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domingo, 25 de março de 2018

O irretocável Torcicoda Primitivo 2015

Não sou fã de vinhos com a uva Primitivo, talvez porque as minhas experiências com exemplares com esta casta tenham sido decepcionantes, mas uma coisa é certa: provei o Torcicoda Primitivo 2015 e fiquei apaixonado pelo vinho, simplesmente primoroso.
 
O vinho é produzido pela Tenuta Tormaresca, que faz parte do famoso grupo Marchese Antinori, das maiores grifes do vinho italiano, em uma zona denominada Salento (literalmente o salto da mota no mapa da Itália), uma das denominações de origem da uva Primitivo na Puglia.
 
O Torcicoda é um 100% primitivo, que teve 10 meses de amadurecimento em barricas de carvalho francês e húngaro e mais 8 meses em garrafa.
 
Vamos ao vinho!
 
Na taça apresentou cor vermelho rubi intenso, brilhante, com reflexos violáceos e intensa formação de lágrimas.
 
No nariz o vinho mostrou aromas intensos, marcado por notas de frutas vermelhas, acompanhadas de notas de especiarias, baunilha e elegante tostado.
 
Em boca um vinho de corpo médio, com taninos potentes, porém redondos e em bom equilíbrio  a acidez e o álcool. Repetiu as notas olfativas e apresentou final de boca com boa persistência e as notas da fruta e do tostado aparecendo no retrogosto.
 
Vinho elegante, potente, redondo, enfim: irretocável!
 

O Rótulo

Vinho: Torcicoda
Tipo: Tinto
Castas: Primitivo
Safra: 2015
País: Itália
Região: Salento - Puglia
Produtor: Tenuta Tormaresca
Graduação: 14%
Onde comprar: Winebrands
Preço Médio: R$ 150,00
Temperatura de serviço: 18º
Degustado em: 12.01.2018

domingo, 1 de outubro de 2017

Club des Sommeliers Reserva Riesling 2015 #cbe

Outubro chegando e com ele o nosso vinho para a primeira e única confraria virtual do Brasil, a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE.
 
Parece que foi ontem, mas o vinho do décimo mês do ano é nada mais nada menos que o sexagésimo quinto que comento para esta distinta confraria. Que venham muitos outros!
 
O tema do mês foi proposto pelo confrade Deco Rossi do Blog EnoDeco que sugeriu: "Com este calor do Saara, pensei num branco! Que tal Rieslings de até R$ 100?".
 
Por aqui os vinhos com esta casta não são tão fáceis de encontrar, mas fui ao garimpo e encontrei um Club des Sommeliers Reserva Rieslinho, vinho que julgo ser um bom custo versus benefício. Produzido para o Grupo Pão de Açúcar, pela Viña Carta Vieja S.A, fundada em 1825 e é a mais emblemática da família Pedregal.
 
Vamos ao vinho!
 
Na taça apresentou cor amarelo palha, com boa limpidez e lágrimas finas e lentas.
 
No nariz o vinho mostrou aromas intensos e rico em notas de frutas cítricas e de flores brancas, seguido de notas sutis de coco e tostado, proveniente da passagem por 3 meses em barricas de carvalho.
 
Em boca um vinho de corpo leve, com boa acidez e frescor. Repetiu as notas olfativas e apresentou final de boca com boa persistência e o floral e o coco aparecendo no retrogosto.
 
Vinho correto, com bom frescor, que combina com esse calorão que faz em nossa terra brasilis.
 
O Rótulo
 
Vinho: Clube des Sommeliers Reserva
Tipo: Branco
Castas: Riesling
Safra: 2015
País: Chile
Região: Vale do Maule
Produtor: Viña Carta Vieja S.A.
Graduação: 13%
Onde comprar: Pão de Açúcar
Preço Médio: R$ 48,00 (R$ 33,00 na promoção no programa de fidelidade da marca)
Temperatura de serviço: 10º
Degustado em: 26.09.2017

sábado, 9 de setembro de 2017

One Bottle of Red 2015

Sou fã da Cabernet Sauvignon! Dos vinhos com esta casta prefiro os mais encorpados e com passagem por barricas de carvalho, mas os vinhos mais jovens e fáceis de beber também me agradam.

Um desses vinhos jovens que vale cada gole é o One Bottle Red, produzido pela vinícola chilena One Bottle. No Brasil é importado pela Winebrands.

O One Bottle Red é produzido com as castas cabernet sauvignon e um toque de merlot provenientes, ao que parece, de mais de uma região do chile e não possui passagem por barricas de carvalho.

Na taça apresentou cor rubi escura, límpida e brilhante, halo vermelho e boa formação de lágrimas.
 
No nariz o vinho mostrou notas ameixa, amora e morango, seguido de notas herbáceas e de especiarias bem sutis.
 
Em boca um vinho de corpo médio, com taninos sedosos, boa acidez e álcool na medida certa. Uma explosão de frutas frescas deram a sensação gustativa de vinho jovem. Final de boca de boa persistência.
 
Um cabernet fácil de agradar e uma boa companhia para pratos descontraídos. Nós harmonizamos com pães sírios caseiros e caponata.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: One Bottle of Red
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon 87,5% e Merlot 12,5%
Safra: 2015
País: Chile
Região: Vinhedos do Chile
Produtor: One Bottle
Graduação: 13%
Onde comprar: WINEBRANDS
Preço Médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 16º
Degustado em: 20.06.2017

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Passatempo Douro DOC 2015 #cbe

Todo início de mês tenho o compromisso especial de comentar sobre um vinho para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE e esse mês o Gil Mesquita do blog Vinho Para Todos e também fundador desta distinta confraria tornou a tarefa mais agradável ao sugerir aos confrades que degustássemos um tinto do Douro, de qualquer faixa de preço.
 
Os vinhos portugueses estão no topo da pirâmide na minha lista de preferências e sempre é um prazer abrir uma garrafa de vinho das regiões vitinícolas do país ibérico.
 
Inicialmente iria falar sobre o vinho Flor das Tecedeiras 2014, mas o confrade Gil publicou sobre o vinho, então decidi publicar sobre o best buy Passatempo Douro DOC 2015, produzido pela JAWS.

Na taça apresentou cor vermelho rubi intenso e brilhante, com reflexos violáceos e lágrimas finas e rápidas.

No nariz um vinho rico em aromas  de fruta vermelha, seguido de notas de pimenta e especiarias.
 
Em boca um vinho de corpo médio, com taninos sedosos e boa acidez. Repetição das notas frutadas e final de boca de médias intensidade com frescor e leve picancia no final de boca.
 
Um vinho versátil, super tranquilo, fácil de beber e que acompanha bem as situações e os pratos do nosso cotidiano.
 
O Rótulo
 
Vinho: Passatempo
Tipo: Tinto
Castas: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca
Safra: 2016
País: Portugal
Região: Douro
Produtor: JAWS
Graduação: 13%
Onde comprar: Evino
Preço Médio: R$ 30,00
Temperatura de serviço: 16º

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2015 #cbe

Dia do trabalhador é dia de colocar as pernas para o ar, de curtir em família e também de por em dia os vinhos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. - CBE. Essa foi a sugestão da Fabiana Gonçalves.

Fui consultar meus arquivos e vi que tenho uma dúvida menor que pensava é maior que gostaria. Estou com três publicações em atraso e hoje diminuo minha dívida com o tema de agosto de 2016, que foi: "Espumante Brut Rosé do Novo Mundo, elaborado pelo método tradicional, sem faixa de preço", proposto pelo Marcelo Galvão do blog Agenda de Vinhos.

Minha escolha foi o Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé, produzido pelo método tradicional na Serra Gaúcha pela gigante e que dispensa apresentações: Miolo.

Na taça apresentou cor rosá clara, límpida, com boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.

No nariz mostrou boa intensidade de aromas, marcados pela fruta vermelha (morango e cereja) seguido de notas florais e de levedura e pão tostado.

Em boca um espumante leve e refrescante, com acidez de média intensidade e boa cremosidade. Repetiu as notas olfativas com destaque para as frutas. Final de boca de média persistência e agradável frescor.

O Rótulo 

Vinho: Miolo Cuvée Tradition Brut
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Chardonnay e Pinot Noir
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo 
Graduação: 12%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 8°

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Para acompanhar o bacalhau das festas de fim de ano: Catarina 2015 #cbe

O primeiro post de cada mês é destinado ao vinho degustado para a primeira e única confraria virtual do Brasil: Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, só que a ideia é que coloquemos as impressões sobre a nossa escolha no primeiro dia de cada mês, mas estes mês estou chegando com um baita atraso.
 
O tema do mês foi sugerido pelo Felipe Silva do Blog BebadoVinho que nos colocou a garimpar: Como no fim do ano o pessoal gosta de saborear um bacalhau (eu me incluo), e como geralmente a noite de natal é uma noite quente, que tal um vinho branco português para acompanhar? De preferência feito com a uva Arinto (varietal ou com ela na composição). Mas caso não encontre, qualquer branco português está valendo.
 
Não encontrei um varietal com a casta Arinto, mas encontrei um vinho de lote (como são chamados os vinhos de corte em portugal) com a casta na composição e que a há muito queria degustar: o Catarina 2015.
 
Exemplar produzido pela gigante Quinta da Bacalhôa, que está presentem em 7 regiões vitícolas portuguesas, com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vinícos.
 
Neste vinho, produzido com Fernão Pires, Arinto e Chardonnay, o mosto das duas primeiras castas fermentaram separadamente em depósitos de aço inox; o Chardonnay fermentou em barricas de madeira nova de carvalho francês tendo estagiado nessas mesmas barricas 4 meses e meio com batonnage.
 
Na taça mostrou cor amarelo palha, límpido e brilhante. Formação de lágrimas finas e rápidas.
 
No nariz apresentou aromas intensos e delicados, marcados por notas de frutas amarelas (pêssego e abacaxi), seguido de notas florais, minerais e tostado.
 
Em boca um vinho apresentou corpo médico, acidez refrescante, interessante mineralidade e repetição das notas olfativas. Final de boca longo, complexo, com delicioso frescor e a fruta dominando o retrogosto.
 
Vinho delicioso e que ainda vai ganhar um pouco mais com a guarda em garrafa. Foi um par perfeito para o bacalhau e as batatas ao murro preparados por Fernanda.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Catarina
Tipo: Branco
Castas: Fernão Pires, Arinto e Chardonnay
Safra: 2015
País: Portugal
Região: Península de Setúbal
Produtor: Quinta da Bacalhôa
Graduação: 14%
Onde comprar: RM Express
Preço Médio: R$ 65,00
Temperatura de serviço: 10º
Degustado em: 04.12.2016

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Gato de "Botas" Carménère 2015 #cbe

Primeiro dia do mês começando e com ele o penúltimo vinho do ano para Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, cujo tema foi escolhido pela conterrânea Fabiana Gonçalves do site Escrivinhos e que agora é a nova comandante da nossa confraria virtual, sucesso para ela nesse novo desafio de gerir a primeira e única confraria virtual do Brasil.
 
E o tema foi: "´Garimpar´ alguma coisa legal, com um precinho camarada. Então, que tal procurar nas prateleiras das lojas ou mercados uma boa oferta? O ideal é que seja até R$ 40.
 
Um tema que, com certeza, agrada a qualquer enófilo, pois gostamos de vinho e bons vinhos a preços justos é o que queremos.

Pensei bastante em que vinho comentar, tenho alguns na adega que foram verdadeiras pechinchas, mas que com a alteração na forma de tributação já não mais se enquadram no valor do tema, então terminei por escolher um vinho campeão de vendas no país: Gato Negro.
 
O rótulo é conhecido por muitos e pode ser facilmente encontrado nos supermercados na faixa dos R$ 35,00 em média, um valor alto para o mesmo, já que tinha um preço médio na casa dos R$ 20,00.
 
O Gato Negro é produzido pela Viña San Pedro, fundada em 1865 pelos irmão Correia Albano, no Vale do Curicó é a segunda maior exportadora do Chile.

O nome "Gato Negro" partiu de uma estória a qual menciona uma degustação numa vinícola alemã entre enólogos que decidiam entre 3 barricas, e inesperadamente foram surpreendidos por um "schwartze katze" (gato negro) que saltou em uma delas e então a barrica foi "eleita".
 
Inspirado nesta simpática estória o nome "gato negro" foi adotado pela Viña San Pedro para representar uma linha de vinhos leves, frutados e fáceis de beber. Um perfeito companheiro para o dia-a-dia.
 
O Gato de Botas (como gosto de chamar o vinho), que escolhi é um 100% carménère e vamos ao vinho!
Na taça mostrou cor rubi com reflexos violáceos e boa formação de lágrimas.
 
No nariz apresentou aromas de fruta negra, seguido de notas herbáceas sutis, especiarias e discreto tostado.
 
Em boca um vinho apresentou corpo médico taninos macios e boa acidez. Repetiu as notas olfativas. Final de boca com média persistência com notas frutadas e de tostado no retrogosto.
 
Vinho simples, correto e o que é melhor sem aquele excesso de pimentão verde tão comum a muitos vinhos produzidos com a carménère.
 
O Rótulo
 
Vinho: Gato Negro
Tipo: Tinto
Castas: Carménère
Safra: 2015
País: Chile
Região: Vale Central
Produtor: Viña San Pedro
Enólogo: Carlos Chandía
Graduação: 13,5%
Onde comprar: RM Express
Preço Médio: R$ 32,00
Temperatura de serviço: 16º

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Provamos o lançamento da Salton produzido na Argentina

Há poucos minutos participei de mais uma edição do Winebar comandada pelo Daniel Perches (Vinhos de Corte) e pelo Alexandre Frias (Diário de Baco), que transmitiram, diretamente da Salton no Vale do Rio das Antas, um bate papo super descontraído com o Enólogo Gregório Salton.
 
Foram degustados o Salton Classic Malbec 2015, o Salton Paradoxo Cabernet Sauvignon e o Salton Intenso Licoroso. Neste post irei discorrer apenas sobre o primeiro rótulo e para saber mais sobre os outros dois vinhos é só ficar ligado no blog.
 
O Salton Classic Malbec faz parte da mais antiga linha de vinhos da  vinícola, mas para esse exemplar em especial a empresa traz um diferencial: o vinho foi elaborado na região referência na produção de Malbec - a província de Mendoza, na Argentina.
 
A tradição da linha Classic traz o vinho para o nosso cotidiano, valorizando o mais simples dos momentos. São nove rótulos para os mais diversos paladares. Para o lançamento deste Malbec, fizemos uma seleção onde ele melhor se expressa, aos pés da Cordilheira dos Andes. Unimos as características únicas desta apreciada região com a tradição da linha Salton Classic”, explica o enólogo Gregório Salton.
 
Trata-se de uma coelaboração entre a vinícola gaúcha e o grupo argentino Peñaflor, reconhecido como um dos 10 principais produtores de vinho do mundo.
 
Vamos ao vinho!
 
Na taça mostrou cor vermelho rubi violácea, lágrimas finas, abundantes e lentas.
 
No nariz apresentou aromas de fruta fresca madura, seguidos de notas de compota e frutos seco.
 
Em boca um vinho corpo médio com taninos macios e levemente adocicados, boa acidez e álcool a 13% sem incomodar. Repetiu as notas frutadas. Final de boca de média intensidade.
 
Vinho jovem, tranquilo, fácil de beber e que vai agradar os iniciantes. E com o preço cobrado na loja mostra-se como uma boa opção para o dia a dia.

Harmonizamos com uma empanada de carne preparada por Fernanda.
 

O Rótulo
 
Vinho: Salton Classic
Tipo: Tinto
Castas: Malbec
Safra: 2015
País: Argentina
Região: Mendoza
Produtor: Salton
Enólogo: Gregório Bircke Salton
Graduação: 13%
Onde comprar / Importador: Salton / Salton
Preço Médio: R$ 21,00
Temperatura de serviço: 18º
Degustado em: 18.07.2016


Informações:

A caixa com 6 garrafas do vinho custa R$ 122,00 na loja da Salton, mas este foi gentilmente enviado pela Vinícola em ocasião do Winebar.

Para saber como foi a degustação basta clicar aqui.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Leopoldina Premium Chardonnay 2015 #cbe

Sabe aquele dia no qual publico um vinho especialmente para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE? Esse dia chegou e com ele o Leopoldina Premium Chardonnay 2015, o meu quinquagésimo exemplar comentado para a primeira e única confraria virtual do Brasil.
 
O tema deste mês foi sugerido pelo Tiago Bulla do blog Universo dos Vinhos, que foi: "degustarmos um belo chardonnay, sem passagem por madeira, de qualquer país e preço, mas já que o tema foi 'fácil', não vale corte, só varietal".
 
Nada melhor que um tema desses para degustar um vinho produzido com a rainha das brancas e sem interferência das barricas, nos proporcionando um néctar que preserva as características da uva.
 
Não são comuns os exemplares desta casta sem passagem por barricas de carvalho, até os mais simples costumam ter um breve amadurecimento em madeira de todo ou parte do líquido, mas fui a busca e consegui encontrar este exemplar da linha Leopoldina Terroir da gigante nacional Casa Valduga.
 
As uvas são selecionadas e em seguida é realizado o desengace das uvas frescas, seguido por maceração em frio e prensagem descontínua e delicada. Posteriormente é realizada a limpeza estática do mosto e adicionadas leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae, dando início a fermentação alcoólica com temperatura de 15º a 16ºC. Por fim é realizada estabilização tartárico, filtração e engarrafamento.
 
Vamos a nossa análise:
 
Na taça apresentou cor amarelo palha com reflexos esverdeados, boa limpidez e lágrimas finas e lentas.
 
No nariz um vinho de aromas delicados e de boa intensidade, evidenciando-se notas de frutas frescas como maça e pera, seguido de notas de abacaxi e maracujá.
 
Em boca mostrou corpo médio, boa acidez e bom equilíbrio com o álcool. Bom frescor e deliciosa untuosidade. Final de boca de media persistência e com repetição das notas do abacaxi aparecendo no retrogosto.
 
Vinho refrescante e untuoso, fácil de se gostar e de beber.
 
Foi bem com a noite quente e com iscas de frango e queijo gouda.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Leopoldina Premium
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Graduação: 12%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 41,00
Temperatura de serviço: 8°
 

terça-feira, 5 de maio de 2015

A regularidade do Salton Prosecco #winebar #salton

O vinho nacional tem evoluído bastante e o que já era bom vem mantendo e/ou melhorando a qualidade, mostrando regularidade no processo de vinificação, o que é o caso do Salton Prosecco Brut, que figurou aqui no blog como o centéssimo vinho comentado lá em 2013: relembre e hoje está volta depois de mais de 300 vinhos comentados por aqui.
 
O vinho foi degustado no Winebar com lançamentos da Salton transmitido diretamente da bela sede da da Vinícola situada no não menos belo Vale do Rio das Antas, com a participação do Lucindo Copat, enólogo chefe da empresa.
 
O Salton Prosecco  Brut é  elaborado 100% com a uva Prosecco, o vinho é fermentado a 17ºC com leveduras selecionadas durante 1 mês. A segunda fermentação ocorre pelo método Charmat (autoclaves) durante aproximadamente 1 mês e meio, a uma temperatura de 12ºC.
 
Visualmente apresentou cor amarelo esverdeada bem clara e brilhante, boa formação de espuma e perlage fina e em boa quantidade. Um nariz intenso e rico em aromas frutado e floral, acompanhado de decisioasas notas de pão tostado. No palato um espumante jovem, leve, fresco e de boa acidez. Final de boca de média intensidade com o floral e pão torrado aparecendo no retrogosto.
 
Vinho bem feito, fácil de beber, delicado e suave. Vai bem como aperitivo mas também acompanha bem peixes, canapés e sopas de legumes. Vale muito a compra e não deixa nada a deseja quando comparado com os Prosecco italianos.

O Rótulo

Vinho: Salton Prosecco Brut
Tipo: Espumante Branco
Casta: Glera (Prosecco)
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Enólogo: Lucindo Copat
Graduação: 11,5%
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 32,00
Temperatura de serviço: 6° - 8°

Nota:

O vinho foi gentilmente enviado pela vinícola Santon para degustação no Winebar.