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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Beber vinho em viagens pode prevenir contaminações de comidas

Longas férias ou mesmo uma viagem rápida em um feriado ou final de semana pedem  um brinde, uma taça ou duas, para celebrar e relaxar. Sim, é um momento para descontração. Porém, alguns estudos tem mostrado algo mais do que isso. Os trabalhos mostram que o consumo de álcool pode realmente ser uma das melhores maneiras de evitar alguns dos mais desagradáveis desequilíbrios físicos que podem minar seu descanso.
 
Distúrbios estomacais como listeriose, salmonella e E. coli são armadilhas comuns para os viajantes que visitam áreas com padrões de saneamento diferentes daqueles com os quais estão acostumados. Felizmente, para os amantes do vinho, estudos mostraram que quando o álcool é consumido, o risco de sucumbir a doenças transmitidas por alimentos diminui significativamente. Segundo os pesquisadores, a acidez elevada do álcool torna mais fácil para a acidez natural do estômago matar patógenos.
 
Apesar da boa notícia, é preciso cautela. Evitar uma intoxicação alimentar não é tão simples como desfrutar de um copo de vinho no seu quarto de hotel ao fim do dia. De acordo com Randy Worobo, professor de microbiologia alimentar na Universidade de Cornell, um dos autores do trabalhao, a fim de inativar os agentes patogênicos, o álcool deve ser consumido ao comer o alimento contaminado ou muito pouco tempo depois. A quantidade que você bebe também é importante. "Quanto maior o percentual de álcool, mais inativação você terá dos patógenos transmitidos pelos alimentos”. Assim, um vinho com 14 por cento de álcool terá efeito maior se comparado com uma bebida com menor percentual de álcool, como a cerveja. Naturalmente, Worobo não recomenda beber excessivamente.
 
Estudiosos têm encontrado evidências de que o vinho pode matar potentes agentes nocivos à saúde humana. Em 2007, alguns vinhos tintos mostraram-se úteis na inibição do crescimento de bactérias, e um relatório de 2004 descobriu que as cascas de uva, sementes e caule que sobram após a produção de vinho, provaram-se mortais para E. coli, salmonella e estafilococo.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Antioxidante presente no vinho reverte danos da doença de Chagas

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) usaram resveratrol — antioxidante presente em algumas frutas e concentrado nos vinhos tintos — para combater sintomas da doença de Chagas em camundongos, após infectá-los com o parasita Trypanosoma cruzi. O resultado do experimento surpreendeu o grupo: a substância não apenas diminuiu a progressão da patologia como também reverteu danos graves causados ao coração, além de aprimorar o funcionamento do órgão.
 
O tratamento durou apenas um mês. Agora, os cientistas planejam novos testes para checar sua eficácia em humanos.
 
De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, a enfermidade em seu estágio crônico afeta de 1,9 milhão a 4,6 milhões de pessoas no Brasil, mas muitos casos são descobertos após décadas de infecção. E a maioria não apresenta sintomas. A versão aguda (inicial) da doença é de notificação obrigatória. Dados preliminares do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) indicam que foram confirmados 224 casos e dois óbitos somente no ano passado. Em 2014, 4.428 óbitos foram registrados, considerando os dois estágios.
 
A doença de Chagas é muito complexa e pode causar problemas cardíacos, digestivos e neurológicos. O que se faz hoje é controlar os sintomas decorrentes. Curar a doença é difícil, mas podemos oferecer qualidade de vida. Com a pesquisa, mostramos que é possível reverter os danos, algo considerado impossível até então — diz Joseli Lannes-Vieira, chefe do Laboratório de Biologia das Interações do IOC, que coordenou o estudo com Claudia Paiva, do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes da UFRJ.
 
O artigo publicado tem como primeira autora a doutoranda Glaucia Villar, orientada por ela. Joseli explica que as células cardíacas passam por efeito de “estresse oxidativo” que vem da resposta imunológica do organismo ao tentar controlar o ser estranho. E o parasita é persistente. O remédio disponível atualmente para o tratamento desta doença, considerada negligenciada, é o benznidazol. No tratamento com este medicamento, há redução da quantidade de parasitas, porém sem reversão dos danos cardíacos. Já em duas outras terapias baseadas em moléculas de ação antioxidante — o fármaco metformina, usado no tratamento da diabetes, e o composto tempol —, também estudadas pelos pesquisadores, os efeitos cardioprotetores mostraram-se semelhantes aos do resveratrol. Estas últimas, por outro lado, não eliminam os agentes infecciosos. O resveratrol entraria, então, com a ação completa, na medida que ativa um mecanismo (ainda não identificado) que leva o parasita à morte.
 
Ainda precisamos saber a via molecular onde esse combate ocorre. O resveratrol já é conhecido por seu efeito cardioprotetor em pessoas saudáveis. Na pesquisa com os animais, que foram monitorados com eletrocardiograma, ele funcionou mesmo com o tratamento tardio, meses após a infecção e já com complicações no coração. Já o benznidazol, ainda que atue bem na fase aguda, para a fase crônica tem pouco efeito — acrescenta.
 
Antes da realização de testes clínicos com o resveratrol em pacientes será preciso definir um esquema de administração oral eficaz e de associações com outras substâncias. “O uso de antioxidantes em terapias tem um histórico de dificuldades, possivelmente em função das moléculas escolhidas e do seu tempo de permanência no organismo. No estudo, utilizamos principalmente a administração por injeção, mas também tivemos resultados bons com um protocolo de administração oral, que pode ser melhorado. Queremos testar o funcionamento do resveratrol oral associado com piperina, para aumento da vida média, como se faz em suplementos alimentares”, explicou Claudia, também à frente da pesquisa.
 
Diversos estudos apontam que consumir resveratrol através do suco de uva ou do vinho pode fazer bem ao coração de forma geral. Porém, para garantir que a molécula tenha o efeito desejado no tratamento da cardiopatia chagásica precisamos determinar as doses adequadas — reforça Joseli, lembrando que devem ser avaliados também o impacto do tratamento em estágios mais avançados da doença e a evolução do quadro após a interrupção da terapia.
 
Para o atual presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro, o cardiologista Ricardo Mourilhe, no entanto, os benefícios do resveratrol ainda não têm comprovação científica em humanos.
 
Até os últimos estudos, não havia nenhum benefício comprovado com o uso do resveratrol. Todos os ensaios clínicos feitos foram pequenos e, em geral, com animais. Quando usado em humanos, eles não resultaram em dados reproduzidos em todos os trabalhos; alguns deram positivos, outros não deram em nada, então, não existe evidência científica, até o momento, para a utilização em seres humanos com o objetivo de melhoria cardiovascular — afirma.
 
Segundo ele, o mecanismo antioxidante relacionado ao resveratrol, vendido como suplemento alimentar, existe a nível laboratorial (em ação in vitro), mas seria “apenas suposição” dizer que a substância traz os mesmos efeitos para a população.
 
A indústria desses produtos rejuvenescedores, antioxidantes, tem um poder de venda muito grande, mas é baseada em trabalhos experimentais, com casos esporádicos. O resveratrol, normalmente, não é encontrado puro. A maioria dos trabalhos feitos com seres humanos utilizando essa substância é misturada a outros produtos também antioxidantes e isso enfraquece sua eficácia isolada — frisa.
Fonte: O Globo

sábado, 8 de outubro de 2016

Cheirar vinho previne Alzheimer e Parkinson

Pesquisadores da Cleveland Clenic, nos EUA e da Québecà Trois-Rivières, no Canadá, associa o hábito de cheirar vinho a uma menor incidência de doenças neurodegenerativas.


O hábito de cheirar o vinho traduz-se na prevenção de problemas de saúde graves, como Alzheimer e Parkinson, segundo pesquisa realizada por centros do EUA e Canadá.
 
Os investigadores avaliaram ressonâncias de sommeliers e verificaram que estes profissionais desenvolvem melhor áreas do cérebro que são afetadas pelas doenças neurodegenerativas e que estão associadas à memória.
 
Se beber vinho faz bem - verdade já comprovada por diversos estudos, que destacam as qualidades antioxidantes da uva - cheirá-lo acarreta igual benefício.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

4 produtos e serviços com vinho para se deliciar

Vinho vai bem o ano todo, ainda mais no frio. Mas vai bem também na pele, no cabelo, no banho… Assim como a bebida pode trazer benefícios para a saúde de quem a consome com moderação, também é matéria-prima para cremes, xampus, sabonetes e outros tantos produtos que prometem ação anti-idade, hidratação e muito mais. E ainda por cima têm aroma de vinho! Confira uma seleção de achados – incluindo marcas gaúchas.

1.Spa do Vinho
 
A vinoterapia tem endereço certo em Bento Gonçalves: o Spa do Vinho Hotel & Condomínio Vitivinícola. Aberto não só para hóspedes, o centro de rejuvenescimento, relaxamento e desintoxicação com produtos à base de uva oferece tratamentos como massagens, esfoliações e banho de barrica. Os cosméticos são da linha francesa Caudalie, desenvolvidos na Universidade de Bordeaux para aproveitar o potencial dos polifenóis extraídos do mosto da uva após o processo de vinificação – à venda no local. E em breve o Spa do Vinho terá também uma linha própria de óleos essenciais. Para completar, você curte as belas paisagens do Vale dos Vinhedos.
 
2. Malbec
 
Esta é para eles: um dos perfumes da linha masculina de O Boticário é inspirado no universo dos vinhos. E tem um ingrediente que faz diferença – em sua composição vai álcool vínico, macerado em barris de carvalho francês.
 
3. Essência di Fiori
 
Desde 2006, a marca de Bento Gonçalves aposta no vinho e na uva como matéria-prima para seus cosméticos. Tem de tudo: xampu, condicionador, máscara para cabelos, leave-in, gloss, sabonete, hidratante… Na linha espumantes premium, você encontra, por exemplo, o sérum renovador facial, que promete revitalizar a pele e prevenir sinais de envelhecimento. A experiência de misturar bebida e cosméticos deu tão certo que eles lançaram também a linha erva-mate.
 
4. Vinotage
 
De Garibaldi, a Vinotage tem linhas de produtos para rosto, corpo, cabelo, banho e até para casa. Que tal tomar um banho com sais Espumante Champagne, com extrato de sementes de uva e óleos essenciais de lavanda, cravo, ylang ylang, andiroba e cumaru, usando um sabonete líquido Banho de Uvas e uma máscara de relaxamento para diminuição de bolsas e olheiras, que age graças ao peso das sementes de… uvas? Mais: você pode ainda fazer tudo isso em um banheiro perfumado com um aromatizador de Champagne.

sábado, 4 de junho de 2016

Saúde do cérebro é beneficiada por vinhos tintos e champangne

“Wine Safety, Consumer Preference and Human Health” ("A proteção do vinho, a preferência dos consumidores e a saúde humana") é o título de um estudo que concluiu que o consumo moderado de vinho tem efeito protetor ao cérebro.
 
No capítulo “Neuroprotective Effects Associated with Wine and Its Phenolic Constituents” (Efeitos neuroprotetores associados ao vinho e seus componentes fenólicos), os pesquisadores apresentaram mais de 95 estudos que corroboram a tese de que o vinho tem potencial para proteger contra o comprometimento cognitivo e doenças.
 
O estudo, editado pelas pesquisadores da universidade de Madrid, M. Victoria Moreno-Arribas e Begoña Bartolomé Suáldea, mostrou que o consumo de vinho tinto e Champagne são bons para neutralizar o envelhecimento do cérebro, melhorar a memória e proteger contra doenças neurodegenerativas, incluindo Alzheimer, doença de Parkinson e demência. Segundo as autoras, apesar de o mecanismo para isso ainda não estar 100% compreendido, acredita-se que a resposta está na ação dos flavonoides presentes na bebida.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Por que beber vinho tinto antes de dormir ajuda na perda de peso?

Está mais do que comprovado que uma quantidade moderada da bebida traz benefícios para a saúde. Agora, é sabido, também, que consumir vinho antes de dormir pode ajudar na perda de peso.
 
 
Parece bom demais para ser verdade, mas é ciência. A conclusão é de um estudo realizado na Universidade do Estado de Washington, em que os pesquisadores constataram que o resveratrol, substância encontrada na casca e na semente de uvas pretas e vermelhas, consegue converter o excesso de gordura branca em gordura marrom. E por que isso é bom? Nosso organismo produz os dois tipos, sendo que o segundo é mais fácil de ser expelido pelo corpo. Outros estudos já haviam verificado que pessoas com uma quantidade maior de gorduras marrons no organismo conseguem emagrecer com maior facilidade.
 
“Converter gordura branca em gordura marrom auxilia na queima de lipídios e ajuda a manter o corpo em equilíbrio e prevenir a obesidade e disfunção metabólica”, afirmou Min Du, professor e cientista da Washington State University, no estudo.
 
E o que é essa tal substância que parece mágica? O resveratrol é um polifenol, que tem ação antioxidante, ajudando na eliminação de toxinas do organismo. Frutas, em geral, são ricas em resveratrol, principalmente aquelas com cascas escuras como amora, morango e maçã — enquanto uma concentração ainda maior pode ser encontrada no vinho tinto.
 
A pesquisa
 
O estudo foi publicado no International Journal of Obesity. Para sua realização, ratinhos passaram por um período com uma dieta bastante gordurosa. Uma parte recebeu uma dose diária de resveratrol, enquanto a outra parte não. E adivinhem: aqueles que receberam a substância concentrada engordaram 40% menos do que os outros.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Vinho tinto combate bactérias que desencadeiam cáries

De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, o vinho tinto possui elementos antimicrobianos que combatem as bactérias causadoras de cáries, gengivite e, até mesmo, a perda dos dentes.
 
Essas bactérias formam biofilmes bucais, que evoluem para placas bacterianas, produzindo ácidos difíceis de serem removidos. As cáries são extremamente comuns, porém, podem comprometer toda a estrutura dental, tornando essencial a realização de um tratamento endodôntico para recuperar sua estrutura e evitar a perda total do dente.
 
Para realizar o experimento, cientistas suíços e espanhóis cultivaram bactérias parecidas com as existentes na boca e fizeram com que esses biofilmes entrassem em contato com diferentes líquidos como vinho tinto, vinho tinto sem álcool, vinho tinto enriquecido com extrato de semente de uva, água e etanol 12%.
 
A conclusão foi a de que os três tipos de vinhos tinto são eficazes no combate ao desenvolvimento dessas bactérias. O extrato da semente de uva também apresentou o mesmo efeito que os vinhos. Os pesquisadores sugerem que seria possível incorporar a bebida em produtos de higiene bucal, como as próprias pastas de dentes.
 
Em contrapartida, é importante lembrar que o vinho tinto também é conhecido por manchar os dentes e é necessário cuidado ao consumir a bebida. Algumas medidas simples como beber água com gás e comer alimentos ricos em fibras contribuem para soltar o vinho dos dentes antes que se tornem manchas permanentes.

domingo, 10 de abril de 2016

Beber vinho antes de dormir ajuda a emagrecer

Nada melhor do que acompanhar ou terminar a refeição com um copo de vinho. Quem anda a tentar resistir a este velho hábito para poupar aquelas calorias extra pode parar de lutar contra a sua vontade, pois segundo um estudo realizado por cientistas das Universidades de Washington e de Harvard, nos EUA, e que foi publicado na edição britânica da revista “Marie Claire”, beber vinho antes de dormir pode ajudar a emagrecer.
 
A explicação é esta: “No vinho existe um químico chamado resveratrol que impede as células responsáveis por acumularem gordura de fazerem-no. Ou seja, ajudam a emagrecer”, pode ler-se no artigo. “De acordo com os cientistas, beber pelo menos dois copos de vinho podia ajudar a combater a obesidade em 70%.
 
Além disso, o consumo do vinho aumenta o sentimento de saciedade. Por isso reduz a necessidade de consumir snacks ou sobremesas antes de dormir. O que, em muitos casos, provoca um aumento de peso.
 
De acordo com a “Marie Claire”, a Universidade da Dinamarca descobriu que as pessoas que bebem vinho todos os dias têm cinturas mais finas comparadas com aquelas que não bebem. A somar a este fato está ainda um outro estudo sobre aumento de peso realizado pela Universidade de Harvard que, depois de analisar duas mil pessoas, revelou que nenhuma delas engordou por consumir vinho.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Beber Vinho Antes de Dormir pode Ajudar a Emagrecer

Já está mais do que comprovado que beber vinho com moderação, claro, pode trazer incontáveis benefícios à saúde. Mas, você sabia que o vinho pode ser um aliado para combater os quilos extras e que você ainda pode emagrecer dormindo? Como conseguir esta façanha? Parece milagre, mas não é. É só tomar uma taça de vinho antes de ir para a cama.
 
 
De acordo com um estudo feito pela Washington State University, o resveratrol presente no vinho, principalmente na casca e na semente da uva roxa, consegue transformar o excesso de gordura branca em marrom, que é mais fácil de ser eliminada pelo organismo.
 
Esta substância atua como antioxidante, além de estar presente em muitas frutas, sobretudo nas de cores escuras, principalmente, nas cascas. Como exemplo, além das uvas, tem-se resveratrol na amora, morango e até na maçã.
 
A pesquisa foi publicada no International Journal of Obesity e durante a condução do estudo, ratos foram submetidos a uma dieta altamente calórica. Uma parte deles, no entanto, recebeu diariamente uma dose concentrada de resveratrol, a outra não. O grupo que recebeu a substância engordou 40% menos que o outro, que ganhou somente a dieta.
 
"Os polifenóis em frutas aumentam a oxidação de gorduras na dieta de modo que o corpo fica sobrecarregado", afirmou Min Du, professor e cientista da Washington State University.  Segundo ele, converter gordura branca em gordura marrom auxilia na queima lipídios e ajuda a manter o corpo em equilíbrio e prevenir a obesidade e disfunção metabólica.
 
Mas o que o vinho tem a ver com a perda de peso? Embora, o resveratrol esteja presente em diversas frutas, no vinho há uma grande quantidade da substância pesquisada: revesratrol. Desta forma, quanto mais escuro é a bebida, maior é a quantidade.
 
O resveratol não auxilia apenas na perda de peso, mas está associado também a outros benefícios para a saúde, como na diminuição do colesterol LDL e no aumento dos níveis de lipoproteínas de alta densidade, o colesterol HDL, tendo assim importante papel na redução do risco de doenças cardiovasculares, como o infarto.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Vinho antes do treino pode melhorar o desempenho na academia

Se você aprecia um bom vinho, quer manter a forma, mas falta tempo e disposição para ir à academia, pesquisadores da Universidade de Alberta têm uma notícia que vai alegrar seu dia. Segundo estudo feito pela instituição canadense, um composto natural encontrado em algumas frutas, nozes e, principalmente, no vinho tinto é capaz de potencializar os efeitos do treinamento físico e melhorar sua performance.

O coordenador da pesquisa, Jason Dyck, diz no estudo que sua equipe descobriu em experimentos de laboratório que altas doses do composto natural resveratrol são capazes de melhorar o desempenho físico, função cardíaca e força muscular.
 
"Ficamos animados quando vimos que o resveratrol apresentou resultados semelhantes ao que você teria a partir de um treinamento intenso", afirma Dyck, que trabalha como pesquisador no departamento de Pediatria e Farmacologia da Universidade de Alberta.  "A partir daí, Imediatamente vimos o potencial para uma possível espécie de 'pílula da performance' ", completa.

Mas antes que você comemore, saiba que a descoberta de Dicky e sua equipe não é só para os preguiçosos. "Acho que o resveratrol pode ajudar doentes que querem e precisam se exercitar, mas são fisicamente incapazes, já que esse composto poderia emular ou potencializar os benefícios das poucas atividades físicas que podem fazer", explica o pesquisador.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Vinho tinto pode previnir disfunção erétil

Segundo uma pesquisa realizada pela University of East Anglia (UEA) e pela Harvard University, os homens que possuem uma dieta rica em flavonoides têm menor chance de desenvolver disfunção erétil.
 
Os mais benéficos flavonoides são as antocianinas (encontradas em blueberries, cerejas, amoras, rabanetes, groselhas e vinho tinto), as flavanonas e as flavonas (presentes em frutas cítricas).
 
De acordo com o professor da UEA Aedin Cassidy, “Homens que consomem regularmente alimentos ricos em flavonoides são 10% menos propensos a sofrer de disfunção erétil. Quantitativamente, estamos falando somente de algumas porções por semana”.
 
A vantagem oferecia por esse tipo de dieta é semelhante a de homens andaram rapidamente durante cinco horas semanais. De qualquer forma, a UEA é cautelosa e não aconselha o consumo em demasia de vinho.
 
O estudo realizado pela parceria entre as universidades da Grã-Bretanha e do EUA também constatou que uma alta ingestão de frutas está associada à redução do risco de disfunção erétil em 14% - ou 21% quando combinada a exercícios físicos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Bebidas alcoólicas, como o vinho, podem ajudar a prevenir morte por Alzheimer

Um estudo realizado por cientistas dinamarqueses da Universidade da Dinamarca do Sul, em Odense, indica que o consumo de álcool pode diminuir em mais de 70% o risco de morte por Alzheimer.
 
A pesquisa foi desenvolvida durante três anos e analisou um total de 321 pessoas que sofriam da doença em fase inicial. Os dados do estudo indicam que quem bebe moderadamente tem menor taxa de mortalidade do que os outros três grupos (os abstêmios, os que bebem pouco e os que bebem muito).
 
Mas o que é beber moderadamente? Segundo o estudo, é beber de duas a três unidades de álcool por dia, ou seja, o equivalente a uma quantidade que varia entre um copo de vinho cheio (220ml) e quase meia garrafa (330ml).
 
Os dois grupos extremos são os que apontaram maior mortalidade. Quando comparado a eles, quem bebe moderadamente tem cerca de 77% menos chance de morrer em função da doença neurodegenerativa.
 
Embora o álcool seja comumente visto como uma substância neurotóxica, o professor Frans Boch Waldorff, um dos cientistas envolvidos, afirma que “os resultados do estudo apontam para uma associação potencial e positiva do consumo moderado de álcool e a mortalidade de pacientes com a doença de Alzheimer”.
 
No entanto, cauteloso, ele alerta os pacientes “Não podemos aconselhar ou desaconselhar estes pacientes, só com base neste estudo, o consumo moderado de álcool”.
 
Fonte: Revista Adega

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Champagne pode prevenir Alzheimer

  
Uma pesquisa divulgada pela Universidade de Reading, no Reino Unido, em 2013 voltou a ser manchete recentemente em diversas mídias informativas e foi alardeada pelos amantes de Champagne apesar de o estudo não ter tido nenhuma atualização desde que foi divulgado.
 
Na época, cientistas afirmavam que compostos fenólicos encontrados em uvas Pinot Meunier e Pinot Noir, duas das principais variedades usadas em Champagne (além de Chardonnay), podiam ajudar a prevenir o aparecimento de doenças da memória como Alzheimer. Na época, o professor Jeremy Spencer, após estudos com ratos, afirmou: “Esses resultados ilustram, pela primeira vez, que o consumo moderado de Champagne tem o potencial para influenciar as funções cognitivas, como a memória. Encorajamos o consumo responsável de álcool, e nossos resultados sugerem que pequenas doses, como uma ou duas taças por semana, podem ser efetivas”.
 
O Dr. David Vauzour, coordenador do estudo, acrescentou: “Num futuro próximo vamos tentar traduzir essas descobertas para os humanos”. Enquanto isso, aguardamos com as taças em punho.

Fonte: Revista Adega

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Vinho x cerveja: qual é o melhor para a saúde?

Poucas bebidas (exceto, talvez, o chá e o café) dividem o mundo de maneira tão radical quanto a cerveja e o vinho. Gostos à parte, as duas apresentam diferença sutis na maneira como afetam o organismo e a saúde.

A BBC Future peneirou as evidências recolhidas por vários estudos científicos para tentar derrubar alguns dos mitos que cercam as duas bebidas.
 
Qual embriaga mais rapidamente?
 
Uma pint de cerveja (665 ml) e uma taça média de vinho (175 ml) possuem praticamente o mesmo teor alcoólico. No entanto, a embriaguez ocorre quando esse álcool passa para a corrente sanguínea. E a velocidade com que isso acontece varia com cada bebida.
 
Mack Mitchell, da Faculdade de Medicina da Universidade do Texas, recentemente fez um experimento no qual pediu para um grupo de 15 homens ingerirem diferentes bebidas em dias distintos. Ele se certificou que o conteúdo alcoólico era compatível com o peso corporal de cada voluntário e monitorou para que a bebida fosse consumida no mesmo intervalo de 20 minutos.
 
Em um resultado pouco surpreendente, os destilados foram os que entraram na corrente sanguínea mais rapidamente. Em seguida, vem o vinho (que chega a um pico de saturação no sangue 54 minutos depois de ingerido), e a cerveja (que leva 62 minutos no mesmo processo). Em outras palavras, uma taça de vinho “sobe” mais rapidamente que uma pint de cerveja.
 
Conclusão: A cerveja é uma aposta mais certeira para se evitar vexames.

Qual engorda mais?


À primeira vista, a ideia da “barriga de cerveja” parece ser verdade. O próprio álcool já é rico em calorias, sem contar todos os açúcares que tornam essas bebidas tão saborosas.
 
Com 180 calorias, uma pint de cerveja tem 50% mais conteúdo energético do que uma taça pequena de vinho – o suficiente para ajudar a acumular uns quilinhos.
 
Mas para quem bebe moderadamente, as diferenças tendem a ser bem pequenas. Uma recente revisão de dezenas de estudos, realizada por especialistas do Instituto de Pesquisa de Ontário, no Canadá, concluiu que nem os apreciadores do vinho nem os da cerveja tendem a engordar a curto prazo.
 
Os autores notaram, no entanto, que a pesquisa mais longa durou apenas dez semanas. Ou seja, elas podem ter deixado de registrar uma pequena alteração de peso – até mesmo 1 quilo ganho nesse período pode significar um acúmulo radical de 25 quilos em um período de cinco anos.
 
Conclusão: As diferenças são pequenas, mas o vinho sai em ligeira vantagem ao engordar um pouco menos.
 
Qual dá a pior ressaca?
 
 
Apesar de seus esforços, cientistas ainda precisam entender melhor o mais incrível inimigo de quem bebe: a ressaca. Ainda não compreendemos totalmente as suas causas.
 
A desidratação parece ser um fator importante (o álcool faz com que eliminemos mais líquidos do que ingerimos). Mas o problema também pode ser provocado por subprodutos da fermentação.
 
Chamadas de congêneres, essas moléculas orgânicas dão a cada uma das bebidas seu sabor e aroma únicos, mas também podem ser tóxicos para o organismo, resultando na sensação de cabeça latejando e nos enjoos que normalmente sucedem uma noite de excessos.
 
A crença geral é de que as bebidas mais escuras são as que contêm mais congêneres. Mas na realidade, as evidências disso ainda são duvidosas. Apesar de alguns destilados escuros, como o bourbon, produzirem uma ressaca mais intensa do que a vodca, por exemplo, os diferentes tipos de cerveja e de vinho não parecem atuar de maneira significativamente distinta, de acordo com pesquisa da Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston.
 
Conclusão: Muito duvidoso para bater o martelo definitivamente.

Qual é melhor para a saúde?


Sempre ouvimos falar que uma taça de vinho por dia ajuda a “rejuvenescer” o corpo, reduzindo o risco de doenças cardíacas, pressão alta e diabetes. Esses benefícios viriam dos chamados polifenóis (encontrados principalmente no vinho tinto), que aliviam inflamações e combatem os radicais livres.
 
Já a cerveja nunca está muito presente nesses boletins de saúde. Mas um estudo da Universidade de Barcelona, na Espanha, indica que a bebida também contém uma dose razoável de polifenóis e parece oferecer certos benefícios, comparáveis aos do vinho branco (mas menos que o tinto).
 
Obviamente, nenhum deles dá sinal verde a excessos.
 
Conclusão: O vinho tinto ganha de longe, mas a cerveja pode ser melhor do que outras bebidas alcoólicas.
 
Veredicto final: Quando se trata de benefícios para a saúde, o vinho se mostra um melhor “remédio”. No entanto, fãs da cerveja podem ao menos dizer que sua bebida favorita tem uma história mais ilustre. Alguns antropólogos sugeriram recentemente que nosso apreço pela cerveja pode ter dado origem à atividade agrícola e, por isso, à própria civilização. Nada mal para se pensar da próxima vez que se sentar em um bar com amigos.

Fonte: BBC

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sabe o que acontece se beber vinho tinto todas as noites?

 
Um novo estudo publicado no Annals of Internal Medicine revela que o vinho tinto é, de facto, um dos grandes ‘amigos’ da boa saúde.
 
Embora possa ser um desencadeador nato de problemas de fígado e alguns tipos de cancro, o consumo moderado deste ‘elixir’ pode ser um forte aliado contra as doenças cardiovasculares e Diabetes tipo 2.
 
E quando fala em consumo moderado, a investigação da Universidade Ben-Gurion (Israel) refere-se a nada mais, nada menos do que um copo de vinho tinto todas as noites, seja a acompanhar o jantar ou momentos depois.
 
Para o estudo, conta a revista Time, os investigadores contaram com a ajuda de 224 pessoas com diabetes tipo 2 e que não consumiam bebidas alcoólicas. Os inquiridos foram submetidos, durante dois anos, a uma dieta mediterrânea sem restrições calóricas e divididos em três grupos: no primeiro, era a água a bebida que acompanhava o jantar, no segundo era o vinho branco seco e no terceiro o vinho tinto seco.
 
E dos três grupos, foram os inquiridos que ingeriram vinho tinto os que apresentavam melhores níveis de colesterol bom (HDL) – e, por isso, níveis mais reduzidos de colesterol mau – e uma redução significativa dos componentes da síndrome metabólica, uma vez que também passaram a dormir melhor.
 
Foi ainda com o consumo de vinho tinto que os níveis de açúcar no sangue pós-refeição caíram em 30%, situação que não se verificou nos participantes que beberam água ou vinho branco. Esta percentagem mostra-se importante no controle da Diabetes.
 
Para o mentor do estudo, James O'Keefe, o grande senão desta investigação é a incapacidade de controlar a quantidade de vinho que cada pessoa bebe, uma vez que se um copo ao jantar é altamente benéfico, mais do que isso pode dar azo às mais variadas doenças.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pigmento encontado no vinho pode ajudar no tratamento contra doença rara

Pesquisadores ingleses da Plymouth University Peninsula Schools of Medicine and Dentistry descobriram que um pigmento vegetal encontrado em frutas vermelhas, incluindo as uvas, e consequentemente os vinhos tintos, conhecido como Quercetina, pode reduzir os sintomas de uma rara doença muscular da infância, a Floppy baby syndrome, relacionada à hipotonia, condição na qual o tônus muscular está anormalmente baixo.
 
A Quercetina é responsável por fortalecer as células nervosas e musculares, ajudando a evitar a evolução da síndrome. Quando isolada, e utilizada para tratamento, essa substância gera melhora significativa na saúde das células nervosas e musculares.
 
Apesar de não prevenir todos os sintomas, os pesquisadores esperam que o tratamento seja uma opção nos primeiros estágios da doença.
 
Fonte: Revista Adega

terça-feira, 15 de setembro de 2015

1000 garrafas por dia e nada de demência, mas uma baita cirrose

Cientistas descobriram uma substância no vinho tinto que pode ajudar a atrasar o aparecimento da demência. Mas a má notícia é que teria de beber mil garrafas de vinho tinto por dia para conseguir obter o suficiente dessa substância.
 
O estudo publicado no journal Neurology do Centro Médica da Universidade de Georgetown descobriu que o resveratrol – um composto natural presente nas uvas tintas, framboesas, chocolate negro e certos vinhos tintos – pode interferir no processo do desenvolvimento da demência e de Alzheimer.
 
Como reporta o Independent, os investigadores estudaram os efeitos de uma grande dose de resveratrol em 119 pessoas com Alzheimer leve a moderado. Analisaram que foi a maior dose da substância - um grama duas vezes ao dia, equivalente a cerca de mil garrafas de vinho tinto – que obteve melhores resultados no atraso da progressão da doença

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Vinho em cápsula, pode isso Arnaldo?

Empresa que importa e distribui matéria prima para a manipulação de cosméticos e nutracêuticos, está lançando o ativo Vinoxin, feito a partir de uvas tintas provenientes da França. O porduto reune polifenóis, os quais protegem o corpo contra os danos causados pelos radicais livres, poupando o coração e favorecendo o aumento dos níveis de Colesterol bom e diminuindo o ruim.
 
Acredita-se ainda que o produto é capaz de controlar a nivéis de pressão arterial e reduzir as placas ateromatosas, que acumulam-se nos vasos e predispõe as pessoas a doenças cardíacas.
 
Vinoxin® também pode ser utilizado para potencializar o rendimento no exercício físico e auxiliar na redução do peso, por ter ação coadjuvante no controle da inflamação que está associada ao acúmulo de gordura.
 

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Vinho: o terapeuta da Depressão!

 
Estudo realizado na escola de medicina da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, aponta relação entre depressão e inflamação no cérebro.
 
Como o resveratrol, polifenol encontrado no vinho, é um agente anti-inflamatório, pesquisadores estudam a utilização deste componente para o combate da depressão.
 
"Esperamos que nossas pesquisas encorajem os cientistas a fazer testes clínicos para testar a efetividade dos agentes anti-inflamatórios naturais - como o resveratrol - sobre a depressão", relata Susan Wood, líder do estudo. 

Gêmeos de 102 anos bebem vinho diariamente

Nascidos em 13 de julho de 1913, os irmãos Pieter e Paulus declaram que não existe segredo para longevidade; porém afirmam que, comer pouco, não ir atrás de mulher e beber vinho todos os dias garante uma boa saúde, publicou o jornal belga Le Soir.
 
Ambos apreciam uma taça de vinho todos os dias. "“Dê-nos um Bordeaux, mas de boa qualidade",” diz Paulus à enfermeira da casa de repouso.
 
Os irmãos nunca foram casados por sempre desaprovarem a possível companheira do outro, e garantem, hoje são melhores amigos.
 
Tendo em comum a profissão de juiz, os irmãos partilham o mesmo quarto numa casa de auxílio ao idoso; local para onde se mudaram há três anos, na cidade de Gante, leste da Bélgica.