a noroeste de Dijon. Única sub região da Borgonha que está separada das demais e, apesar de produzir alguns tintos, é pelos seus brancos que é conhecida, sendo considerada nada mais nada menos como o melhor terroir da Chardonnay do mundo.
 
A classificação do Chablis varia do básico Petit Chablis, passando pelo Chablis (Premier Cru), chegando ao topo, os Grand Cru. Variações de solo, localização do vinhedo e insolação ao final do período de maturação determinam a qualidade final do produto.
 
Recentemente degustei o Pasquier Desvignes Chablis AOC 2013, produzido pela vinícola de mesmo nome. O nome "Desvignes", anteriormente escrito como "des Vignes", que significa "da videira" , é um indício claro para o tipo de exploração no qual a família sempre se especializou. A família Pasquier Desvignes está a frente do Domaine du Marquisat desde 1420.
 
Em 1823 , César Desvignes, jurou com seus irmãos, prometendo que o nome Desvignes ficaria para sempre ligado ao Domaine du Marquisat. Em memória deste pacto, a casa de Pasquier Desvignes, através da seleção das uvas, vinificação e armazenamento dos seus vinhos, tem perpetuado o know how ancestral em que a sua reputação é construída.
 
Pasquier Desvignes é mais do que uma tradição de viticultura que mede 5 séculos, é um grande vinícola que o longo dos anos tem-se expandido com sucessonas denominações do Rhône e da Borgonha.
 
Sem mais delongas vamos as minhas impressões sobre o líquido.
 
Na taça mostrou cor amarelo palha com reflexos esverdeados, límpida e brilhante.
 
No nariz apresentou aromas florais e frutados de grande intensidade e leve toque de defumado e tostado.
 
Em boca leve, fresco, mineral e equilibrado. Repetiu as notas olfativas e aliado a estas trouxe um leve e delicado toque toque amanteigado. Final de boca de média persistência e a suavidade e o frescor dando o acabamento.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Pasquier Desvignes Chablis AOC
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2013
País: França
Região: Chablis, Borgonha
Produtor: Pasquier Desvignes
Graduação: 12,5%
Onde comprar / Importador: ? / Cantu
Preço Médio: R$ 168,00 (R$ 70,00 em 2015)
Temperatura de serviço: 10º
Degustado em: 14.04.2016

sábado, 30 de abril de 2016

.Nero Brut, uma excelente opção de espumante

Sabe aquele espumante que você bebe e não quer parar de sentir seus sabores? É o caso do .Nero Brut, produzido pela Domno do Brasil, um braço da gigante Casa Valduga.
 
O espumante é produzido com chardonnay, pinot noir e riesling pelo método charmat, assim como todos da Domno do Brasil.

Na taça apresentou cor amarelo palha, boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.
 
No nariz mostrou aromas de frutas brancas como abacaxi e pera e maçã.
 
Em boca  apresentou-se cremoso e com uma deliciosa e refrescante acidez. Boa persistência e final de boca repetindo as notas frutadas.
 
Posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que é um  dos melhores custo versus benefício no quesito espumantes nacionais produzido pelo método charmat.
 
O Rótulo

Vinho: .Nero Brut
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay 60%, Pinot Noir 30% e Riesling 10%
Safra: Não Safrado
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Domno do Brasil
Graduação: 12%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 6°
Degustado em: 09/02/2016
Premiações: Medalha de Ouro no Chanllenge International du Vin, Top Ten e Medalha de Ouro no Effervescents du Monde

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Arte Tradicional 12 Meses

Encontrar boas opções de vinho abaixo de R$ 50,00 não é tarefa fácil, mas eles existem e um deles é o Arte Tradicional 12 Meses, um espumante produzido pelo método Champenoise pela Casa Valduga.
 
Na elaboração são usadas apenas as melhores parcelas de uvas de cada safra. O coorte é composto por Chardonnay e Pinot Noir e o espumante é maturado por 12 meses nas belas caves subterrâneas com remuage em pupitres.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha com reflexos dourados, boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistentes.
 
No nariz mostrou boa intensidade de aromas, com destaque inicial para maçã, pera e abacaxi, seguido de notas de damasco, nozes, fermento e pão tostado.
 
Em boca uma deliciosa cremosidade apareceu em harmonia com uma refrescante acidez. Final de boca persistente e com as notas provenientes da segunda fermentação aparecendo no retrogosto.
 
A harmonização ficou por conta de um papo descontraído com amigos e um delicioso ensopado de aratu.


O Rótulo

Vinho: Arte Tradicional 12 Meses
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Graduação: 11,5%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 6°

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Leopoldina Premium Chardonnay 2015 #cbe

Sabe aquele dia no qual publico um vinho especialmente para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE? Esse dia chegou e com ele o Leopoldina Premium Chardonnay 2015, o meu quinquagésimo exemplar comentado para a primeira e única confraria virtual do Brasil.
 
O tema deste mês foi sugerido pelo Tiago Bulla do blog Universo dos Vinhos, que foi: "degustarmos um belo chardonnay, sem passagem por madeira, de qualquer país e preço, mas já que o tema foi 'fácil', não vale corte, só varietal".
 
Nada melhor que um tema desses para degustar um vinho produzido com a rainha das brancas e sem interferência das barricas, nos proporcionando um néctar que preserva as características da uva.
 
Não são comuns os exemplares desta casta sem passagem por barricas de carvalho, até os mais simples costumam ter um breve amadurecimento em madeira de todo ou parte do líquido, mas fui a busca e consegui encontrar este exemplar da linha Leopoldina Terroir da gigante nacional Casa Valduga.
 
As uvas são selecionadas e em seguida é realizado o desengace das uvas frescas, seguido por maceração em frio e prensagem descontínua e delicada. Posteriormente é realizada a limpeza estática do mosto e adicionadas leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae, dando início a fermentação alcoólica com temperatura de 15º a 16ºC. Por fim é realizada estabilização tartárico, filtração e engarrafamento.
 
Vamos a nossa análise:
 
Na taça apresentou cor amarelo palha com reflexos esverdeados, boa limpidez e lágrimas finas e lentas.
 
No nariz um vinho de aromas delicados e de boa intensidade, evidenciando-se notas de frutas frescas como maça e pera, seguido de notas de abacaxi e maracujá.
 
Em boca mostrou corpo médio, boa acidez e bom equilíbrio com o álcool. Bom frescor e deliciosa untuosidade. Final de boca de media persistência e com repetição das notas do abacaxi aparecendo no retrogosto.
 
Vinho refrescante e untuoso, fácil de se gostar e de beber.
 
Foi bem com a noite quente e com iscas de frango e queijo gouda.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Leopoldina Premium
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Graduação: 12%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 41,00
Temperatura de serviço: 8°
 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Chard simples, correto e com boa tipicidade

Gosta de vinhos produzidos com a Chardonnay, mas que sejam simples, corretos, com boa tipicidade e que possuam um caráter descontraído então vai gostar do Errázuriz Reservado Chardonnay.
 
O vinho é produzido pela Viñedo Errazuriz Ovalle S/A, fundada em 1992. A vinícola é a maior empresa familiar de vinhedos e bodegas do Chile. Localizada no Valle de Colchagua e Lontue os campos dos vinhedos da Errazuriz Ovalle cobre, uma extensão de 2500 hectares.
 
Com vinhedos cuidadosamente irrigados por gotejamento, 2000 hectares destes vinhedos estão localizados nos Valles de Colchagua, que pertencem à família a mais de cem anos.
 
Na taça apresentou cor amarelo esverdeada com toques dourados bem claros.
 
No nariz mostrou toda a tipicidade da chardonnay: aromas de frutos brancos como pêra e pêssego, abacaxi e maracujá e flor de laranjeira.
 
Em boca um vinho de corpo leve, com boa acidez e boa repetição das notas olfativas. Final de boca de média intensidade com o maracujá e o toque floral aparecendo no retrogosto.

Vinho super tranquilo e fácil de beber. Acompanhou bem um canellone de camarão.

O Rótulo

Vinho: Errázuriz Reservado
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2014
País: Chile
Região: Vale Central
Produtor: Viñedos Errazuriz Ovalle
Graduação: 13%
Onde comprar: Wine in Pack
Preço médio: R$ 40,00
Temperatura de serviço: 8°

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Um vinho especial da adega para celebrar

Reunir-se com amor, família e amigos para beber um vinho sem qualquer motivo especial é muito massa, mas abrir aquela garrafa que estava guardada na adega para celebrar um momento especial é melhor ainda.
 
E foi para celebrar um momento super especial: a conclusão do curso de Gastronomia por Fernanda, que abrimos o Yarden Chardonnay, um branco israelense com 7 anos de vida e que estava a quase dois anos na adega.

Aproveito o vinho para saldar uma dívida com um tema da Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, sugerido pela Rafaela Giordano do blog Le Vin au Blog -  "Qual vinho especial da sua adega você abriria para comemorar uma data importante? Por que não abrir agora?"

O Yarden Chardonnay rótulo faz parte da linha premium da Golan Heights e o seu nome significa Jordão em hebraico, uma homenagem ao histórico Rio Jordão mencionado nos escritos sagrados: a Bíblia. O Rio nasce no Monte Hermon, passa pelo Mar da Galileia e deságua no Mar Morto, atravessando desta forma a Terra Santa.

Trata-se de um varietal produzido exclusivamente a partir de uvas de vinhedos situados no extremo norte das Colinas de Golan, local cujas altitudes atingem 1200 metros acima do nível do mar.
 
Na taça o vinho apresentou cor  apresentou uma linda cor dourada e lágrimas grossas e lentas.
 
No nariz mostrou um bouquet intenso e fantástico. Pode-se perceber ainda aromas primários como manga, pêssego, notas florais sutis e algum mineral, mas as notas olfativas provenientes do tempo em garrafa são os que encantaram: flores secas, damasco,  avelã, nozes, amêndoas, mel, coco e cedro. Os 7 anos de vida fizeram seus aromas evoluírem até o seu ápice.
 
Em boca repetiu o mesmo explendor do olfato e mostrou-se untuoso, amanteigado e ainda com boa acidez. Vinho com bom corpo, boa textura e final de boca de longa persistência com de mel, frutos secos, coco e cedro aparecendo no retrogosto.

Vinho gastronômico e assim sendo fernanda nos preparou um salmão em cama de risoto ao queijo para escoltá-lo.
 

O Rótulo

Vinho: Yarden
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2008
País: Israel
Região: Colinas de Golan, Galiléia
Produtor: Golan Heights Winery
Graduação: 14,5%
Onde comprar em Recife: Casa dos Frios
Preço médio: R$ 98,00
Temperatura de serviço: 10°
Outros atributos: Vinho Kosher

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Espumante leve e refrescante para seu réveillon #cbe

O réveillon está batendo a porta e aproveitando a oportunidade o Gil Mesquita, do blog Vinho para Todos, sugeriu como tema para Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE: "Espumante de boa relação qualidade x preço, para brindar a chegada de 2016 com muitas garrafas".
 
Quando falamos em espumante com boa qualidade e bom custo pensamos logo no produto brasileiro, então minha escolha não poderia ter sido de outro lugar que não do Brasil.
 
Optei pelo Casa Perini Brut, um espumante produzido em Garibaldi pela Vinícola Perini, cuja história na produção de espumantes iniciou-se em meados da década de 90.
 
Trata-se de um espumante produzido pelo Método Charmat (segunda fermentação ocorre em tanques de aço inox) com as castas chardonnay e riesling itálico e que já recebeu inúmeras premiações em concursos nacionais e internacionais.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha com reflexos dourados, boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.
 
No nariz mostrou aromas intensos de frutas como pera, pêssego e lichia e flores brancas, seguidos de notas de fermento e pão torrado.
 
Em boca apresentou leveza e acidez refrescante. Final de boca repetindo as sensações olfativas e mostrando boa cremosidade.
 
Um espumante bem feito, leve e refrescante que vai te agradar com certeza e ainda vai deixar sua virada de ano mais alegre.
 
Por aqui eu e Fernanda harmonizamos com bolinho de bacalhau!


O Rótulo

Vinho: Casa Perini Brut
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay e Riesling Itálico
Safra: Não safrado
País: Brasil
Região: Garibaldi
Produtor: Perini
Graduação: 12%
Onde comprar: Ingá Vinhos Finos
Preço médio: R$ 32,00
Temperatura de serviço: 6° a 8°

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Salton Brut: bom, barato e harmoniza com o calor

Chegamos ao segundo espumante degustado no último WINEBAR.
 
Na taça mais um espumante descontraído, bom, barato, produzido aos milhares e fácil de encontrar nos mais variados estabelecimentos, esse é o Salton Brut.
 
O Salton Brut faz parte da Linha Fantasia, composta apenas por espumantes, que são a alma mais fantasiosa e lúdica da marca e, apesar destas características, os produtos da Linha Fantasia são sofisticados e modernos.
 
O espumante é produzido pelo método Charmat com as castas Chardonnay, Prosecco e Trebbiano.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha, boa formação de espuma e perlage fino e abundante.
 
No nariz mostrou aromas frutas cítricas, flores, pão e fermento.
 
Em boca apresentou corpo leve, boa acidez e cremosidade. Senti uma pontinha de amargor, mas que não comprometeu o conjunto. Repetição das notas olfativas e final de boca seco e bom frescor.
 
Mais um espumante bom, barato e que cai super bem com o nosso clima.
 

O Rótulo

Vinho: Salton Brut
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay, Prosecco e Trebbiano
Safra: Não Safrado
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Graduação: 11,5%
Enólogos: Lucindo Copat e Gregório Salton
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 22,00
Temperatura de serviço: 6° a 8°
 
Nota:
 
O vinho foi enviado pela Vinícola Salton em ocasião do WINEBAR com os 3 diferentes espumantes da Vinícola Salton.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Salton Évidence Natural Brut #cbe #winebar

A correria está tão grande que por pouco não ficamos sem tema na Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, mas aos 45min do 2° tempo a confreira Alessandra Esteves deu a ideia de bebermos um Espumante, que foi acatada pelos demais confrades que estavam ávidos por um tema.

Um belo tema para esta primavera com cara de um potente verão. Não nego que se pudesse beberia um espumante por dia para aplacar esse calor e alegrar os dias, os quais tem sido tão cheio de más notícias.

Para o tema do mês escolhi o Salton Évidence Natural Brut que foi degustado ontem no WINEBAR, um espumante que foi recentemente lançado no mercado com uma repaginação tanto no rótulo quanto no tempo de segunda fermentação em garrafa, o qual passou de 12 meses para 24 meses.

O Vinho é proveniente de mosto flor extraído em prensas  pneumáticas, e fermentado a baixa temperatura com fermentos selecionados. 20% deste mosto foi fermentado e mantido com suas  leveduras em barricas de carvalho francês por um período de 6 meses.  Os vinhos foram elaborados separadamente e assim conservados. Antes da  tomada de espuma foi realizado o corte observando-se seu aroma, estrutura  para o envelhecimento e harmonia do sabor. Tomada de Espuma: Refermentado na garrafa (Método Champenoise) a uma temperatura de 10°C e permanência com suas leveduras (lisis) por um período de 24 meses.

Na  taça apresentou cor amarelo para com reflexos dourados, formação de espuma em média intensidade e perlage fina de média duração.

No nariz o espumante mostrou aromas de frutas cítricas e  flores brancas,   pão torrado, mel, baunilha e fermento.

Em boca o vinho mostrou corpo médio com boa cremosidade e acidez refrescante, mas sem perder o caráter mais sério conferido pelo tempo de fermentação em garrafa. Final de boca seco, cremoso e com repetição das notas olfativas.

O espumante fez um Casal Perfeito com um delicioso risoto de camarão preparado por minha personal chefe.


O Rótulo

Vinho: Salton Évidence Natural Brut
Tipo: Espumante
Castas: Pinot Noir 30% e Chardonnay 70%
Safra: Não safrado
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Graduação: 12%
Enólogo: Lucindo Copat
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 57,50
Temperatura de serviço: 6° a 8°


Notas:

1. O vinho foi enviado pela Vinícola Salton em ocasião do WINEBAR com os lançamentos da Vinícola Salton em 2015.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Champagne Lanson Black Label Brut #CantuDay

Entre cavas, proseccos e espumantes degustados no Cantu Day o destaque ficou por conta do Champagne Lanson Black Label Brut elaborado pela Lanson com Chardonnay (35%), Pinot Noir (50%) e Pinot Meunier (15%),
 
O processo de produção deste champagne consiste na ausência da fermentação malolática, modalidade adotada pela maior parte da indústria de Champagnes. A fermentação dos Champagne Lanson, preserva os aromas particulares dos vinhos e a riqueza de seu paladar aromático, aumentando seu potencial de envelhecimento e guarda. 
 
O Lanson Black Label Brut ficou 3 anos em contato com suas borras (segunda fermentação) e tem 11,3 gramas de açúcar residual.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha bem límpida, boa formação de espuma e perlage de tamanho médio, abundante e de longa persistência
 
No nariz mostrou aromas bem vivos com notas de frutas brancas e cítricas, seguido de mel, frutas secas, brioche e toques sutis de tosta.
 
Na boca apresentou-se seco, com boa acidez, boa cremosidade e repetição das notas olfativas, mostrando em evidencia os toques de fruta deixando o líquido com um paladar rico e intenso, daqueles que enchem a boca, e faz a garrafa acabar rapidinho. Final de boca seco e longa permanência.
 
Belo champagne: refrescante e gastronômico!
 
O Rótulo

Vinho: Lanson Black Label Brut
Tipo: Espumante (Champagne)
Castas: Chardonnay 35%, Pinot Noir 50% e Pinot Meunier 15%
Safra: Não safrado
País: França
Região: Champagne
Produtor: Lanson
Graduação: 11%
Onde comprar: ? - Importado pela Cantu
Preço médio: R$ 250,00
Temperatura de serviço: 8°
Pontuações: 91 pts Wine Spectator

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Champagne Jacquart Brut Mosaïque

Quem não gosta de ver aquelas pequenas e inquietas borbulhas de um espumante subirem pelas paredes da taça; estas borbulhas que desprendem-se do fundo da taça após o serviço do vinho são as responsáveis pelo perlage que, em francês, significa 'colar de pérolas'.
 
E pensando nesse colar de pérolas que nos remota - dentre outras coisas a preciosidade - escolhi o Champagne Jacquart Brut Mosaïque como um dos vinhos para celebrar um ano da minha união com Fernanda.
 
A Maison Jacquart nasceu em 1960 a partir da vontade de 30 viticultores animados em criar uma marca para figurar entre os grandes de Champagne, buscando uma mescla dos melhores vinhedos. A cooperativa é uma das mais conhecidas de Champagne e foi totalmente reformulada na última década.
 
Atualmente são 1.800 associados com 2.620 hectares com vinhedos na Montagne de Reims, no Vallée do Marne e na Côte das Blancs. Hoje, devido à perseverança e ao saber do homem (desde os viticultores até os chefes de bodega) Jacquart é uma das marcas mais prestigiadas de Champagne, com reconhecimento internacional.
 
Na taça o champagne apresentou cor amarelo palha, boa formação de espuma e uma linda perlage com bolhas finas, abundantes e persistentes. Uma perfeita dança de pérolas!
 
No nariz mostrou aromas intensos, com a fruta branca (pêra, lichia, pêssego e maçã) aparecendo em destaque e sendo complementadas por notas de damasco, mel, fermento, pão tostado e brioche.
 
Em boca mostrou grande frescor, conferido pela excelente acidez, mas também foi perceptível uma deliciosa cremosidade, que agregada as notas provenientes da segunda fermentação deram elegância ao líquido. Final de boca seco, persistente e com repetição das notas olfativas, sobretudo do mel e do pão torrado no retrogosto.

O Rótulo
 
Vinho: Jacquart Brut Mosaïque
Tipo: Espumante (Champagne)
Castas: Chardonnay 40%, Pinot Noir 35% e Pinot Meunier 25%
Safra: Não Safrado
País: França
Região: Champagne
Produtor: Maison Jacquart
Graduação: 12,5%
Onde comprar: Wine
Preço médio: R$ 150,00
Temperatura de serviço: 7°
 
Belo Champagne e certamente um dos melhores custo versus benefício do mercado brasileiro.

Perfeito pela qualidade e sobretudo pelo momento, companhia e local. Harmonizou super bem com camarão ao molho de queijos de meia cura.

 Confira a perlage!

terça-feira, 7 de julho de 2015

Arboleda Chardonnay, o vinho que conquistou o Japão

No último WINEBAR o Daniel Perches bateu um papo descontraído com a Maria Eugenia Chadwick, embaixadora internacional da Viña Arboleda.
 
O primeiro vinho apresentado na degustação virtual, que conta com a participação de vários blogueiros e formadores de opinião, foi o Arboleda Chardonnay 2013, um vinho que recentemente conquistou o Japão, recebendo o prêmio de ‘Melhor Vinho para Sushi’ pela categoria Asian Food Sushi.
 
O rótulo foi avaliado por 340 especialistas deram o veredicto, liderados por Yumi Tanabe, reconhecido na indústria de vinho japonês. Os juízes enfatizaram a acidez e aroma de laranja misturado com notas sutis de frutas tropicais como manga e abacaxi, deixando a boca com mineralidade refrescante, principais características que o levaram à premiação.
 
As uvas que deram origem a Arboleda Chardonnay foram colhidas à mão logo no início da manhã, visando manter o frescor da fruta. Todas as uvas foram suavemente prensadas com os cachos inteiros e o suco foi integralmente fermentado em barricas de carvalho francês (30% novas) a uma temperatura entre 14°C e 24°C. Em parte dos lotes foram inseridas leveduras selecionadas e outra parte (44%) foi fermentada em barricas, usando leveduras silvestres naturalmente presentes na pele das uvas. Passou por dez meses de envelhecimento “sur lie” – em suas borras – para aumentar a complexidade.
 
Na taça o vinho apresentou cor amarelo palha com reflexos palha e brilhante. No nariz mostrou grande intensidade aromática, destacando-se as notas de frutas tropicais maduros: maracujá, abacaxi e atemoia, tudo muito integrado as notas elegantes provenientes da passagem por barricas de carvalho. Em boca repetiu o nariz e apresentou boa estrutura e cremosidade, balanceados pela bela acidez e por notas minerais. Final de boca de boa persistência, refrescante e com notas de mel somando-se as demais notas no retrogosto.
 
Belo exemplar da casta Chardonnay: estruturado, elegante, refrescante e com uma incrível capacidade de sumir da taça.
 
Por aqui harmonizamos com culinária japonesa, sobretudo com peças contendo camarão e salmão como ingredientes principais e caiu super bem.
 
 
O Rótulo

Vinho: Arboleda
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2013
País: Chile
Região: Aconcagua Costa
Produtor: Arboleda
Graduação: 13,5%
Enólogo: Eduardo Chadwick
Onde comprar: Expand
Preço médio: R$ 125,00
Temperatura de serviço: 8°



Nota:

O vinho foi enviado pela Expand em ocasião do WINEBAR com os vinhos da Viña Arboleda.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Um chardonnay argentino para celebrar o ChardDay

No último 21 de maio celebrou-se o dia da Chardonnay ou ChardDay como é conhecido nos Estados Unidos. Apesar da data não ser mundial não quis deixar de abrir um vinho desta casta, a qual é a rainha das uvas brncas.
 
E para brindar ao ChardDay eu e Fernanda degustamos o Norton Roble Chardonnay 2014, um vinho leve. porém untuoso, característica esta que foi conferida pela fermentação em barricas de carvalho de 30% do seu conteúdo.
 
Apesar de ser fundada em 1895, a Bodega Norton ficou mundialmente reconhecida somente nos anos 90. Hoje é um dos produtores argentinos mais reconhecidos mundialmente.
 
Visualmente o vinho apresentou cor amarelo palha e lagrimas finas e lentas. No nariz mostrou-se fresco e rico em aromas de frutas como maçã e pêssego, seguido de notas de amêndoas, interessante amanteigado e delicado tostado . Em boca um vinho de boa estrutura e equilíbrio, untuoso e com acidez correta. Final de boca de boa persistência com a fruta e o amanteigado aparecendo no retrogosto.
 
Harmonizamos com queijo emmental, mas ia bem como aperetivo como também para acompanhar um peixe ou uma massa com molho branco.

O Rótulo

Vinho: Norton Roble
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2014
País: Argentina
Região: Lujan de Cuyo
Produtor: Bodegas Norton
Graduação:  13,1%
Onde comprar em Recife: RM Express
Preço médio: R$ 36,00
Temperatura de serviço: 8° - 10°

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Domanine Gachot-Monot Bourgogne Branco 2011 #cbe

O melhor mês do ano iniciando e com ele vem o nosso post com o vinho para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, que este mês teve como tema: "Vamos de branco da Borgonha até 150 reais", escolhido pelo Silvestre Tavares do blog Vivendo a Vida.
 
Como usualmente não guardo vinhos brancos em casa saí a busca de um vinho dentro do tema e pra variar a tarefa não foi muito fácil, mas já na terceira loja encontrei o Domanine Gachot-Monot Bourgogne Branco 2011.
 
O rótulo é produzido pela Domaine Gachot-Monot, uma vinícola fundada em 1890 e está na família há 5 gerações. Atualmente, dois membros da família cultivam uma área total de 13,5 hectares, divididos em três municípios:
  • Corgoloin, onde se encontra a vinícola e as caves - Ali se cultivam 9 hectares, sendo 6 em “appellation” Village, e o restante em “appellation” regional Tinto ou Branco. Bourgogne, Aligoté e Crémant de Bourgogne. Uma nova area de 1,65 hectares em Côte  de Nuits Village entrou em produção 2011.
  • Comblancien, onde cultivam cerca de dois hectares em appellation Village e denominações regionais.
  • Nuits St-Georges, onde tem 0,6 hectare repartidos entre appelation Village e 1er Cru.
Visualmente o vinho mostrou cor amarelho claro com reflexos dourados e pouca formação de lágrimas. No nariz aromas aromas de pêsego, lichia, damasco e algumas notas minerais. Em boca um vinho leve e fresco, com final de boca de média intensidade.
 
Para harmonizar começamos com uma sopa de Camarão do Encanto Nordestino e fechamos com uma lagosta ao thermidor com arroz branco finalizado com manteiga de garrafa e amêndoa, preparado primorosamente por Fernanda. 


O Rótulo

Vinho: Domanine Gachot-Monot Bourgogne
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2011
País: França
Região: Borgonha
Produtor: Domanine Gachot-Monot
Graduação: 12,5%
Onde comprar em Recife: Casa dos Frios
Preço médio: R$ 80,00
Temperatura de serviço: 10°

sábado, 14 de março de 2015

Casa Valduga Arte Tradicional Rosé, um espumante para acompanhar sushi na casa dos 30 pilas

Um outro dia Eu e Fernanda estávamos com vontade de comer uma comidinha japonesa e para acompanhar escolhemos um espumante baratinho, mas muito bem feito da gigante Casa Valduga, o Arte Tradicional Rosé.
 
O espumante é produzido pelo método tradicional, onde a segunda fermentação acontece em garrafa. Autólise de leveduras por 12 meses e remuage em pupitres.
 
Visualmente o líquido mostrou cor rosa salmão, límpido e brilhante, com boa formação de espuma e perlage fina, delicada, persistente e linda coroa. No nariz aromas de frutas como pêssego, damascos e cereja, seguido de notas florais e finalizado por notas de pão e fermento. Em boca repetiu as notas olfativas e apresentou bela acidez, que transmitiu uma belo frescor. Final de boca de média intensidade com notas de damasco e fermento aparecendo no retrogosto.
 
O Rótulo

Vinho: Casa Valduga Arte Tradicional
Tipo: Espumante Rosé
Castas: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Graduação: 11,5%
Onde foi comprada em Recife: DLP
Preço médio: R$ 30,00
Temperatura de serviço: 6º