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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Provamos o lançamento da Salton produzido na Argentina

Há poucos minutos participei de mais uma edição do Winebar comandada pelo Daniel Perches (Vinhos de Corte) e pelo Alexandre Frias (Diário de Baco), que transmitiram, diretamente da Salton no Vale do Rio das Antas, um bate papo super descontraído com o Enólogo Gregório Salton.
 
Foram degustados o Salton Classic Malbec 2015, o Salton Paradoxo Cabernet Sauvignon e o Salton Intenso Licoroso. Neste post irei discorrer apenas sobre o primeiro rótulo e para saber mais sobre os outros dois vinhos é só ficar ligado no blog.
 
O Salton Classic Malbec faz parte da mais antiga linha de vinhos da  vinícola, mas para esse exemplar em especial a empresa traz um diferencial: o vinho foi elaborado na região referência na produção de Malbec - a província de Mendoza, na Argentina.
 
A tradição da linha Classic traz o vinho para o nosso cotidiano, valorizando o mais simples dos momentos. São nove rótulos para os mais diversos paladares. Para o lançamento deste Malbec, fizemos uma seleção onde ele melhor se expressa, aos pés da Cordilheira dos Andes. Unimos as características únicas desta apreciada região com a tradição da linha Salton Classic”, explica o enólogo Gregório Salton.
 
Trata-se de uma coelaboração entre a vinícola gaúcha e o grupo argentino Peñaflor, reconhecido como um dos 10 principais produtores de vinho do mundo.
 
Vamos ao vinho!
 
Na taça mostrou cor vermelho rubi violácea, lágrimas finas, abundantes e lentas.
 
No nariz apresentou aromas de fruta fresca madura, seguidos de notas de compota e frutos seco.
 
Em boca um vinho corpo médio com taninos macios e levemente adocicados, boa acidez e álcool a 13% sem incomodar. Repetiu as notas frutadas. Final de boca de média intensidade.
 
Vinho jovem, tranquilo, fácil de beber e que vai agradar os iniciantes. E com o preço cobrado na loja mostra-se como uma boa opção para o dia a dia.

Harmonizamos com uma empanada de carne preparada por Fernanda.
 

O Rótulo
 
Vinho: Salton Classic
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2015
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Salton
Enólogo: Gregório Bircke Salton
Graduação: 13%
Onde comprar / Importador: Salton / Salton
Preço Médio: R$ 21,00
Temperatura de serviço: 18º
Degustado em: 18.07.2016


Informações:

A caixa com 6 garrafas do vinho custa R$ 122,00 na loja da Salton, mas este foi gentilmente enviado pela Vinícola em ocasião do Winebar.

Para saber como foi a degustação basta clicar aqui.

domingo, 17 de abril de 2016

Altos Las Hormigas Clássico Malbec 2013 #malbecworldday #cbe #tchauquerida

Hoje celebra-se o Malbec World Day (Dia Mundial da Malbec) e não podia deixar passar a data sem abrir um Malbec.
 
Como motivos adicionais para abrir um Malbec some-se o desafio do presidente da Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, Gil Mesquita, de publicarmos um post com um Malbec para celebrar a data e também um vinho para brindar ao impedimento de Dilma que acaba de conseguir (23h07min do dia 17/04/2016) maioria dos votos na Câmara dos Deputados com o voto de um pernambucano.
 
O vinho que escolhi foi o Altos Las Hormigas Clássico Malbec 2013, produzido na região de Mendoza (Luján de Cuyo) pela Altos Las Hormigas.
 
Desde o início da vinícola, em 1995, Alberto Antonini reconheceu o potencial da Malbec na região de Mendoza. Foi neste ano que ele, junto com Antonio Morescalchi, um jovem empresário, decidiu explorar as principais áreas vinícolas da Argentina criando uma das mais respeitadas vinícolas do país, a Altos Las Hormigas. No mesmo ano compraram mais de 200 hectares de terras no distrito de Carrizal de Abajo em Luján de Cuyo.
 
O nome da vinícola provém do fato de que quando iniciaram o cultivo das vinhas viram que próximo a elas existiam colônias de formigas, que se alimentavam dos brotos da vinhas recém-plantadas. Decidiram não envenenar as formigas, já que elas eram as “verdadeiras” donas da terra, que com o crescimento das vinhas não mais se alimentaram delas. Além disso, para os argentinos “trabalho de formiga” é um trabalho humilde, paciente e prolongado.

Na taça o vinho mostrou cor rubi, com halo vermelho e lágrimas grossas e lentas.
 
No nariz apresentou aromas de frutas vermelhas e negras, chocolate, terra, baunilha e discreto tostado.
 
Em boca um vinho de corpo médio, com taninos maduros e ligeiramente adocicados, acidez de boa intensidade e álcool a 13,9% deixando o vinho quente. Repetiu as notas olfativas e apresentou um final de boca de média intensidade com notas frutadas aparecendo no retrogosto.
 
Vinho macio, com bom equilíbrio e fácil de agradar e beber. Acompanhou bem uma lasanha de calabresa.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Altos Las Hormigas Clássico
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Luján de Cuyo
Produtor: Altos Las Hormigas
Graduação: 13,9%
Onde comprar / Importador: Wine in Pack / World Wine
Preço Médio: R$ 80,00
Temperatura de serviço: 16º 

sábado, 14 de novembro de 2015

Susana Balbo Gran Reserva Red Blend 2012

Diferentemente do Susana Balbo Gran Reserva Cabernet Sauvignon, um dos tintos produzidos exclusivamente para uma importadora brasileira, o outro vinho desta linha me agradou bastante; trata-se de um blend composto por 75% Malbec, 20% Cabernet Sauvignon e 5% Cabernet Franc.
 
Conversei, durante o Cantu Day, com o representante comercial da  Domínio del Plata, que relatou que os vinhos Gran Reserva não possuem equivalente no portfólio da vinícola e que os vinhos estão entre a linha Crios e a Susana Balbo Signature.

De semelhante forma ao Cabernet Sauvignon, já comentado aqui, estagiou por 12 meses em barricas de carvalho francês e amadureceu por mais 12 meses em garrafa.

Na taça apresentou cor rubi violácea com intensa formação de lágrimas.

No nariz trouxe aromas intensos e complexos com a fruta negra e vermelha madura aparecendo em primeiro plano e sendo seguidas de notas de compota de ameixa e morango, alcaçus, pimenta, café, balsâmico, chocolate, cedro, tabaco e tostado.

Em boca mostrou boa estrutura com taninos redondos e sedosos, boa acidez e álcool a 14% em bom equilíbrio com o conjunto. Repetição das notas olfativas e um final de boca seco com notas de fruta madura, balsâmico, chocolate e cedro aparecendo no retrogosto, deixando um delicioso gosto em boca.

Pra harmonizar um papo descontraído com o amigo Juberlan e um couscous marroquino com linguiça artesanal de bode.


O Rótulo

Vinho: Susana Balbo Gran Reserva Red Blend
Tipo: Tinto
Castas: Malbec 75%, Cabernet Sauvignon 20% e Cabernet Franc 5%
Safra: 2012
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Domínio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 13,9%
Onde comprar: Wine
Preço médio: R$ 75,00
Temperatura de serviço: 16°

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O belo, aromático e macio Salton Gerações Antonio "Nini" Salton

Já provou algum vinho da linha Exclusividade da Salton? Não? Então você simplesmente não sabe o que está perdendo. A linha é composta pelo Salton Gerações Paulo Salton, Salton Gerações Antônio Domenico Salton, Salton Gerações José Bepi Salton, Salton Septimum, Salton Lucia Canei Salton e o Salton Gerações Antônio Nini Salton.
 
Cada  produto desta linha é uma homenagem da vinícola aos integrantes da família Salton que ajudaram na construção da vinícola ao longo dos seus primeiros 100 anos de existência da empresa. Quase todos já passaram pela taça do Vinhos de Minha Vida e hoje é dia de falar sobre o último lançamento da linha: o Salton Gerações Antônio Nini Salton que provamos no último Winebar com os lançamentos da empresa.
 
O projeto baseia-se no conceito “O Melhor da Vida é Passado de Geração para Geração” e tem como foco a qualidade dos produtos. “Fazemos uma referência aos homens que tiveram pulso firme e deixaram uma marca pessoal na empresa. Eles atuaram em diversas posições, transmitindo experiências e ensinamentos, que foram extremamente fundamentais na construção de uma companhia consolidada”, ressalta o presidente da vinícola Salton, Daniel Salton.
 
As garrafas e rótulos das garrafas da linha exclusividade por si só já são um atrativo, todas belíssimas e diferenciadas. O rótulo concede espaço à assinatura original de cada homenageado. No caso de “Nini”, primeiro enólogo da família e irmão de Paulo e Bepi, também homenageados em lançamentos anteriores, remete à intuição, característica de um homem de personalidade forte, justo e correto, que sempre zelou por sua família. A figura das pipas é utilizada como símbolo da experiência na área da enologia e a numeração de série da garrafa está presente e destaca a Edição Especial. A garrafa ainda apresenta a medalha do projeto Gerações.
 
As uvas que deram origem ao vinho foram selecionadas dos melhores vinhedos localizados na região da Serra Gaúcha. Após um controle rigoroso de sanidade e madurezas as uvas colhidas são climatizadas a 5ºC antes de sua elaboração.
 
O processo de vinificação inicia-se com a seleção de cachos e extração do engaço (cabinho), após é feita a seleção de grãos e maceração pelicular a baixa temperatura após 6 dias é iniciada a fermentação alcoólica e posteriormente maceração pós fermentativa totalizando aproximadamente 30 dias. Após a clarificação espontânea realiza-se o corte dos vinhos que compõem o produto e armazena-se o produto em barricas de carvalho novo francês meio tostado por 12. Posteriormente ao seu engarrafamento o vinho permanece um ano antes de sua expedição.
 
Quem conhece a vinícola sabe o quão bem gerida e linda ela é, então nunca é demais parabenizar a todos que compõe a Salton pelo excelente trabalho que vem sendo realizado e pela excelente qualidade dos vinhos, mesmo dos mais simples.
 
Mas, sem mais delongas, vamos as nossas impressões sobre o líquido.
 
Na taça apresentou cor rubi intensa com reflexos violáceos e uma intensa chuva de lágrimas daquelas que sujam as paredes da taça.
 
No nariz mostrou aromas intensos e complexos, composto de notas de fruta negra madura, alcaçuz, eucalipto, folhas secas, especiarias, café, chocolate amargo, balsâmico e elegantes notas de tostado.
 
Em boca um vinho encorpado, com taninos elegantes, macios e levemente adocicados e excelente acidez, dando caráter gastronômico ao vinho. Final de boca longo, com repetição das impressões olfativas  e muita elegância e equilíbrio.
 
Vinho pronto para ser bebido, mas alguns anos em garrafa lhe farão muito bem.

 
O Rótulo
 
Vinho: Salton Gerações Antonio "Nini" Salton
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec
Safra: 2011
Garrafa n°.: 583
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Graduação: 13%
Enólogo: Lucindo Copat
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 104,00
Temperatura de serviço: 16° a 18°

Nota:

O vinho foi enviado pela Vinícola Salton em ocasião do WINEBAR com os lançamentos da Vinícola Salton em 2015.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Meu Top 5 do #CantuDay

Estive participando ontem, à convite da Cantu Importadora e da Fabiana Gonçalves do Blog Escrivinhos, do Cantu Day, um evento para formadores de opinião e profissionais dos ramos da Gastronomia e do Vinho, no qual foram apresentados os lançamentos da importadora e inúmeros vinhos do seu portfólio.

O evento ocorreu no Restaurante Nabuco, Beach Class Suítes em Boa Viagem e pude degustar muita coisa boa e pra não ser injusto com ninguém irei fazer uma série de postagens por país, falando um pouco dos que mais me chamaram a atenção.
 
Mas antes de especificar os melhores vinhos por país na minha opinião, resolvi postar uma lista com um Top 5, que foi bem variada e tem dois vinhos empatados na primeira colocação. Confira a lista abaixo.

 
1. Nosotros 2009 - Vinho super Top da Domínios del Plata e que tem a mão da Susana Balbo, um dos principaís nomes do vinho argentino.
 
1. Barolo Serralunga Rivetto DOCG 2010 - Um baita vinho italiano, cheio de elegância e equilíbrio, com muitos anos pela frente assim como o Nosotros.
 
3. Pangea Syrah 2011 - Vinho concentrado, maduro e complexo.
 
4. Ménage à Trois Midnaight 2013 - Delicioso vinho californiano. Um blend de beber ajoelhado.
 
5. Poças Símbolo 2010 - Um Português intenso produzido com Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca na região Douro.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Escorihuela Família Gascón Malbec 2014, uma boa companhia para seu churrasco

Recentemente eu e Fernanda estivemos no Spettus, uma das mais antigas e tradicionais churrascarias da capital pernambucana e para acompanhar os diversos cortes bovinos, suínos, caprinos, etc. escolhemos o Escorihuela Família Gascón Malbec, um varietal típico da casta tinta ícone argentina, daqueles que não tem como dar errado com carnes, sobretudo as com alta quantidade de gordura.
 
O vinho é produzido pela  Escorihuela Gascón, fundada por Don Miguel Escorihuela Gascón, que com grande visão e determinação tornaram a empresa uma das mais prestigiadas da Argentina. Desde a fundação a vinícola tem objetivos pautados na qualidade e para tal investiu no cuidado com as vinhas, em tecnologia e na formação de uma equipe de enólogos renomados e competentes.
 
Na taça o vinho apresentou cor rubi violácea intensa e brilhante. Grande formação de lágrimas finas e que escorreram rapidamente e deixaram as paredes da taça tingidas, comum aos malbecs pelo alto teor de antocianinas, um pigmento presente grande quantidade na casta.
 
No nariz mostrou um ataque inicial de fruta negra madura e a violetas, seguido de notas de chocolate,  café, grafite e aromas como baunilha e coco queimado provenientes da passagem por barricas de carvalho.
 
Em boca o vinho foi tudo que um malbec mendoncino jovem é: encorpado, tânico e com uma acidez daquelas que te faz salivar por bons instantes e que limpa qualquer gordura que possa vir pela frente. Repetiu as impressões olfativas e apresentou final de boca de boa persistência com a fruta e co coco queimado aparecendo no retrogosto.
 
O Rótulo
 
Vinho: Escorihuela Família Gascón
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2014
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Escorihuela Gascón
Graduação: 13,8%
Onde comprar em Recife: Gran Cru e DLP
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 16°

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Susana Balbo Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2012

Já degustei boa parte dos vinhos do portfólio da Dominio del Plata e sou fã confesso destes, contudo há alguns meses recebi, através de um clube de vinhos, dois rótulos da vinícola e o primeiro que abri não me agradou.
 
Trata-se do Susana Balbo Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2012, um vinho que não consta no site da Bodega e que certamente foi produzido exclusivamente para o clube de vinhos.
 
Como o vinho não faz parte de nenhuma das linhas de produtos da Dominio del Plata as informações sobre o mesmo estão limitadas as informadas no site da Importadora, não sendo possível saber, por exemplo, se a as uvas que deram origem ao líquido são provenientes de vinhedos próprios.
 
O Susana Balbo Gran Reserva é composto por cabernet sauvignon (95%) e uma pequena parcela de 5% de malbec e estagiou por 12 meses em barricas de carvalho francês e amadureceu por mais 12 meses em garrafa.
 
Na taça o vinho apresentou cor rubi intensa e brilhante, com lágrimas finas e rápidas. No olfato mostrou aromas tímidos de fruta negra, seguido de notas pimenta, café, baunilha e tostado, com destaque para as notas da passagem por madeira; os aromas equilibraram-se ligeiramente após 60 minutos de aeração. Em boca apresentou taninos firmes, com alguma adstringência, média acidez e álcool a quase 14% incomodando um pouco. Final de boca de média persistência com a pimenta e madeira aparecendo no retrogosto.
 
O vinho foi uma decepção pra mim que estou acostumado com a regularidade e equilíbrio dos rótulos de entrada e da elegância e complexidade dos topo de gama da Bodega.
 
Pra harmonizar eu e Fernanda fomos de hambúrguer de picanha com cebola caramelizada e hambúrguer de carne com gorgonzola e bacon da Kangaroo Australian Burguer, bons sandubas, mas nada empolgantes, mais uma decepção. Mas, tudo bem, nem sempre acertamos e a vida segue.


O Rótulo

Vinho: Susana Balbo Gran Reserva
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon 95% e Malbec 5%
Safra: 2012
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Dominio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 13,9%
Onde comprar: WINE
Preço médio: R$ 64,00
Temperatura de serviço: 16°

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Provamos um dos vinhos da linha Vagle, do Enólogo José Lovlagio, filho de Sunana Balbo

José Lovaglio, filho de Susana Balbo, herdou a paixão pelos vinhos e assim como a mão formou-se em enologia e criou quatro vinhos, os da família Vaglio. “É a linha da vida dele”, contou Susana Balbo em evento em Recife.
 
O vinho Aggie é um Malbec que faz parte desse projeto pessoal do filho de Susana Balbo. O rótulo é produzido com uvas provenientes de Tupungato, no Valle de Uco em Mendoza com passagem por barricas de carvalho, produzidos com a parte central do tronco da árvore com o objetivo de conferir maior sutileza de aromas, por oito meses.
 
No contrarótulo José Lovaglio relata que descobriu uma cidade que o impactou profundamente durante uma viagem a Califórnia. Suas cores estridentes, seu movimento e sobretudo a sua diversidade deixaram uma marca na vida dele, as quais ele quis transladar para seus vinhos, aproveitando as virtudes de cada varietal para conjulgá-las em algo único e especial.

Visualmente mostrou cor rubi violácea, com boa formação de lágrimas. No nariz aromas de fruta negra, chocolate e leve toque de tostado. Em boca mostrou taninos potentes e em equilíbrio com a alta acidez e os quase 14% de álcool. Final de boca de boa persistência com a fruta aparecendo no retrogosto.

Bom exemplar da casta malbec, mostrando que Lovaglio está no caminho cert.

O Rótulo

Vinho: Vagle Aggie
Tipo: Tinto
Casta: Malbec
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Tupungato - Valle de Uco, Mendoza
Produtor: Bodega B
Enólogo: José Lovaglio
Graduação: 13,9%
Onde comprar: Sem importador no Brasil
Preço médio: -
Temperatura de serviço: 16°

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Meu quadragésimo vinho para a Confraria Brasileira de Enoblogs #cbe

1° de maio, famoso dia do trabalhador, feriado para boa parte da classe trabalhadora, mas como primeiro dia do mês é também uma data para aquela publicação especial para a querida Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE.
 
Este mês o tema coube ao Gil Mesquita, fundador da primeira e única confraria virtual do país e também autor do blog Vinho para Todos, que sugeriu: "qualquer vinho de sobremesa, mas com uma dica de harmonização no post (de preferência com foto)".
 
Parece que foi ontem que participei pela primeira vez na CBE: relembre, mas hoje comento meu quadragéssimo vinho para esta distinta confraria e a minha escolha vem da Argentina, Susana Balbo Late Harvest Malbec 2010.

A Susana Baldo dispensa apresentações assim como seus vinhos, sendo sinônimo de esmero e qualidade, desde as linhas mais básicas aos seus vinhos topo de gama.

As uvas que deram origem ao vinho foram colhidas manualmente no final do período de colheita, quando as já haviam virado passas. Após o desengace total seguiu para fermentação em pequenos tanques com leveduras selecionada. Findo o processo de produção o vinho amadureceu por 18 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso.

Visualmente apresentou cor rubi escura com reflexos violáceos e lágrimas finas e rápidas. No nariz aromas de frutas secas, especiarias (cravo e canela), chocolate, café e tabaco. Em boca mostrou taninos doces e bom frescor. Final de boca de boa persistência com notas de fruta madura e chocolate amargo aparecendo no retrogosto.

A harmonização ficou por conta de um cheesecake de frutas vermelhas e calda de goibada, aportando novos sabores ao vinho


O Rótulo

Vinho: Susana Balbo Late Harvest
Tipo: Late Harvest - Colheita Tardia
Casta: Malbec
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Agrelo, Luján de Cuyo
Produtor: Domínio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 14,8%
Onde comprar: Cantu e Wine
Preço médio: R$ 100,00
Temperatura de serviço: 10°
 


* Post Scriptum (Texto extraído do site Sonoma)
 
O Cavaleiro Atrasado e a Colheita Tardia
 
"Tudo começou por engano, hoje é um dos vinhos de sobremesa mais típicos".
 
Colheita tardia?

A colheita tardia nada mais é do que colher as uvas várias semanas após o período ideal. As uvas vão perdendo água e ficando com mais açúcar concentrado, ou seja, mais doces (como uma uva passa).

A maioria dos vinhos de sobremesa e vinhos doces naturais, são produzidos por este método, entre eles os famosos franceses Sauternes e Muscat, os húngaros Tokaji e os italianos Vin Santo, Malvasia e Moscato.

Há vinhos maravilhosos feitos por colheita tardia, em várias partes do globo. No Novo Mundo, o Chile se superou nos vinhos produzidos com este método, mas também podemos citar o nordeste brasileiro e a África do Sul.

Mas você sabia que a colheita tardia foi descoberta por acidente?

Era uma vez...

Nossa história começa em uma cidadezinha alemã escondida, chamada Fulda, a cerca de 100 km ao norte de Frankfurt. Durante muitos anos (estima-se que de 1752 a 1802), quem governava Fulda eram os príncipes-bispos, chefes espirituais que também exerciam poder como soberanos da região. Assim sendo, tudo que acontecia em Fulda precisava do aval do príncipe-bispo, inclusive a colheita de uvas.

Na época da colheita, era uma correria: mensageiros indo de lá para cá, para pedir a permissão e voltar a tempo para o viticultor colher as uvas no período ideal, lembrando que as distâncias não eram percorridas com a facilidade de hoje.

Um belo dia, os monges que produziam vinho na colina de São João (Kloster Johannisberg, na Renânia), a 150 km do mosteiro do príncipe-bispo, enviaram o mensageiro Babbert para pegar a autorização da colheita. No meio do caminho, o pobre Babbert foi assaltado e chegou atrasadíssimo na corte do príncipe-bispo. Até pegar a autorização e voltar pras colinas, as uvas Riesling já estavam bem mais do que maduras, murchando e ressecando na videira. Os monges suspiraram de frustração, e decidiram fazer o vinho assim mesmo. Fazer o quê, se atrasou, atrasou! O vinho ainda precisa ser feito.

E no que deu?

O resultado foi um vinho doce delicioso que encantou a todos. As Rieslings maduras estavam mais docinhas e o vinho feito com elas era licoroso, diferente de tudo que havia. Foi aí que começou o processo de colheita tardia, que no século dezenove chegou à Alsácia, na França, onde foi chamada de “vendange tardive”; depois foi para a Itália, como “vendemmia tardiva”; para a Espanha, como “cosecha tardia” e, finalmente, para o Novo Mundo, chamada de “late harvest”.

O antigo mosteiro da colina de São João é, atualmente, um castelo. Dentro dele, existe uma estátua em homenagem ao mensageiro Babbert, que, graças aos seus infortúnios, fez com que hoje a gente se deliciasse com vinhos que acompanham sobremesas e adoçam nossa vida.

Por Carol Oliveira e Fernanda Braite

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Degustamos com exclusividade as edições limitadas do Nosotros Sofita e Nosotros Francis

"A linha Nosotros celebra o esforço de todas as pessoas que trabalham no dia a dia para criar estes vinhos. É considerado a 'seleção das seleções' da bodega".

No fim do mês de março tive o prazer e a honra de degustar alguns dos principais rótulos da competente Susana Balbo, dentre os quais as edições limitadas do Nosotros Sofita e do Nosotros Francis. De cada um dos vinhos foram produzidos cerca de 4 mil garrafas e, segundo representante da Dominio del Plata no Brasil, apenas duas garrafas de cada vinho vieram ao país, duas das quais foram abertas com exclusividade em almoço para formadores de opinião no Restaurante La Cuisine Bistrô.
 
Nosotros Sofita
 
O nome “Sofita” é uma homenagem em memória de uma amiga querida, nascida na Lituânia. "Ela
era culta e elegante; morreu repentinamente em 2010. Gostava muito de flores, razão pela qual Susana, escolheu a uva cabernet franc para representá-la”. O desenho cheio de flores, que estampa o rótulo foi desenhado por sua filha, Ana Lovaglio e completa a homenagem a amiga.
 
O Nosostros Sofita é um blend de Malbec, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon colhidas manualmente nos vinhedos de Agrelo a 1080 metros de altitude.  Após a colheita e o processo de seleção de uvas é realizada uma maceração a frio com leveduras nativas. Em seguida parte das uvas fermenta em barricas de carvalho de 500 litros e "toneis" de concreto em formato de ovo, com o objetivo de preservar características frutadas e agregar taninos ao líquido. Por fim o vinho matura por 18 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso e mais três anos em garrafa.

Na taça o vinho apresentou cor rubi violácea brilhante, com lágrimas finas, rápidas e abundantes. No nariz mostrou aromas de frutas negras, violetas, rosas, pimenta, especiarias, chocolate, café torrado, baunilha e tostado. Em boca um vinho intenso e elegante, com taninos redondos em perfeita harmonia com a acidez e os quase 15% de álcool. Final de boca longo com notas de fruta madura, café e cedro aparecendo no retrogosto.

O Rótulo

Vinho: Nosotros Sofita
Tipo: Tinto
Castas: Malbec 70%, Cabernet Franc 25% e Cabernet Sauvignon 5%
Safra: 2010
País: Argentina
Região: Agrelo, Luján de Cuyo
Produtor: Dominio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 14,8%
Onde comprar: Não é comercializado no Brasil
Preço médio: Sem valor no mercado nacional
Temperatura de serviço: 18°
 
Nosotros Francis
 
O nome deste outro vinho também é uma homenagem e um breve resumo do porque deste nome nos foi contado pela Susana. “Um casal de amigos perdeu o único filho, vítima de um câncer de cérebro. Depois de sete anos, quando eles já não imaginavam que teriam outros filhos, chegou Francis.” Assim como no Sofita o desenho que estampa o rótulo do Francis foi feito por Ana Lovaglio.
 
A produção do Francis segue o mesmo padrão do Sofita e no seu blend além das castas presentes no Sofita com com emblemática uruguaia: Tannat, dando ao vinho mais intensidade e potência.
 
Visualmente o vinho mostrou cor rubi violácea profunda e brilhante e cheio de lágrimas que escorrem tingindo as paredes da taça. No olfato um vinho que mostra toda sua jovialidade, com notas de fruta frescas, intercaladas com sutis aromas de especiarias, pimenta seca, baunilha, chocolate amargo e madeira. Em boca um vinho potente, estruturado, que ainda vai amaciar com o passar dos anos. Repetição das notas olfativas e final de boca longo.
 
O Rótulo

Vinho: Nosotros Francis
Tipo: Tinto
Castas: Malbec 50%, Cabernet Sauvignon 30%, Cabernet Franc 10% e Tannat 10%
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Vale de Uco
Produtor: Dominio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 14,5%
Onde comprar: Não é comercializado no Brasil
Preço médio: Sem valor no mercado nacional
Temperatura de serviço: 18°
 
 
Quem visitar a Argentina não pode deixar de passar pela Domínio del Plata e deleitar-se por toda linha de vinhos da vinícola e coroar a degustação com os 3 vinhos Nosostros.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Para celebrar o Malbec World Day abri um típico exemplar mendoncino

O Malbec World Day é celebrado no dia 17 de abril e para comemorar a data abri um Malbec típico do terroir mendoncino: o Septima Malbec 2013.
 
As comemorações da data iniciaram-se em 2011 e deste então os festejos só têm aumentado, inclusive no Brasil. Este ano, por exemplo, inúmeras lojas e importadoras ofereceram promoções de rótulos com a casta, isto sem falar nas ações que ocorreram em algumas capitais do país.
 
O vinho que abri no dia 17 é produzido pela Bodega Septima, a qual faz parte do Grupo Codorníu. Em dezembro de 1999, o Grupo Codorníu materializou seu desejo histórico de estar presente na Argentina, comprando 306 hectares de vinhedos em Luján de Cuyo, província de Mendoza. Em julho de 2000 começa a construir a bodega Septima. Hoje em dia, Septima é uma bodega moderna e com vinhedos plantados aos pés dos Andes, a 1050 m de altura sobre o nível do mar. O nome Septima corresponde a diferentes e curiosos motivos: é a sétima bodega do grupo, é o número da sorte na cultura latina, tem fácil pronúncia e também é o sétimo dia da semana, dia do repouso e do descanso.
 
O Septima Malbec faz parte da gama clássica e tradicional da Bodega Septima, representada por varietais intensos, os quais seguem a filosofia de trabalho que a caracteriza: mínimo tratamento e interferências na vinificação e envelhecimento, com utilização moderada de madeira e respeito pelos aromas primários.
 
Visualmente mostrou cor rubi violácea e lágrimas vermelhas finas e rápidas. No nariz aromas de fruta preta madura, chocolate, baunilha e tostado; o álcool a 14% sobressaiu-se um pouco, mas sem incomodar. Em boca apresentou bom corpo, com taninos firmes mostrando adstringência no início e boa acidez. Final de boca de média intensidade com notas de café e tostado aparecendo no retrogosto.
 
Um típico exemplar malbec de Mendoza, ideal para acompanhar embutidos, queijos duros e um boa e suculenta carne.

O Rótulo

Vinho: Septima
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Septima
Enólogos: Paula Borgo e Mercedes Willink
Graduação: 14%
Onde comprar em Recife: Pão de Açúcar
Preço médio: R$ 43,00 (31,00 na promoção)
Temperatura de serviço: 16°

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Nosotros: a obra prima de Susana Balbo

Degustei toda linha Nosostros da Domínio del Plata durante evento promovido pela Importadora Cantu no Restaurante La Cuisine Bistrô e nas linhas deste post irei falar sobre o Nosotros, um vinho premium que reflete toda a excelência da casta Malbec.
 
O vinho é especial e fruto de um trabalho primoroso de Susana Balbo e toda sua equipe. O Nosotros é um blend nascido de várias rodadas de degustação de vinhos provenientes dos terroirs de Agrelo, Anchoris, Altamira e Los Aboles.
 
Após concluída a seleção dos vinhos o produto final amadureceu por 18 meses em barricas de carvalho francês criteriosamente selecionadas nos melhores lotes por Susana Balbo e posterior afinamento em garrafa por mais 2-3 anos em temperatura controlada entre 13° e 15°.
 
Visualmente o vinho mostrou, apesar dos 6 anos de vida, uma cor rubi violácea denotando jovialidade, lágrimas abundantes finas e rápidas. No nariz um vinho de grande complexidade aromática, no qual pude perceber aromas de cereja, cassis, ameixa, violeta, pimenta, chocolate, café, baunilha e tostado. Em boca apresentou-se exuberante: potente, encorpado, mas sedoso; seus taninos simplesmente magníficos, aveludados e adocicados. Os sabores repetiram-se de forma fiel, com grande integração entre madeira e fruta. Final de boca persistente e inesquecível.
 
Vinho memorável e que vai ficar guardado nas minhas memórias. E, antes que eu esqueça, o belo desenho que estampa o rótulo foi desenhado a mão pela própria Susana Balbo.
 
Para harmonizar uma bela carne vermelha, mas me perdoem esse aí eu beberia gole a gole, apreciando cada gota do vinho sem nenhum acompanhamento.
 
Deste primoroso exemplar da casta malbec foram produzidos apenas 12.000 garrafas e segundo a própria Susana Balbo um vinho com estimativa de guarda de 30 anos, que podem se tornar 50 anos se a cada 10 anos forem trocadas suas rolhas.
 

O Rótulo
 
Vinho: Nosotros
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2009
País: Argentina
Região: Agrelo e Anchoris - Luján de Cuyo; Altamira - Valle de Uco; e Los Aboles - Tunuyán
Produtor: Dominio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 14,5%
Onde comprar em Recife: Cantu
Preço médio: R$ 577,00
Temperatura de serviço: 16°

terça-feira, 14 de abril de 2015

Um Malbec para você abrir no Malbec World Day

Você gosta de vinhos produzidos com a uva Malbec? Então não pode deixar de abrir um bom Malbec para comemorar o Malbec World Day. Durante evento em Recife com a Enóloga argentina Susana Balbo provei vários Malbec e hoje irei falar de um que é uma excelente opção para você abrir para brindar a uva: o BenMarco Malbec 2013.
 
O Malbec World Day acontece no próximo dia 17. A data comemora o dia mundial da Malbec e o evento é organizado pela Wines of Argentina - WofA e conta com ações em vários lugares no mundo inteiro. Para saber mais sobre a data clique aqui.
 
A linha de vinhos BenMarco tem vinhos que priorizam os aromas primários da uva no vinhedo e o frescor da fruta. São vinhos de alta concentração, expressivos e um verdadeiro tributo de Susana Balbo ao estilo de vinho tradicional argentino.
 
O BenMarco Malbec é produzido com uvas provenientes de três diferentes terroirs: Agrelo - Luján de Cuyo; Altamira - Valle de Uco e El Dique - Rivaldavia, que juntos atribuem ao vinho caráter opulento, mineral e autero e elegante.
 
Visualmente mostrou cor púrpura com lágrimas abundantes, rápidas e que tingiram as paredes da taça. No nariz vinho aromas de fruta negra madura, violetas, pimenta, café e aromas provenientes da passagem do vinho por barricas de carvalho francês e amercicano (baunilha e coco). Em boca um vinho carnudo (com repetição da fruta madura), estruturado, com taninos potentes, porém redondos em em perfeita harmonia com acidez e álcool. Final de boca longo com o café e notas de tostado aparecendo no retrogosto.
 
O vinho foi harmonizado com risoto de cordeiro, o que proporcionou o apareccimento de novos sabores ao vinho, como alfazema, nozes e toques metálicos.
 
O Rótulo
 
Vinho: BenMarco
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Agrelo, Luján de Cuyo; Altamira, Valle de Uco e El Dique, Rivaldavia
Produtor: Dominio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 14,1%
Onde comprar em Recife: Cantu
Preço médio: R$ 81,00
                                                                                               Temperatura de serviço: 16°

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

BB Balbo Malbec 2013

Ainda sobre os vinhos degustados na residência dos amigos Marcílio e Ana falo hoje sobre o BB Balbo Malbec 2013, um tipico varietal mendoncino

O vinho é produzido pela Balbo S.A, que juntamente com a Los Haroldos Bodega & Viñedos formam o Grupo Familia Falasco. Quatro princípios guiam a empresa: empresa jovem, ágil e dinâmica, sólido projeto e excelente relação preço/qualidade em seus produtos.
 
As vinícolas estão localizadas no departamento de San Martín, Zona Este de Mendoza, sendo esta a zona de maior produção vitivinícola de Mendoza, Argentina e América do Sul. O Grupo Familia Falasco recebe e processa as uvas proveniente de vinhedos próprios e uvas de terceiros provenientes de trezentos produtores.
 
Ao todo são 3.000 hectares de vinhedos conduzidos por uma equipe de Engenheiros Agrônomos e se encontram dentro dos principais oásis produtivos de Mendoza. A vinícola conta com uma capacidade de elaboração de 35 milhões de litros de vinho fino e processa, desde fevereiro até o final de abril, cerca de 40 milhões de quilos das uvas. A Familia Falasco ocupa o quarto lugar a nível nacional em quantidade de uvas processadas por ano.

Visualmente mostrou cor rubi intensa com matizes violáceas e lágrimas finas que escorreram tingindo as paredes da taça. No nariz aromas de frutas como ameixa e cereja, chocolate e menta. Em apresentou bom corpo com taninos maduros, boa acidez e repetição das notas olfativas. Final de boca de média intensidade com a fruta aparecendo no retrogosto.
 
O Rótulo

Vinho: Balbo
Tipo: Tinto
Casta: Malbec
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Vale de Uco, Mendoza
Produtor: Balbo S.A, Família Falasco
Enólogo: Enersto Peruzzi
Graduação: 13%
Onde comprar: ?
Preço médio: ?
Temperatura de serviço: 16º

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Luna Malbec 2013 #aveclevin

No último encontro da Avec le Vin eu e Fernanda levamos, para a casa dos anfritiões da vez (Rodrigo e Carol), o Luna Malbec 2013, um vinho varietal e que reproduz todas as clássicas características da casta no maior terroir argentino: Mendonza.
 
O vinho é produzido pela Bodega Finca La Anita, uma jovém vinícola com apenas 24 anos de história, porém com vinhos de excelente qualidade e que são provenientes de uvas dos seus 70 hectares de vinhedos próprios situados aos pés da Cordilheira dos Andes e do empenho dos enólogos Soledad Vargas e Sebastian della Fazia.
 
A linha Luna é a segunda linha de varietais e possui uma proposta de trazer vinhos jovens, modernos, elegantes e harmoniosos, trazendo ao consumidor o estilo da Bodega a um preço mais acessível. O Luna Malbec é vinificado por 7 dias em tanques de aço inoxidável e amadurece em barricas de carvalho de quarto uso por 5-9 meses.
 
Na taça o vinho apresentou uma cor rubi escura com intensos reflexos violáceos e boa formação de lágrimas. No nariz o vinho mostrou toda a expressão da casta: notas intensas de fruta negra como ameixa e amora, seguidas de aromas de violeta, café e baunilha, proveniente do amadurecimento em barricas de carvalho. Em boca um vinho de taninos macios, acidez de média intensida e alcool a 14,3% sobresssaindo um pouco, mas sem incomodar. Final de boca de boa intensidade e marcado pelo retrogosto cheio de fruta.
 
Um bom vinho, mas há exemplares na mesma faixa de preço que me encantam mais, como o Crios da Susana Balbo.
 
O Rótulo

Vinho: Luna
Tipo: Tinto
Casta: Malbec
Safra: 2013
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Bodega Finca La Anita
Enólogo: Soledad Vargas
Graduação: 14,5 %
Onde comprar: WINE
Preço médio: R$ 64,00 (R$ 50,00 no Cluble W)
Temperatura de serviço: 16º

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O diferente e curioso Dunamis Ar Brut Rosé #winebar #dunamis

Você conhece a Vinícola Dúnamis? Não! Então nem imagina o que está perdendo. A Dúnamis é uma jovem vinícola brasileira que nasceu em 2010 e tem como proposta produzir vinhos descomplicados, que podem ser degustados a qualquer momento.
 
Os vinhedos da Dúnamis estão situados na Campanha Gaúcha, no município de Dom Pedrito e em Cotiporã, Serra Gaúcha, onde são produzidos espumantes. No comando da produção está o Enólogo Thiago Salvadori Peterle.
 
Uma outra marca da vinícola é fugir do usual produzindo vinhos como o Merlot vinificado em branco e o espumante que é tema desta postagem, um rosé produzido com as castas Malbec e Merlot, lançamento da empresa e que nos foi apresentado no WINEBAR.
 
Visualmente o espumante apresentou cor vermelho cereja, boa formação de espuma e perlage fina e intensa. No nariz aromas intensos de frutas vermelhas. Em boca mostrou boa acidez e frescor, repetiu a fruta e mostrou notas adocicadas que me lembraram, curiosamente, sabores de produtos da cana de açúcar.
 
É um espumante diferente, curioso e leve. Os iniciantes no mundo do vinho vão adorar, pois apesar de brut tem uma pontinha adocicada que o deixa bem fácil de beber!
 
Para harmonizar eu e Fernanda encaramos um ensopado de sururu e deu super certo.
 
O Rótulo
 
Vinho: Dunamis Ar Brut
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Malbec 50% e Merlot 50%
Safra: Não safrado
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Dunamis
Graduação: 12,5%
Onde comprar: Dunamis
Preço médio: R$ 54,90
Temperatura de serviço: 6º

Nota:

O vinho foi gentilmente enviado pela Vinícola Dunamis para degustação no WINEBAR.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Club das Cartas de Vinho, o primeiro club de vinhos do Nordeste

Conferimos na noite da última quarta o lançamento do Club das Cartas de Vinho, o primeiro club de vinhos do Nordeste e o primeiro do tipo no Brasil, o qual foi lançado pela Lacomex, uma empresa que atua na área de importação e distribuição de vinhos, alimentos e demais bebidas desde 1994.
 
Ao longo dos 20 anos de existência a empresa expandiu seu mix de produtos e consolidou-se como a maior Distribuidora de Bebidas Premium de Pernambuco, tornando-se referência em distribuição no estado nos canais Food Services, varejo e atacado. Além disso é a primeira do ramo a importar vinhos por SUAPE, um dos portos mais modernos do país.
 
O club conta com a consultoria de peso do Aloisio Sotero, Diretor Financeiro e Co-Fundador da W2W e-commerce de Vinhos da Wine Vinhos e vem com uma proposta diferente em que, além dos benefícios que a maioria dos clubs proporcionam aos associados, o cliente pode degustar os seus rótulos em um dos restaurantes parceiros sem pagar taxa de rolha. Ao todo já são 18 restaurantes parceiros (confira a lista completa aqui) e até o início de outubro já serão 25, promete o proprietário Luiz Figueiredo.
 
Juntamente com o club foram lançados o portal da empresa e o e-commerce que realizará vendas para todo território nacional, tornando-se também a primeira importadora do ramo no Nordeste a possuir esse tipo de serviço.
 
O assinante poderá optar por duas diferentes categorias: Terroir Lacomex (2, 4 ou 6 garrafas) e Vintage Lacomex (apenas 2 garrafas). O Terroir Lacomex é uma seleção de vinhos para o dia a dia e que é baseada no Top 10 dos vinhos mais pedidos nos restaurantes e bistrôs participantes do Club, além de aliarem uma boa relação preço versus qualidade. O Vintage Lacomex conta com vinhos mais elaborados, com bom potencial de evolução em garrafa e são ideiais para momentos especiais.
 
A primeira edição do club, de ambas as categorias, é de vinhos franceses, todos foram servidos durante o lançamento. Confira abaixo rápidas notas sobre cada um deles, onde os dois primeiros fazem parte do Club Terroir Lacomex e o demais ao Club Vintage Lacomex.
 
Chateau du Barry 2009
 
O Chateau du Barry está localizado a 5 km ao sul de Saint-Emilion, encontrando-se ao lado sul da Guillac. O rótulo é produzido Cabernet Franc e Merlot da região de Bordeaux.
 
Visualmente o vinho apresentou cor rubi e lágrimas em boa intensidade. No nariz aromas de fruta vermelha e especiarias. Em boca mostrou taninos macios e boa acidez, mostrando ser um vinho que pede comida para acompanhar. Final de boa de média intensidade com notas de fruta levemente adocicada aparecendo no retrogosto. Vinho simples e correto.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Chateau du Barry
Tipo: Tinto
Castas: Merlot e Cabernet Franc
Safra: 2009
País: França
Região: Bordeaux
Produtor: Chateau Roc de Baoudun
Graduação: 13%
Onde comprar em Recife: Lacomex
Preço no Club: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 16º
 
Chateau Savariaud Superieur 2009
 
Vinho de cor rubi brilhante e de halo vermelho translúcido. Nariz intenso e rico em notas frutadas, seguido de toques de especiarias, leve mentolado e couro. Em boca mostrou bom corpo, taninos vivos, porém elegantes e em boa harmonia com a acidez e o álcool. Repetiu as notas olfativas e apresentou um final de boca longo com notas de pimenta e menta aparecendo no retrogosto.
Vinho de excelente custo versus benefício, diria que é um best buy esse tradicional corte bordalês. Gastronômico, pede uma carne vermelha com molho ou massas como molho denso.
 
O Rótulo

Vinho: Chateau Savariaud Superieur
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon 59%, Merlot 32%, Cabernet Franc 5% e Malbec 4%
Safra: 2009
País: França
Região: Bordeaux
Produtor: Petit Château
Graduação: 13%
Onde comprar em Recife: Lacomex
Preço no Club: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 16º 
 
Château Citran 2006

O Château Citran é classificado como um Cru Bourgeois desde 1932 e este da safra de 2006 é produzido com 50% Cabernet Sauvignon e 50% Merlot e mesmo com seus oito anos de vida ainda muito bem, obrigado.

Na taça apresentou cor rubi com halo de evolução e boa formação de lágrimas. No nariz aromas de fruta vermelha em compota, café, tabaco, couro, balsâmico e elegante e integrado tostado. Em boca mostrou-se encorpado, com taninos vivos, porém já domados e acidez de boa intensidade. Final de boca longo e com notas de cafê e balsâmicas aparecendo no retrogosto. Vinho inteiraço, equilibrado, gastronômico e ainda com uns anos de vida pela frente.

O Rótulo
 
Vinho: Château Citran
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon 50% e Merlot 50%
Safra: 2006
País: França
Região: Bordeaux
Produtor: Château Citran
Graduação: 13%
Onde comprar em Recife: Lacomex
Preço no Club: R$ 150,00
Temperatura de serviço: 16º
 
La Rose de Labégorce 2008
 
Segundo rótulo do conceituado Château Labégorce, esse tinto  é um corte bordalês clássico produzido na de denominação Margaux, sub-região de Bordeaux.
 
Visualmente mostrou cor rubi brilhante e lágrimas finas e lentas. No nariz mostrou aromas elegantes e em boa intensidade com destaque para a (cassis, ameixa e groselha), pimenta, café, menta, baunilha e couro. Em boca repetiu as notas olfativas e mostrou taninos maduros e boa acidez. Final de boca longo e equilibrado

O Rótulo
 
Vinho: La Rose de Labégorce
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon 48%, Merlot 40%, Cabernet Franc 10% e Petit Verdot 2%
Safra: 2008
País: França
Região: Margaux, Bordeaux
Produtor: Château Labégorce
Graduação: 14,5%
Onde comprar em Recife: Lacomex
Preço no Club: R$ 150,00
Temperatura de serviço: 16º 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Almaúnica Reserva Malbec 2011

Quem acompanha o blog deve ter lido a postagem Os Encantos da Serra Gaúcha, na qual eu e Fernanda tratamos sobre as principais atrações de Gramado e Canela, lá citamos dois restaurantes que visitamos.
 
Na nossa segunda noite em Gramado fomos ao restaurante El Fuego, que tem como especialidade a famosa sequência de fondue, que aliás é bem comum nos restaurantes da cidade. Para acompanhar a parte salgada dessa maravilha escolhi o vinho Almaúnica Reserva Merlot 2011, mas só após servido foi que percebi que tratava-se de um malbec, tudo bem pois o vinho estava excelente, claro que a companhia, o clima e o ambiente contribuíram muito.

O vinho é produzido pela Vinícola Almaúnica, fundada em 2008 e que tem em seu DNA uma paixão secular pelos vinhos. Ela foi criada pelos irmãos gêmeos Magda e Márcio Brandelli, que recebeu a companhia da esposa, Denise, a qual conheceu durante a formação no Curso Superior de Viticultura e Enologia na cidade de Bento Gonçalves. Filhos de Laurindo e Doracy, os irmãos montaram uma empresa que alia a tradição familiar na cultura do vinho com propostas inovadoras, embasadas na vontade de elaborar produtos nos quais se expressa todo o amor e carinho pelas videiras e arte de elaborar vinhos com alegria e prazer.
 
Engraçado que depois de provar o vinho, colocamos a vinícola no nosso roteiro de visitas no Vale dos Vinhedos, mas infelizmente não sobrou tempo para ela. Outro fato curioso é que só após procurar informações sobre a Almaúnica foi que descobri que os proprietários são irmãos do Ademir Brandelli, que junto com Laurindo dirigem a Vinícola Don Laurindo.

O vinho é um 100% Malbec que foi elaborado com uvas provenientes de um único vinhedo e com baixa produção por planta para aportar mais complexidade ao vinho.  Sua maturação ocorreu por 12 meses em barris de carvalho 50% franceses e 50% americanos.

Visualmente apresentou uma cor rubi violácea, profunda e brilhante com uma formação de lágrimas daquelas que tinge a parede da taça. No nariz apresentou aromas de frutas vermelhas e negras, pimenta seca, chocolate, baunilha e elegante tostado. Em boca repetiu as notas olfativas e mostrou boa estrutura, taninos macios e em bom equilíbrio com a acidez e o álcool. Final de boca longo com a fruta aparecendo no retrogosto.


O Rótulo

Vinho: Almaúnica Reserva
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Vinícola Almaúnica
Graduação: 13%
Onde comprar: Almaúnica
Preço: R$ 45,00 (R$ 70,00 no El Fuego)
Temperatura de serviço: 16º

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Melhor o Lidio Carraro Faces Tinto World Cup 2013 com Nachos que o jogo azedo

Dando continuidade a brincadeira em dias de jogos do Brasil na primeira fase da copa do mundo eu, Fernanda, Juberlan, Marcílio e Rejane abrimos o Lidio Carraro Faces Tinto World Cup 2013 e para acompanhar Fernanda preparou nachos e foi o que valeu na tarde de ontem, pois o jogo foi bem azedo. 
 
Vinho é um corte de 11 uvas, como um time de futebol, uma bela jogada de marketing e que conquistou a FIFA. Um pouco da história deste vinho pode ser encontrada em outra postagem, na qual comentei sobre a safra de 2012.
 
Na taça o vinho mostrou cor rubi escura com lágrimas densas e lentas. No nariz notas de fruta vermelha madura, violetas, tostado e um interessante aroma de madeira envernizada (como os antigos móveis de mogno), percebido pelo Juberlan. Em boca mostrou corpo médio com taninos leves e bom frescor. Final de boca de média intensidade e com a fruta e os tostado aparecendo no retrogosto.
 
O Faces tinto é um vinho tranquilo e mais uma vez mostrou bom equilíbrio, a harmonização não foi das melhores, mas foi melhor que o jogo entre o Brasil e o México.
 
Agora nos resta o último jogo, que pode ser melhor, pois enfrentaremos uma seleção já desclassificada. Mas, mesmo que o jogo não dê liga, uma coisa é certa, aqui vai ter vinho.

O Rótulo

Vinho: Lidio Carraro Faces World Cup
Tipo: Tinto
Castas: Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat, Teroldego, Touriga Nacional, Nebbiolo, Alicante, Ancellotta, Tempranillo, Malbec e Pinot Noir
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Lidio Carraro
Enólogo: Mônica Rossetti
Graduação: 13%
Onde comprar em Recife: RM Express
Preço: R$ 49,00 (Este, R$ 32,00 na Wine)
Temperatura de serviço: 15º

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sottano Reserva Malbec 2011 #malbecworldday

17 de abril é o dia mundial da Malbec, data criada pela Wines of Argentina - WofA para celebrar a casta tinta ícone do país e por aqui não poderia deixar essa data passar em branco, então resolvi celebrá-la em duas oportunidades diferentes: na primeira com um vinhos com um Malbec da região de origem: Cahors, França: relembre e, na véspera da data com um exemplar argentino: Sottano Reserva.
 
O rótulo é produzido pela Bodega Sottano na região de Luján de Cuyo. A vinícola foi fundada por Don Fioravante Sottano em 1890. A produção de vinhos é limitada e focada em exemplares de alta qualidade e pude comprovar isso com o vinho na taça.
 
Para a produção deste vinho as uvas foram colhidas à mão na primeira quinzena de abril, cortadas uma a uma e depositadas em caixas de 12 quilos. Em seguida passaram duas vezes por uma rigorosa seleção, restando apenas uvas em excelente estado, o que demonstra um trabalho detalhado de elaboração, eliminando assim todos os riscos de um sabor indesejável,para se chegar a um grande vinho.
 
Com o fim do processo de vinificação o líquido passou por 12 meses de envelhecimento em barricas de carvalho, sendo 70% em carvalho francês e o restante em barricas de carvalho americano.
 
Na taça apresentou cor rubi intensa, quase negra, com reflexos violeta e lágrimas grossas e lentas. No nariz intenso, mostrando fruta madura, pimenta seca (preta e vermelha), violeta e elegante tostado. Em boca encorpado e estruturado. Repetiu as notas olfativas e mostrou taninos maduros, excelente acidez e em bom equilíbrio com os incríveis 14,9% de álcool, que não incomodaram em nenhum momento. Final de boca longo com fruta em compota, chocolate e tostado aparecendo no retrogosto.
 
Vinhaço: potente e gastronômico são duas palavras que o definem bem. Com excelente custo benefício aqui em Recife, pois vi em três lojas virtuais pelo dobro do preço.

Harmonizamos com polpetone e arroz selvagem com amêndoas preparado por Fernanda e ficou bem interessante.
 
O Rótulo
 
Vinho: Sottano Reserva
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Luján de Cuyo, Mendoza
Produtor: Bodega Sottano
Enólogo: Luiz Berraud
Graduação: 14,9%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 56,00
Temperatura de serviço: 18°