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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2015 #cbe

Dia do trabalhador é dia de colocar as pernas para o ar, de curtir em família e também de por em dia os vinhos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. - CBE. Essa foi a sugestão da Fabiana Gonçalves.

Fui consultar meus arquivos e vi que tenho uma dúvida menor que pensava é maior que gostaria. Estou com três publicações em atraso e hoje diminuo minha dívida com o tema de agosto de 2016, que foi: "Espumante Brut Rosé do Novo Mundo, elaborado pelo método tradicional, sem faixa de preço", proposto pelo Marcelo Galvão do blog Agenda de Vinhos.

Minha escolha foi o Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé, produzido pelo método tradicional na Serra Gaúcha pela gigante e que dispensa apresentações: Miolo.

Na taça apresentou cor rosá clara, límpida, com boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.

No nariz mostrou boa intensidade de aromas, marcados pela fruta vermelha (morango e cereja) seguido de notas florais e de levedura e pão tostado.

Em boca um espumante leve e refrescante, com acidez de média intensidade e boa cremosidade. Repetiu as notas olfativas com destaque para as frutas. Final de boca de média persistência e agradável frescor.

O Rótulo 

Vinho: Miolo Cuvée Tradition Brut
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Chardonnay e Pinot Noir
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo 
Graduação: 12%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 8°

sábado, 30 de abril de 2016

.Nero Brut, uma excelente opção de espumante

Sabe aquele espumante que você bebe e não quer parar de sentir seus sabores? É o caso do .Nero Brut, produzido pela Domno do Brasil, um braço da gigante Casa Valduga.
 
O espumante é produzido com chardonnay, pinot noir e riesling pelo método charmat, assim como todos da Domno do Brasil.

Na taça apresentou cor amarelo palha, boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.
 
No nariz mostrou aromas de frutas brancas como abacaxi e pera e maçã.
 
Em boca  apresentou-se cremoso e com uma deliciosa e refrescante acidez. Boa persistência e final de boca repetindo as notas frutadas.
 
Posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que é um  dos melhores custo versus benefício no quesito espumantes nacionais produzido pelo método charmat.
 
O Rótulo

Vinho: .Nero Brut
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay 60%, Pinot Noir 30% e Riesling 10%
Safra: Não Safrado
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Domno do Brasil
Graduação: 12%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 6°
Degustado em: 09/02/2016
Premiações: Medalha de Ouro no Chanllenge International du Vin, Top Ten e Medalha de Ouro no Effervescents du Monde

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Arte Tradicional 12 Meses

Encontrar boas opções de vinho abaixo de R$ 50,00 não é tarefa fácil, mas eles existem e um deles é o Arte Tradicional 12 Meses, um espumante produzido pelo método Champenoise pela Casa Valduga.
 
Na elaboração são usadas apenas as melhores parcelas de uvas de cada safra. O coorte é composto por Chardonnay e Pinot Noir e o espumante é maturado por 12 meses nas belas caves subterrâneas com remuage em pupitres.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha com reflexos dourados, boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistentes.
 
No nariz mostrou boa intensidade de aromas, com destaque inicial para maçã, pera e abacaxi, seguido de notas de damasco, nozes, fermento e pão tostado.
 
Em boca uma deliciosa cremosidade apareceu em harmonia com uma refrescante acidez. Final de boca persistente e com as notas provenientes da segunda fermentação aparecendo no retrogosto.
 
A harmonização ficou por conta de um papo descontraído com amigos e um delicioso ensopado de aratu.


O Rótulo

Vinho: Arte Tradicional 12 Meses
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Graduação: 11,5%
Onde comprar em Recife: DLP
Preço médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 6°

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Pinot Noir da Campanha Gaúcha com boa tipicidade e abaixo dos 30 pilas #winebar

Dentre as inúmeras coisas que os enófilos procuram a que com certeza é comum a todos: um bom vinho com um preço justo. Graças ao Winebar e a Salton tive a oportunidade de conhecer mais um vinho com essas características no último dia 29 na degustação online do Winebar.
 
Na ocasião foram apresentados, pelo enólogo Gregório Bircke Salton, três lançamentos da Vinícola Salton: Salton Évidence Brut, já comentado aqui; Paradoxo Pinot Noir; e o Salton Gerações "Nini" Salton.
 
O Salton Paradoxo é produzido com uvas provenientes da Campanha Gaúcha, um terroir do Brasil que mais tem se destacado nos últimos anos.
 
As uvas passam por maceração fria em cubas de aço inox por 5 dias e em seguida são prensadas e passam para barricas de carvalho francês, onde ocorre a fermentação do liquido e é realizada clarificação espontânea e envelhecimento por 12 meses. Após este tempo o vinho é engarrafado.
 
Na taça o vinho apresentou cor rubi de média intensidade com reflexos violáceos, halo vermelho claro e lágrimas finas e rápidas.
 
No nariz mostrou aromas de boa intensidade com presença da fruta vermelha fresca, especiarias, notas terrosas e de tostado bem integradas ao conjunto.
 
Em boca apresentou corpo leve-médio, com taninos suaves e acidez de boa intensidade e conferiram frescor ao vinho. Repetiu as notas olfativas. Final de boca de média intensidade com a fruta e notas provenientes da passagem por barricas aparecendo no retrogosto.
 
Um vinho super bem feito, equilibrado e honesto. O preço R$ 26,50, mais um belo atrativo do líquido.
 
Harmonizou super bem com mini canelones de linguiça defumada e queijos de massa mole.

 
O Rótulo

Vinho: Salton Paradoxo
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2014
País: Brasil
Região: Campanha
Produtor: Salton
Graduação: 13,5%
Enólogo: Lucindo Copat
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 26,50
Temperatura de serviço: 16°

 
 
Nota:

1. O vinho foi enviado pela Vinícola Salton em ocasião do WINEBAR com os lançamentos da Vinícola Salton em 2015.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Bella Vista Estate Pinot Noir, mais um vinho que destaca-se no terroir da Campanha

A pinot noir está entre as minhas castas favoritas e sempre que encontro um exemplar bem avaliado e dentro de uma faixa de preço atrativa não exito em comprar. Isto foi exatamente o que aconteceu quando passeava por entre os vinhos em uma rede de supermercado da cidade e vi o Bella Vista Estate em promoção.
 
O rótulo é produzido pela Bueno Wines na Bella Vista Estate, um projeto pessoal do narrador Galvão Bueno em parceria com a Miolo  e que foi fundada em 2009, na região do Seival, na Campanha Gaúcha, um dos terroir que mais tem se destacado no Brasil. A Bella Vista Estate encontra-se no paralelo 31, a mesma latitude dos vinhos produzidos na Argentina, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul.
 
O primeiro vinho do projeto foi lançado em 2010: um corte bordalês, o Bueno Paralelo 31, o qual já passou por aqui duas vezes: relembre. O sucesso foi imediato e, com ele, o incentivo para expandir os horizontes. Assim, Galvão lançou dois novos rótulos: o Bueno Bella Vista Pinot Noir e o Bueno Bellavista Sauvignon Blanc.
 
Galvão Bueno ampliou ainda mais seus horizontes e hoje também produz vinhos na região de Montalcino, na Toscana em parceria com Roberto Cipresso.
 
Para a produção do Bella Vista Estate Pinot Noir foi realizada seleção dos cachos que posteriormente passaram por desengace sem esmagamento e enchimento do tanque de aço por gravidade e maceração pré-fermentativa por 3 dias com pigeage diário, seguido de fermentação alcoólica e maceração a temperatura controlada. Finda a fermentação realizado o descube e separação do vinho flor do vinho prensa e realizada fermentação malolática espontânea e amadurecimento em barricas de carvalho francês por 6 meses.

Na taça apresentou cor rubi de média intensidade, com halo vermelho claro e lágrimas finas, rápidas e translúcidas.

No nariz mostrou aromas elegantes e de boa intensidade e complexidade, sendo percebidas notas de fruta vermelha (cereja e morango), especiarias, notas terrosas (folhas secas e terra molhada), chocolate, tabaco e delicadas notas de tostado.

Em boca apresentou-se equilibrado, redondo e macio. Repetiu a elegância e complexidade aromática e sua boa acidez atribuíram frescor e vocação gastronômica ao líquido. Final de boca seco, persistente com a fruta e as notas provenientes da passagem por barricas de carvalho concluindo uma dança de sabores no retrogosto.
 

O Rótulo

Vinho: Bella Vista Estate
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2011
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Bueno Wines
Graduação: 13,5%
Enólogo: Miguel Almeida
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 65,00 (R$ 45,00 na promoção)
Temperatura de serviço: 16°

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Salton Évidence Natural Brut #cbe #winebar

A correria está tão grande que por pouco não ficamos sem tema na Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, mas aos 45min do 2° tempo a confreira Alessandra Esteves deu a ideia de bebermos um Espumante, que foi acatada pelos demais confrades que estavam ávidos por um tema.

Um belo tema para esta primavera com cara de um potente verão. Não nego que se pudesse beberia um espumante por dia para aplacar esse calor e alegrar os dias, os quais tem sido tão cheio de más notícias.

Para o tema do mês escolhi o Salton Évidence Natural Brut que foi degustado ontem no WINEBAR, um espumante que foi recentemente lançado no mercado com uma repaginação tanto no rótulo quanto no tempo de segunda fermentação em garrafa, o qual passou de 12 meses para 24 meses.

O Vinho é proveniente de mosto flor extraído em prensas  pneumáticas, e fermentado a baixa temperatura com fermentos selecionados. 20% deste mosto foi fermentado e mantido com suas  leveduras em barricas de carvalho francês por um período de 6 meses.  Os vinhos foram elaborados separadamente e assim conservados. Antes da  tomada de espuma foi realizado o corte observando-se seu aroma, estrutura  para o envelhecimento e harmonia do sabor. Tomada de Espuma: Refermentado na garrafa (Método Champenoise) a uma temperatura de 10°C e permanência com suas leveduras (lisis) por um período de 24 meses.

Na  taça apresentou cor amarelo para com reflexos dourados, formação de espuma em média intensidade e perlage fina de média duração.

No nariz o espumante mostrou aromas de frutas cítricas e  flores brancas,   pão torrado, mel, baunilha e fermento.

Em boca o vinho mostrou corpo médio com boa cremosidade e acidez refrescante, mas sem perder o caráter mais sério conferido pelo tempo de fermentação em garrafa. Final de boca seco, cremoso e com repetição das notas olfativas.

O espumante fez um Casal Perfeito com um delicioso risoto de camarão preparado por minha personal chefe.


O Rótulo

Vinho: Salton Évidence Natural Brut
Tipo: Espumante
Castas: Pinot Noir 30% e Chardonnay 70%
Safra: Não safrado
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Graduação: 12%
Enólogo: Lucindo Copat
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 57,50
Temperatura de serviço: 6° a 8°


Notas:

1. O vinho foi enviado pela Vinícola Salton em ocasião do WINEBAR com os lançamentos da Vinícola Salton em 2015.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Champagne Lanson Black Label Brut #CantuDay

Entre cavas, proseccos e espumantes degustados no Cantu Day o destaque ficou por conta do Champagne Lanson Black Label Brut elaborado pela Lanson com Chardonnay (35%), Pinot Noir (50%) e Pinot Meunier (15%),
 
O processo de produção deste champagne consiste na ausência da fermentação malolática, modalidade adotada pela maior parte da indústria de Champagnes. A fermentação dos Champagne Lanson, preserva os aromas particulares dos vinhos e a riqueza de seu paladar aromático, aumentando seu potencial de envelhecimento e guarda. 
 
O Lanson Black Label Brut ficou 3 anos em contato com suas borras (segunda fermentação) e tem 11,3 gramas de açúcar residual.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha bem límpida, boa formação de espuma e perlage de tamanho médio, abundante e de longa persistência
 
No nariz mostrou aromas bem vivos com notas de frutas brancas e cítricas, seguido de mel, frutas secas, brioche e toques sutis de tosta.
 
Na boca apresentou-se seco, com boa acidez, boa cremosidade e repetição das notas olfativas, mostrando em evidencia os toques de fruta deixando o líquido com um paladar rico e intenso, daqueles que enchem a boca, e faz a garrafa acabar rapidinho. Final de boca seco e longa permanência.
 
Belo champagne: refrescante e gastronômico!
 
O Rótulo

Vinho: Lanson Black Label Brut
Tipo: Espumante (Champagne)
Castas: Chardonnay 35%, Pinot Noir 50% e Pinot Meunier 15%
Safra: Não safrado
País: França
Região: Champagne
Produtor: Lanson
Graduação: 11%
Onde comprar: ? - Importado pela Cantu
Preço médio: R$ 250,00
Temperatura de serviço: 8°
Pontuações: 91 pts Wine Spectator

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Os belos Pinot Noir do Oregon #cantuday

Quando falamos em vinhos dos Estados Unidos logo nos vem a mente os produzidos na Califórnia e quando o quesito é Pinot Noir Americano os do Napa Valley são os mais conhecidos, contudo há muita coisa boa por lá, como é o caso dos vinhos do Oregon.
 
O estado do Oregon localiza-se ao norte do estado da Califórnia e ao sul do estado de Washington. Suas regiões vinícolas se estendem pelos vales formados entre a Cordilheira Costeira e os Montes das Cascatas.
 
A indústria vitivinícola do Oregon só surgiu a partir de 1960, com a segunda onda de produtores de vinho americano, que ocorreu quando alguns produtores insatisfeitos com seus resultados na Califórnia e buscando alternativas para se fazer um vinho mais elegante e de estilo europeu, decidiram explorar o potencial de alguns vales do Oregon.
 
O estado do Oregon pode ser dividido em três grandes regiões produtoras: Willamette Valley, Umpqua Valley e Rogue Valley.

A melhor e mais destacada região é Willamette Valley, que se estende desde o sul da cidade de Portland até a cidade de Eugene. O clima é frio e úmido, as vinhas estão plantadas nas encostas e tem orientação sul/sudeste. O solo é vulcânico com presença de ferro.
 
Uma das principais vinícolas de destaque do estado é a King Estate Domaine, que foi considerada pela Wine Enthusiasts entre os top 100 produtores de vinhos do mundo do ano de 2014 e é um dos lançamentos da Cantu em 2015.
 
King Estate segue uma tendência de utilização de técnicas modernas mais naturais no manejo dos vinhedos próprios, e já é vista como uma das favoritas nos Estados Unidos. Além disto seu vinhedos estão localizado em uma área com grande amplitude térmica e estabilidade climática e os vinhos possuem certificação de produto orgânico.
King State Acrobat 2012
As uvas que deram origem a este vinho foram desengaçadas antes de serem mergulhadas a frio e durante vários dias foram prensadas e bombeadas para extração da cor da casca. Após a fermentação, o vinho foi transferido ao barril onde ele foi submetido à fermentação maloláctica para conferir uma textura mais macia  e aumentar a complexidade. O processo é finalizado com 6 meses de envelhecimento antes de ser engarrafado.
 
Na taça o vinho apresentou cor rubi clara, de pouca intensidade e lágrimas translúcidas finas e rápidas.

No nariz aromas de boa intensidade com a fruta (cereja, amora e framboesa) aparecendo em primeiro plano e sendo seguido de notas de terra molhada, couro e baunilha.

No paladar apresentou taninos finos, elegantes e em bom equilíbrio com a acidez. Repetiu as notas olfativas e um final de boca seco e de boa persistência.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: King State Acrobat
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2012
País: Estados Unidos
Região: Oregon
Produtor: King State Oregon Wines
Graduação:  13,5%
Onde comprar: ? -  Importado pela Cantu
Preço médio: R$ 130,00
Temperatura de serviço: 14° a 16°
Pontuações e Premiações: Top 100 de 2014 pela Wine Espectator, 90 pts pela Wine & Spirits
 
 
King State Signature 2012
Um dos mais conhecidos Pinot Noir na América. As uvas são cultivadas seguindo rigorosas normas de cultivo orgânico e sustentável.
 
As uvas que deram origem ao vinho foram meticulosamente selecionadas a mão e antes de serem desengaçadas, em seguida, passam por fermentação em aço inoxidável seguido por fermentação maloláctica. Envelhecido 8 meses em carvalho francês (25% Novo, 25% 1 ano, 25% 2 ano, 25% neutro).
 
Na taça o vinho apresentou cor rubi clara e boa formação lágrimas, que apresentaram-se translucidas finas e lentas.

No nariz aromas ainda mais intensos que os observados no Acrobat , mostrando complexidade. Pude observar notas de frutas negra madura, chocolate amargo, tabaco, estrume, couro e elegante.

No paladar apresentou taninos macios e elegantes, alta acidez e álcool na medida certa. Final de boca seco e de longa persistência com repetição do chocolate, tabaco e estrume aparecendo no retrogosto.
 
Excelente vinho! Elegante, equilibrado e com boa estimativa de guarda.
 
O Rótulo
 
Vinho: King State Signature
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2012
País: Estados Unidos
Região: Oregon
Produtor: King State Oregon Wines
Graduação:  13,5%
Onde comprar: ? -  Importado pela Cantu
Preço médio: R$ 260,00
Temperatura de serviço: 14° a 16°
Pontuações e Premiações: Double Gold Medal Oregon Wine Awards

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Champagne Jacquart Brut Mosaïque

Quem não gosta de ver aquelas pequenas e inquietas borbulhas de um espumante subirem pelas paredes da taça; estas borbulhas que desprendem-se do fundo da taça após o serviço do vinho são as responsáveis pelo perlage que, em francês, significa 'colar de pérolas'.
 
E pensando nesse colar de pérolas que nos remota - dentre outras coisas a preciosidade - escolhi o Champagne Jacquart Brut Mosaïque como um dos vinhos para celebrar um ano da minha união com Fernanda.
 
A Maison Jacquart nasceu em 1960 a partir da vontade de 30 viticultores animados em criar uma marca para figurar entre os grandes de Champagne, buscando uma mescla dos melhores vinhedos. A cooperativa é uma das mais conhecidas de Champagne e foi totalmente reformulada na última década.
 
Atualmente são 1.800 associados com 2.620 hectares com vinhedos na Montagne de Reims, no Vallée do Marne e na Côte das Blancs. Hoje, devido à perseverança e ao saber do homem (desde os viticultores até os chefes de bodega) Jacquart é uma das marcas mais prestigiadas de Champagne, com reconhecimento internacional.
 
Na taça o champagne apresentou cor amarelo palha, boa formação de espuma e uma linda perlage com bolhas finas, abundantes e persistentes. Uma perfeita dança de pérolas!
 
No nariz mostrou aromas intensos, com a fruta branca (pêra, lichia, pêssego e maçã) aparecendo em destaque e sendo complementadas por notas de damasco, mel, fermento, pão tostado e brioche.
 
Em boca mostrou grande frescor, conferido pela excelente acidez, mas também foi perceptível uma deliciosa cremosidade, que agregada as notas provenientes da segunda fermentação deram elegância ao líquido. Final de boca seco, persistente e com repetição das notas olfativas, sobretudo do mel e do pão torrado no retrogosto.

O Rótulo
 
Vinho: Jacquart Brut Mosaïque
Tipo: Espumante (Champagne)
Castas: Chardonnay 40%, Pinot Noir 35% e Pinot Meunier 25%
Safra: Não Safrado
País: França
Região: Champagne
Produtor: Maison Jacquart
Graduação: 12,5%
Onde comprar: Wine
Preço médio: R$ 150,00
Temperatura de serviço: 7°
 
Belo Champagne e certamente um dos melhores custo versus benefício do mercado brasileiro.

Perfeito pela qualidade e sobretudo pelo momento, companhia e local. Harmonizou super bem com camarão ao molho de queijos de meia cura.

 Confira a perlage!

terça-feira, 30 de junho de 2015

O delicioso e surpreendente Arboleda Pinot Noir 2013

No último dia 10 participamos de mais uma excelente edição do WINEBAR, transmitido diretamente da Expand e que contou com a participação da Maria Eugênia Chadwick, da Viña Arboleda.
 
A Viña Arboleda é uma jovem vinícola chilena (fundada em 1999), projeto pessoal de Eduardo Chadwick na região do Aconcagua. Seu nome é uma homenagem às árvores nativas preservadas em suas vinhas.
 
Maria Eugênia Chadwick, filha de Eduardo Chadwick,  foi anunciada, este ano, como embaixadora internacional da marca. Ela é designer, formada pela Universidade Pontifícia Católica do Chile. Tendo crescido em um ambiente de vinhos e acompanhado seu pai em várias viagens que deram oportunidade de conhecer e interagir com personalidades da indústria, ela mantém a tradição da família e a paixão pelo vinho, passando a integrar formalmente a Viña Arboleda como Brand Manager desde março de 2015.
 
Na ocasião foram apresentados e degustados 3 rótulos da vinícola: Arboleda Chardonnay, Arboleda Pinot Noir e Arboleda Carménère. Neste post irei falar apenas do Pinot.
 
Os frutos que deram origem ao Arboleda Pinot Noir são provenientes de vinhedos próprios localizados na região costeira de Aconcágua ou “Aconcágua Costa”, perto do oceano Pacífico, na localidade denominada “Chilhué” onde  a corrente de Humboldt e o degelo Antártico influenciam marcadamente o clima, com um gradiente térmico mais elevado.
 
O vinho passou por uma maceração a frio de 4 a 7 dias a uma temperatura de 8° a 10°C antes da fermentação, para extrair os intensos sabores e aromas. A fermentação alcoólica foi feita em tanques abertos e se extendeu por 8 a 20 dias. E por fim o vinho foi envelhecido durante 12 meses em barricas de carvalho francesas, das quais 25% novas.
 
Na taça o vinho apresentou cor rubi com boa transparência e lágrimas finas e rápidas.
 
No nariz aromas de folhas secas, tabaco, fumaça e  é claro notas de frutas vermelhas; mas, olfativamente esse vinho me transportou para as caves onde repousam as barricas de carvalho, contudo não com exagero em notas provenientes da passagem por barricas e sim com complexos e elegantes aromas que resultam do uso bem feito da madeira.
 
Em boca um vinho de corpo médio e elegante, com taninos macios e ótima acidez, conferindo frescor ao líquido. Repetição das notas olfativas em boca e final longo e marcado pela presença bem integrada da fruta e da madeira no retrogosto.
 
Um delicio exemplar da Pinot Noir proveniente da DO de Aconcagua Costa.
 
A harmonização ficou por conta de um delicioso e delicado Risoto de Aspargos e Presunto de Parma lindamente preparado por Fernanda.


O Rótulo

Vinho: Arboleda
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2013
País: Chile
Região: Aconcagua Costa
Produtor: Arboleda
Graduação: 13,5%
Enólogo: Eduardo Chadwick
Onde comprar: Expand
Preço médio: R$ 155,00
Temperatura de serviço: 16°



Nota:

O vinho foi enviado pela Expand em ocasião do WINEBAR com os vinhos da Viña Arboleda.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Fortant de France Terroir de Collines Pinot Noir 2012

No nosso último encontro da Avec le Vin abrimos dois vinhos da Fortant de France e hoje vou falar sobre o Pinot Noir, um varietal da emblemática uva da região da borgonha, mas que também desenvolve-se em outras regiões como a de Languedoc, de onde provém este vinho.
 
Situadas na região sul, na costa mediterrânea, estas duas AOC são praticamente continuas. O Languedoc está mais a leste e faz limite com o extremo oeste da Provence, enquanto o Roussillon está mais a sudoeste, estendendo-se até os Pirineus, quase na fronteira com a Espanha. As cidades de maior destaque do Languedoc são Nîmes, Montpellier, Sète e Bézier e as do Roussillon são Narbonne, Carcassone, Minervois, Saint-Hilaire e Limoux. Essas duas regiões produzem principalmente vinhos tintos, seguidos dos brancos espumantes, brancos doces, brancos tranquilos secos e rosés.
 
Visualmente o vinho apresentou cor rubi clara e poucas lágrimas. No nariz aromas de cereja, morango, especiarias, menta, terra molhada  e leve tostado. Em boca um vinho de corpo médio com taninos macios e boa acidez. Final de boca de boa intensidade com a fruta aparecendo no retrogosto.
 
Um bom exemplar da pinot noir e que vale o preço que pagamos no Clube W (na casa dos R$ 50,00).
 
O Rótulo

 Vinho: Fortant de France Terroir de Collines
Tipo: Tinto
Casta: Pinot Noir
Safra: 2012
País: França
Região: Languedoc-Roussillon
Produtor: Fortant de France
Graduação: 13%
Onde comprar: Wine
Preço médio: R$ 82,00
Temperatura de serviço: 16°

terça-feira, 28 de abril de 2015

Provamos uma das 5075 garrafas da edição limitada do Espumante Salton Lucia Canei

Participamos hoje, há poucos minutos, de mais um WINEBAR trasmitido diretamente da bela Vinícola Salton, com os principais lançamentos do ano da empresa, com destaque especial para o Espumante Salton Lucia Canei.
 
Esposa de Antônio Domenico Salton, imigrante italiano e patriarca da família de empreendedores, Lucia Canei, à matriarca da família, ganha uma homenagem da vinícola: um espumante rosé Natural Brut, que leva seu nome. O produto foi elaborado a partir do método Champenoise, com uvas Pinot Noir e produção numerada e limitada, de 5.075 garrafas.
 
A poderosa embalagem, daquelas que seduzem e motivam para colecionar, remete à mulher doce, mas de pulso forte e grande sensibilidade, de influência decisiva para os Salton. “Nenhum negócio era fechado sem o aval da ‘nonna’. Por isso, aplicamos características de força no rótulo, representada pela flor do Cardo, de beleza e delicadeza singulares, porém protetora, em função de seus espinhos”, explica a gerente de projetos da vinícola, Daniela Salton.

Primeiro espumante da vinícola a não utilizar cápsula para o fechamento, o novo rosé é envasado em garrafa verde-escura, com design diferente, do tipo ‘sino’. As informações contidas no gargalo dão sofisticação à embalagem, que é clean, apenas com uma aplicação metálica na base, contendo o nome do produto e uma flor de cardo.

Mas, a beleza não fica só na garrafa e rótulo, ele também está presente na medalha presa pela gaiola, a qual apresenta as iniciais em baixo relevo da matriarca e na rolha, que possui uma espécie de rede no ápice e as iniciais do produto na base. A rede do topo deu uma ideia de continuidade a gaiola.

É uma das mais belas garrafas que passou pela taça do Vinhos de Minha Vida e vai para coleção junto com outras belas garrafas, algumas inclusive da própria Salton, como a das garrafas  do Salton Gerações Paulo Salton e Salton Gerações Antonio Domenico Salton.
 
Visualmente o vinho apresentou uma linda cor rosa salmão bem clara, com boa formação de espuma e perlage fina e abundante, gerando uma coroa de espuma branca e delicada. No nariz aromas delicados e intensos de frutas vermelhas, flores (cravo, flor de laranjeira e rosa), frutas secas, amêndoas e pão. Em boca mostrou-se leve, elegante, com boa cremosidade e excelente acidez, conferindo-lhe frescor. Final de boca de boa persistência no paladar com repetição da fruta e notas de mel e leveduras aparecendo no retrogosto.

Excelente trabalho da Salton neste espumante. Parabéns a toda a equipe envolvida neste projeto.
 
Por aqui eu e Fernanda abrimos a garrafa 127 e harmonizamos com fondue de camarão com molho de queijo e rosé e arriscamos também com fondue de chocolate com frutas (morango, uva e banana).


O Rótulo

Vinho: Salton Lucia Canei
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Pinot Noir
Safra: Não Safrado
País: Brasil
Região: Vale do Rio das Antas, Serra Gaúcha
Produtor: Salton
Enólogo: Lucindo Copat
Graduação: 11,5%
Garrafa: 127 de 5075
Onde comprar: Salton
Preço médio: R$ 150,00
Temperatura de serviço: 6° - 8°


Notas:

1. O vinho foi gentilmente enviado pela Vinícola Salton para Degustação no Winebar.

2. Post produzido com impressões pessoais e informações da Vinícola Salton.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Crios Pinot Noir 2012

Você conhece os vinhos da linha Crios da Susana Balbo? Não? Então não fazes idéia do que estás perdendo. Os rótulos desta linha são vinhos jovens com excelente balanço e concentração. São vinhos de estilo modernos, ideais para serem consumidos no dia a dia e apresentam excelente custo x benefício.
 
A linha é composta pelos varietais: Torrontés; Chardonnay; Malbec Rosé; Malbec Cabernet Sauvignon; e Pinot Noir. Completam a lista o corte Syrah - Bonarda e as edições limitadas: Tannat e o corte Malbec, Bonarda, Tannat e Syrah.
 
No encontro com a Enóloga Susana Balbo no último mês de março provamos o Crios Pinot  Noir 2012, quem já veio com na nova imagem visual do rótulo e mostrou-se um vinho leve, tranquilo e fácil de beber, mas sem perder aquele toque de elegância típico da casta.
 
Visualmente o vinho apresentou uma cor vermelho cereja com reflexos púrpura bem claros e lágrimas finas e translúcidas. No nariz um ataque inicial cheio de frutas vermelhas, seguido de notas de rosas, terra molhada e delicado tostado, proveniente da passagem de 60% do vinho por barricas de carvalho por 8 meses. Em boco mostrou taninos leves, redondos e em equilíbrio com a acidez. Final de boca de boa intensidade e com a fruta e o tostado aparecendo no retrogosto.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Crios
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2012
País: Argentina
Região: Alto Agrelo, Luján de Cuyo
Produtor: Dominio del Plata
Enólogo: Susana Balbo
Graduação: 13,5%
Onde comprar em Recife: Cantu, RM Expres e DLP
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 14°
 

sábado, 14 de março de 2015

Casa Valduga Arte Tradicional Rosé, um espumante para acompanhar sushi na casa dos 30 pilas

Um outro dia Eu e Fernanda estávamos com vontade de comer uma comidinha japonesa e para acompanhar escolhemos um espumante baratinho, mas muito bem feito da gigante Casa Valduga, o Arte Tradicional Rosé.
 
O espumante é produzido pelo método tradicional, onde a segunda fermentação acontece em garrafa. Autólise de leveduras por 12 meses e remuage em pupitres.
 
Visualmente o líquido mostrou cor rosa salmão, límpido e brilhante, com boa formação de espuma e perlage fina, delicada, persistente e linda coroa. No nariz aromas de frutas como pêssego, damascos e cereja, seguido de notas florais e finalizado por notas de pão e fermento. Em boca repetiu as notas olfativas e apresentou bela acidez, que transmitiu uma belo frescor. Final de boca de média intensidade com notas de damasco e fermento aparecendo no retrogosto.
 
O Rótulo

Vinho: Casa Valduga Arte Tradicional
Tipo: Espumante Rosé
Castas: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Casa Valduga
Graduação: 11,5%
Onde foi comprada em Recife: DLP
Preço médio: R$ 30,00
Temperatura de serviço: 6º

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

.Nero Brut Rosé

Em dezembro eu e Fernanda saímos em busca de um espumante produzido pelo método champenoise para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE e além do exemplar da confra Fernanda trouxe o .Nero Brut Rosé, um espumante produzido pela Domno do Brasil em Garibaldi, no Vale dos Vinhedos.
 
Creio que já falei um pouco sobre a história da Domno do Brasil aqui no blog, mas não custa nada resumir um pouco da história deste empreendimento.
 
A empresa faz parte do grupo Casa Valduga e foi criada em 2008 com o intuito de importar vinhos e produzir espumantes, os quais são concebidos exclusivamente pelo método charmat, uma forma de abocanhar outra fatia do mercado, uma vez que os espumantes possuem valores inferiors aos elaborados pelo método tradicional pela Casa Valduga.
 
Visualmente apresentou cor vermelho cereja com toques levemente alaranjados, boa formação de espuma e perlage fina e rápida, de média duração, creio eu que pelo fato da rolha não estar mais cumprindo o seu papel. No nariz aromas de morango, framboesa e um leve toque de pão. Em boca mostrou boa acidez e repetição da fruta. Final de boca de média intensidade e boa refrescância.
 
A harmonização ficou por conta de um ensopado de marisco... de lamber os beiços...

O Rótulo

Vinho: .Nero Brut
Tipo: Rosé
Castas: Chardonnay 60% e Pinot Noir 40%
Safra: Não Safrado
País: Brasil
Região: Garibaldi, Vale dos Vinhedos
Produtor: Domno Brasil
Graduação: 12,5%
Onde comprar em Recife: Ingá Vinhos Finos
Preço médio: R$ 31,00
Temperatura de serviço: 8º

sábado, 29 de novembro de 2014

Fantinel Brut Rosé, uma boa companhia para o maior temaki do Recife

Não nego que os tintos são minha preferência, mas com o calor que tem feito eu queria que espumantes e vinhos bracos leves e frescos saíssem na torneira do filtro, já pensou: uma torneira de espumante, uma de espumante rosé e outra com vinhos brancos? Um sonho!
 
E foi para aplacar o calor e acompanhar o maior temaki de Recife: o Big Tower da Towerconi Temakeria, na tórrida noite de nove de novembro, que eu e Fernanda abrimos o Fantinel Brut Rosé, um típico espumante rosé da região de Friuli.
 
Friuli, Venezia Giulia ou Giulia é a região no extremo nordeste da Itália, fronteira com a Eslovênia e Áustria, cuja capital é Trieste  e está debruçada no Adriático. É uma das Tre Venezie junto com o vizinho Trento e Veneza. No final do século XIX os inovadores friulianos começaram a replantar os vinhedos da região com varietais estrangeiras de alta qualidade, como a Merlot e a Chardonnay, iniciativa fundamental para o aprimoramento dos vinhos de Friuli.
 
A Vinícola Fantinel foi fundada em 1969 por Paron Mario Fantinel, um hoteleiro e dono de restaurante em Ravascletto. Sua intenção original era produzir vinhos de alta qualidade para oferecer aos seus clientes. Atualmente a Fantinel produz anualmente 4.000.000 garrafas de muita personalidade, presentes em mais de 60 países ao redor do mundo.
 
Visualmente o Fantinel apresentou uma cor salmão clara, lembrando a casca da cebola, boa formação de espuma e perlage fina, delicada e persistente. No nariz aromas intensos de frutas vermelhas e sutis e elegantes notas de levedura e pão. Em boca um espumante cremoso e refrescante. Um belo exemplo de vinho que evapora da garrafa: você abre vai bebendo e ele some rapidinho.
 
O Big Tower é um temaki de 0,5Kg composto por arroz, cream cheese e camarão empanado envolto por uma pela e grossa lamina de salmão maçaricado finalizado com cebolinha e esse peso pesado acompanhou divinamente o espumante.


O Rótulo

Vinho: Fantinel Brut
Tipo: Espumante Rosé
Castas: Pinot Noir 87% e Chardonnay 13%
Safra: Não Safrado
País: Itália
Região: Friuli
Produtor: Fantinel
Graduação: 12%
Onde comprar: WINE
Preço médio: R$ 52,00 (R$ 39,00 para sócios)
Temperatura de serviço: 8º

sábado, 18 de outubro de 2014

Salton Poética Rosé #winebar #salton

A Vinícola Salton vem renovando toda a imagem de seus vinhos e o Salton Poética, um espumante
rosé de excelente custo x benefício, também está de cara nova. Mas, as mudanças neste espumante não ficaram apenas em sua nova embalagem, elas aconteceram no conteúdo, que agora passou a ter uma parcela da Chardonnay na sua composição (previamente era produzido exclusivamente com Pinot Noir), deixando o espumante ainda mais versátil e delicado.
 
O vinhos base são elaborado com uvas provenientes do Vale dos Vinhedos e após concluído o processo de produção destes, é realizado o corte entre os vinhos das duas variedades que compõe o espumante. Já em autoclaves, é adicionado o licor de tiragem ao produto, para que se inicie a segunda fermentação – tomada de espuma. Este processo ocorre a temperaturas em torno de 12ºC. Uma vez concluída a fermentação, o espumante permanece durante três meses em sur lie, ou seja, em contato com as leveduras da segunda fermentação para adquirir ainda mais complexidade. Logo, o mesmo é estabilizado, centrifugado, filtrado e, finalmente, engarrafado.
 
Visualmente mostrou cor salmão brilhante, boa formação de espuma e uma delicada, fina e intensa  perlage. No nariz aromas de fruta vermelha, flores brancas, notas cítricas e de leveduras e pão tostado. Em boca apresentou boa acidez, delicada cremosidade, frescor e leve amargor. Final de boca agradável e refrescante.
 
Está procurando um espumante leve, alegre, fácil de beber e, o que é melhor, barato para os dias quentes? O Salton Poética é uma excelente opção.

Eu e Fernanda aproveitamos o espumante para brindar 3 meses de união e harmonizamos com folhados de camarão

O Rótulo

 Vinho: Salton Poética
Tipo: Espumante
Casta: 20% Chardonnay e 80% Pinot Noir
Safra: Não Safrado
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Produtor: Salton
Graduação: 12%
Onde comprar: Loja Virtual Salton
Preço médio: R$ 30,00
Temperatura de serviço: 6° - 8°

Nota:

O vinho foi gentilmente enviado pela Vinícola Salton para degustação no WINEBAR.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Bridlewood Monterey, um Pinot untuoso

Quem acha que todo vinho produzido com a mesma uva é igual precisa aventura-se por outros
caminhos, precisa degustar vinhos dos mais variados terroir e aí sim verá que o que faz um vinho vai muito mais além da casta utilizada.
 
Faço estas premissas pois recentemente eu e Fernanda degustamos o Bridlewood Monterey Pinot Noir, um vinho produzido na região de Monterey, nos Estados Unidos e que é um vinho bem diferente do que encontramos na Borgonha e no Novo Mundo.
 
A região de Monterey é especial para a produção da uva Pinot Noir, durante o verão a amplitude térmica é excelente, os dias tem bastante horas de sol e um vento forte que refresca a ponto de garantir um lento amadurecimento, garantindo a este vinho frescor e estrutura.
 
Visualmente o vinho mostrou uma cor rubi brilhante e lágrimas viscosas. No nariz aromas adocicados de frutas vermelhas aparecem coladinhos com notas de caramelo e seguidos de delicadas notas de carvalho. Em boca mostro taninos macios, acidez mediana e álcool sobressaindo um pouco. Final de boca de boa intensidade e com a fruta aparecendo no retrogosto.
 
Um pinot diferente e marcado por uma untuosidade incomum aos vinhos produzidos com esta casta e pra gosta desta característica em um vinho este é uma excelente pedida.
 
O Rótulo

 Vinho: Bridlewood Monterey
Tipo: Tinto
Casta: Pinot Noir 95% e Zinfandel 5%
Safra: 2012
País: EUA
Região: Monterey
 Produtor: Brdlewood Estate Monterey
Graduação: 13,5%
Onde comprar: WINE
Preço médio: 70,00 (R$ 55 na promoção)
Temperatura de serviço: 18º

sábado, 27 de setembro de 2014

Miolo Cuvée Tradition Brut

A Miolo foi uma das vinícolas que visitamos no Vale dos Vinhedos e de lá trouxemos o Espumante Miolo Cuvée Tradition Brut, um belo e barato espumante elaborado pelo método tradicional Champenoise com as uvas Chardonnay e Pinot Noir. Este espumante natural brut permanece 12 meses sobre borras, envelhecendo nas caves subterrâneas da vinícola.
 
O cuidado com o vinho começa desde cedo, onde as uvas, são selecionadas e o enchimento da prensa é realizado por gravidade e com os cachos inteiros, sem desengace; fermentação alcoólica à temperatura de 13 a 15°C e conservação em tanque de aço inoxidável. Segunda fermentação na garrafa por aproximadamente 40 dias, com temperatura controlada de 12°C e envelhecimento mínimo de 12 meses sobre leveduras em caves subterrâneas e climatizadas.

Visualmente apresentou coloração amarelo palha com nuances esverdeadas, coroa elegante, perlage fina, abundante e constante. No nariz aromas leves e delicados com destaque para as frutas brancas, notas mentoladas e de pão torrado. Em boca um espumante de grande acidez e frescor, repetiu as notas olfativas e mostrou final de boca de boa persistência.

Espumante equilibrado e de grande custo benefício. Harmonizou perfeitamente com lindos e deliciosos folhados de camarão preparados por Fernanda.

O Rótulo:

Vinho: Cuvée Tradition Brut
Tipo: Espumante
Castas: Pinot Noir e Chardonnay
Safra: Não safrado (tiragem 2012)
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo
Graduação: 14%
Onde comprar: Miolo
Preço médio: R$ 35,00
Temperatura de serviço: 8º

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

LA Jovem Pinot Noir 2013

Há alguns, para matar um pouco da saudade da Serra Gaúcha, Fernanda nos preparou um bom Capeletti in Brodo (sopa de capeletti), um prato leve, saboroso e tradicional nos restaurantes de Bento Gonçalves.
 
Para acompanhar escolhemos um vinho igualmente leve: o LA Jovem Pinot Noir 2013, o terceiro rótulo da linha Jovem da Luiz Argenta que passa aqui pelo blog.
 
A colheita das uvas que dão origem a esse leve Pinot Noir nacional é realizada manualmente, com uma seleção dos cachos e bagas e vinificação por gravidade. A fermentação alcoólica e maceração feita é realizada com temperatura controlada a 24ºC. O vinho amadureceu por 3 meses em barricas novas de carvalho francês e 4 meses em tanques de inox.
 
Visualmente mostrou cor rubi clara com tons violáceos e lágrimas raras. No nariz aromas intensos de frutas vermelhas, terra molhada e leve notas de tostado. Em boca um vinho de corpo médio com taninos delicados e em equilíbrio com a acidez. Final de boca de média persistência com notas adocicadas e a fruta e o tostado aparecendo no retrogosto.
 
O Rótulo

Vinho: LA Jovem
Tipo: Tinto
Castas: Pinot Noir
Safra: 2013
País: Brasil
Região: Altos Montes, Serra Gaúcha
Produtor: Luiz Argenta
Graduação: 12,5%
Onde comprar: Luiz Argenta
Preço médio: R$ 57,00
Temperatura de serviço: 16º