quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Florianópolis recebe o 1º Festival Internacional Vinho e Jazz

Florianópolis terá entre os dias 7 a 11 de janeiro, o 1º Festival Internacional Vinho e Jazz. O público poderá assistir atrações internacionais e nacionais de jazz, bossa nova e blues, além de apresentações de dança. O evento também conta com degustação de vinhos de mais de 100 rótulos, provenientes de 20 países.
 
 
Serão seis horas de apresentações diárias, com a participação 100 artistas em 28 apresentações de música e dança. Os concertos ocorrem em um palco montado em uma pedreira ao ar livre. Haverá outros seis diferentes espaços, incluindo praça de alimentação e espaço de degustação.
 
Os ingresso estão disponíveis pela internet e na pousada, com entrada unitária de R$ 100 e passaporte para os cinco dias de evento a R$ 300. As taças de vinho custam R$ 2.
 
Estão confirmadas as apresentações internacionais de Trio da Paz, Alex Sipiagin, Jeff Berlin, David Bennet Cohen, Othello Molineaux, Maucha Adnet, Jorge Diaz Leon e Alegre Correa. Os catarinenses Elvis Pauli, Luís Gustavo Zago (com o Trio de Jazz), Musadiversa e o Grupo de Percussão de Itajaí também estarão no palco. De dança, Cia. Schiante Cenarium, a Cia. Grão e a Cia. Trupe Toe participam.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Já existe o copo de vinho que não entorna

Promovido pela Super Duper Studio, o copo de vinho que não entorna chega agora ao mercado.
 
A Super Duper Studio decidiu criar o copo de vinho que irá ajudar os apreciadores desta bebida a vencer o seu maior drama: entornar. Já é tal o sucesso deste objeto que se torna difícil despachar todas as encomendas.
 
O copo chama-se Saturn Wine Glass e cada unidade custa 52 dólares, cerca de 42 euros. Segundo a empresa vendedora, a procura tem sido enorme.
 
 

Garage Wine Co Cabernet Franc Lot #36 2011 #winebar

No último WINEBAR de 2014 tivemos a oportunidade de conhecer dois vinhaços de pequenos produtores que fazem parte do MOVI - Movimento dos Vinhateiros Independentes do Chile, o primeiro foi o Polkura Syrah 2010, relembre. E o segundo foi o Garage Wine Co Cabernet Franc Lot #36 2011, tema desta postagem, que é um vinho com um estilo visual vintage e com muita elegância na taça.
 
O vinho é produzido pela Garage Wine Co - GWCo, fundada em 2001 por Derek Mossman, Alvaro Peña e Pilar Miranda, na garagem da casa da família Mossmanque, com a ideia de produzir vinhos de alta qualidade em pequena escala, escala pessoal, com a mão da família, em outras palavras um vinho de garage.
 
O nome foi inspirado nos “garage wines” nascidos das pequenas produções com poucos recursos em Saint-Émilion, na França. Pelo que lemos, degustamos e acompanhamos no instagram eles vem cumprindo a risca a sua ideologia na produção dos vinhos, a qual é bem definida como familiar e garagista.
 
Não sei quanto a você leitor, mas pra nós este tipo de produção é simplesmente fascinante, não que a produção em grande escala não seja muito interessante, mas os pequenos produtores parecem colocar mais amor no que fazem e quando isto é feito os olhos de quem faz e consome brilham, sem falar que nos faz parar e pensar que precisamos dar mais valor e colocar mais amor no que fazemos.
 
As uvas que deram origem a este vinho são provenientes de vinhedos de 800 metros de altitude próximos a San Juan de Pirque, no Vale do Maipo, com vinhas de cerca de 25 anos de idade. Os vinhedos são cultivados pelos métodos tradicionais. A fermentação ocorreu naturalmente em tanques abertos. O rebaixamento do chapéu foi feito à mão e a prensagem foi totalmente manual. O vinho estagiou em barricas neutras de três ou mais anos de uso, durante dois invernos, ou seja, este vinho da safra de 2011 está no mercado a cerca de 1 ano.

Visualmente o vinho já começou nos ganhando com o seu estilo vintage de "rótulo", que vem pintado em contra partida aos usuais rótulos de papel e no lugar da cápsula de chumbo ou cobre encontramos uma cápsula de cera, que deu um charme a mais. Já quanto ao líquido observamos uma cor rubi intensa e brilhante com lágrimas finas e rápidas. No nariz aromas de frutas vermelhas como cereja e framboesa aparecem em primeiro plano e são seguidas de notas florais e de chocolate, e toques balsâmicos e de tostado. Em boca um vinho de bom corpo e estrutura suficiente para mais alguns anos de evolução em garrafa. Os taninos estavam firmes, porém elegantes, a acidez excelente e o álcool na medida certa.  Final de boca longo e intenso com a presença de notas especiadas e a repetição da fruta, do balsâmico e do defumado no retrogosto.
 
Baita cabernet franc, pronto pra beber ou para guardar por mais 2-3 anos, então se encontrar um dos vinhos do Derek Mossman por aí não exite em comprar.
 
Além de tudo o vinho é muito gastronômico. Por aqui Eu e Fernanda, para escoltar nossa garrafa, preparamos uma fraldinha com redução do molho no próprio vinho.
 

O Rótulo

Vinho: Garage Wine Co Lot #36
Tipo: Tinto
Casta: Cabernet Franc
Safra: 2011
País: Chile
Região: Maipo Alto
Produtor: Garage Wine Co
Enólogos: Pilar Miranda e Alvaro Peñ
Graduação: 14%
Onde comprar: Premium Wines
Preço médio: O importador não informa o valor no site
Temperatura de serviço: 16º
Pontuações: Robert Parker 92 pts


Nota:

O vinho foi enviado pelo produtor através da importadora Premium Wines para degustação no WINEBAR.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Abrindo seu Champagne com um Rifle .50

Como você abriu seu espumante na ceia natalina? Da forma tradicional? Tem gente que gosta de inovar e isso foi o que o atirador profissional Richard Ryan fez e você pode conferir no vídeo abaixo.
 
O ano passou voando e todo mundo aguarda ansiosamente pela virada de ano. Muita gente já comprou os fogos de artifício, os trajes de réveillon e, claro, a tradicional champagne. Mas que tal fazer um estouro diferente desta vez?
 
  
Pensando em um jeito de inovar, Richard Ryan, atirador profissional que faz inúmeras proezas com seus rifles, resolveu provar que é possível abrir a garrafa de uma maneira inusitada: com um tiro de rifle calibre .50!
 
A brincadeira sai caro e, evidentemente, não é recomendada para pessoas inexperientes e que não tomem as devidas precauções (então, não faça isso em casa!). Ryan mostrou em seu vídeo como se dá o estouro com diferentes situações, mas provou que é possível sim desarrolhar sem danificar a garrafa ou desperdiçar o líquido.
 
As imagens em câmera lenta (veja em 1:37 do vídeo) exibem claramente que a bala arranca parte da rolha, sendo que a pressão interna da garrafa faz o restante do trabalho. O resultado é realmente impressionante e prova que quem tem habilidade (e armamento de alto custo) pode fazer umas brincadeiras bem legais.
 
Fontes: Sploid, Tecmundo e Youtube

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Como saber se andas a beber em excesso?

Beber um copo de vinho depois do trabalho ou durante uma saída ao fim de semana (sem ser recorrente durante a semana) não é grave. E se nesta altura do ano começou a beber um pouco mais, a época é propícia.
 
Mas há alguns senãos. Estes, aparentemente, hábitos inofensivos têm-se tornado num 'assassino' silencioso, contribuindo para o aumento de mortes por doença de fígado, por exemplo. Mas como saber quando o nosso hábito de beber está a se tornar um problema.
 
 
 Acordar durante a noite
 
Acordar diversas vezes durante a noite para ir ao banheiro pode ser um sinal de que está a beber mais do que aquilo que o seu corpo aguenta.
 
De acordo com Rizwan Hamid, do London Urology Associates, no Reino Unido, o nosso corpo tem um hormônio antidiurético responsável por regular a quantidade de urina no nosso corpo. Este hormônio se comunica com os rins para que estes processem a urina de forma mais concentrada, logo há menos volume produzido. Durante a noite produzimos essa hormônio em maior quantidade, daí não termos necessidade de nos levantar tanto. Mas quando há álcool no sistema, a produção do hormônio diminui, o que leva a uma maior produção de urina. Hamid refere que se bebermos regularmente é normal acordar para ir ao banheiro. Mas não é normal pessoas com menos de 65 anos de idade passarem a noite a acordar por essa razão. E mesmo pessoas com mais de 65 anos não devem levantar-se mais do que uma vez.
 
Olhos secos ao acordar
 
A bebida pode fazer com que os olhos pareçam secos. O álcool não só desidrata o corpo, como pode acabar por interferir na produção lacrimal, o que significa olhos menos lubrificados e até pegajosos. Se acordar demasiadas vezes com os olhos secos, reveja a quantidade de álcool que está a ingerir.
 
Ansiedade pela bebida pós trabalho
 
Se o seu pensamento está focado num copo de vinho e torna o seu dia complicado de levar, pode ser o primeiro indício de um problema mais sério. Embora à primeira vista possa não ser visto como um problema, o fato é que quando durante o dia pensamos apenas em 'chegar a casa e beber algo' ao invés de 'chegar a casa e estar com a família', esse pode ser um claro sinal de alerta.
 
Por vezes as pessoas usam o álcool para se auto medicar, principalmente quando estão deprimidos ou num estado de ansiedade. No entanto, o álcool tem efeitos depressivos, logo pode tornar as coisas mais sérias. Se chegou ao estado de automedicação com recurso a álcool é necessário ir ao ponto anterior a esse estádio e tentar perceber o que aconteceu.
 
Problemas de estômago
 
São diversos os problemas de estômago que podem ser um sinal de alerta e demonstrar que está a beber demasiado, como a disenteria. Uma das consequências do excesso de álcool está relacionada com a dificuldade de absorção do excesso de fluidos que está a ingerir, o que resulta num estado 'aquoso' no interior do nosso sistema.
 
Um outro sinal pode ser dado pela função do fígado, que deixa de processar os elementos gordos de forma correta porque passa demasiado tempo a processar o excesso de álcool.
 
Se a urina apresentar uma cor mais escura do que o normal e se não se sentir desidratado, pode bem ser um sinal precoce de que o fígado não está a filtrar as células mortas presentes no sangue e outros desperdícios internos. Pelo menos não de forma efetiva.
 
Todos estes sintomas acontecem antes de uma crise séria de fígado, mas podem ser apenas sinais de que está em risco.
 
Esquecido e mal-humorado
 
Embora beber um par de copos antes de deitar o possam ajudar a adormecer, esse sono irá ser fragmentado. A noite será repartida em ciclos e vai acordar mais cansado (de acordo com Guy Meadows, da The Sleep Scholl em Londres). O álcool torna-se um estimulante quando o corpo quebra; liberta açúcar e outras substâncias que o fazem acordar mais vezes. Impede-o também de chegar ao sono em modo REM (rapid eye movement), que se traduz na parte mais importante do nosso sono, porque é onde o nosso cérebro processa a memória e o nosso estado de humor.
 
Não ter REM suficiente durante a noite significa acordar, não só mais cansado, como mal-humorado e esquecido.
 
Noites mal dormidas
 
Beber de forma moderada pode também levar o seu cérebro a 'esquecer' como se dorme de forma eficiente. De tal modo que o corpo acaba por perder a parte do sono restaurador, mesmo nas noites em que não bebe. Alguns estudos indicam que 60% dos alcoólicos sofrem de insónias.
 
Meadows indica que um dos aspetos mais interessantes do estudo é perceber que este padrão de distúrbio de sono se mantém alguns anos após o deixar de beber.
 
O alcoolismo de longa duração interfere com os neurotransmissores que têm como função acalmar a atividade cerebral. Esta conclusão pode explicar porque é que os indivíduos que bebem de forma moderada não notam diferença quando deixam de beber durante uns dias. No caso dos primeiros, o cérebro tem de reaprender a dormir e para que isso aconteça é necessário deixar de beber durante uns meses para perceber a diferença no sono.
 
Tolerância ao álcool
 
Beber um pouco mais do que a conta e não sentir qualquer efeito é um sinal de que esse indivíduo bebe numa base regular. Isto acontece porque se criou uma tolerância aos efeitos a curto prazo que o álcool tem.
 
O etanol faz-nos sentir bêbedos. Esta parte pura da bebida alcoólica entranha-se na corrente sanguínea e afeta o sistema nervoso central e o cérebro, o que interfere no nosso centro de gravidade e faz com que balbuciemos palavras de forma descoordenada.
 
O corpo produz enzimas que ajudam a remover o álcool do sistema. Mas se beber é uma prática regular, o organismo vai ter de produzir quantidades mais elevadas dessas enzimas ao mesmo tempo que 'aprende' a trabalhar de forma mais árdua para que possa expulsar o álcool mais rapidamente.
 
É frequente os indivíduos que bebem acharem que se toleram os efeitos a curto prazo também os toleram a longo prazo. No entanto, a única coisa que 'ganham' é o aumento do risco de danificarem o fígado. Isto porque não é o álcool em si que danifica as células do fígado, mas sim as toxinas que estão presentes e não são processadas.
 
Necessita de um sorriso novo
 
O fato de os dentes aparentarem estar em condições quando sorri ao espelho não significa que o consumo do álcool não esteja a deixar as suas marcas.
 
Por exemplo, as marcas causadas pela ingestão de vinho tinto aparecem na parte interior dos dentes, junto à língua e nas superfícies entre os dentes. O vinho branco e a cerveja levam a uma maior erosão dentária. Sinais claros de que algo está errado é o aparecimento da cor amarelada e uma maior sensibilidade.
 
'Bronze saudável'
 
Se alguém lhe disser que está com bom aspeto e perguntar se esteve de férias e a resposta for negativa, então pode querer dizer que está com problemas de fígado que se traduzem numa alteração da cor de pele.
 
Ao longo do tempo o álcool danifica as células do fígado e deixa cicatrizes no tecido enquanto este tenta reparar-se a ele próprio. Estas cicatrizes significam que o fígado deixou de conseguir desempenhar o seu trabalho nas melhores condições, não conseguindo filtrar as toxinas e os desperdícios que se encontram no sangue.
 
É aconselhável verificar se o branco dos dentes está a ficar amarelado. Geralmente é um sinal que surge nos primeiros estádios das doenças de fígado.
 
Levar duas garrafas de vinho para a festa
 
Não é segredo que o álcool é como qualquer outra droga e torna o corpo dependente ao mesmo tempo que constrói uma tolerância própria. Um sinal de que a sua dependência está a aumentar inclui levar duas ou mais garrafas de vinho para uma festa; ou usar copos grandes e beber muito mais do que o recomendado (em média 3-4 copos por homem, 2-3 copos por mulher).
 

Eu não conheço nenhum excesso benéfico ao nosso corpo e alguns deles costumam causar danos ainda piores, como é o caso do álcool. Lembro-me claramente de uma frase do Médico e Físico Paracelso, a qual escutei inúmeras vezes durante minha graduação em Fisioterapia e nos meus estudos em Medicina Tradicional Chinesa: "A diferença entre um remédio e um veneno está só na dosagem". Então caros e prezados leitores não abusem e cuidado com os excessos.
 
Fonte: Visão

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Prosecco Costazzurra Brut

Eu e Fernanda tivemos um encontro entre amigos há alguns dias e degustamos alguns diferentes rótulos e destacarei alguns por aqui e o primeiro deles é o Prosecco Costazzurra Brut.
 
Prosecco é o típico espumante da região italiana do Vêneto rico em frescor e elegância. Destacam-se dentro do centro produtor de Prosecco no Vêneto a regiões de Conegliano e Valdobbiadene, no norte da Itália. Nessa região, 15 comunas, situadas na Província de Treviso, são os pólos de destaque na produção desse tipo de espumante. Em Conegliano, está instalada a Ca'Vendrami, responsável pela produção deste Prosecco Costazzurra Brut.
 
Conegliano se caracteriza por solos de origem sedimentar, calcária e argilosa nas colinas, e argiloso de média consistência ou também rochoso, nas planícies. É um local também de temperatura fria, sobretudo à noite, por ser uma região de terreno elevado. A boa insolação possibilita o amadurecimento das uvas de forma correta, nos prazos adequados.
 
O Costazzurra Brut é produzido pelo método Charmat, com segunda fermentação em autoclaves. Para ser qualificado como Brut, o exemplar conta com uma quantidade de açúcar residual, na sua composição, inferior a 15 gramas por litro, tornando-se moderadamente seco.
 
Na taça apresentou cor amarelo palha com boa formação de espuma e perlage fina e de boa persistência. No nariz aromas de frutas brancas (maçã verde e pêra) e flores brancas. Em boca um espumante de boa estrutura e boa cidez, o que lhe confrere grande frescor. Final de boca de média intensidade com a fruta aparecendo no retrogosto.
 
Esse vai muito bem com aperetivos e é mais uma boa opção para as festas de fim de ano e para nos ajudar a aplacar o calor.
 
Um fato interessante deste prosseco é sua imagem visual similar a usada no famoso champagne Veuve Clicquot... Garanto que uma olhadela rápida irá confundir muitos...


O Rótulo

Vinho: Costazzurra Brut
Tipo: Espumante
Castas: Prosecco
Safra: Não safrado
País: Itália
Região: Veneto
Produtor: Ca'Vendrami
Graduação: 11%
Onde comprar em Recife: Bar Chef
Preço médio: R$ 45,00
Temperatura de serviço: 8º

Resveratrol é mais uma vez relacionado como o elixir da juventude

Uma substância encontrada no vinho tinto pode proteger o organismo humano contra as doenças relacionadas com o envelhecimento.

Chama-se resveratrol e é um dos componentes das uvas (em particular da pele), das nozes, dos amendoins, da soja e de outras plantas comestíveis. Esta substância está relacionada com o aumento da espectativa de vida saudável dos animais de  laboratório, ao mesmo tempo que diminui o aparecimento de doenças cardíacas e outras efemeridades comuns em humanos.


O vinho tinto é uma bebida particularmente rica em resveratrol, explica o jornal britânico "The Independent", uma vez que a uva é deixada com casca durante mais tempo no período de fermentação. Por esse motivo, os cientistas responsáveis por esta conclusão dizem que este pode ser o segredo da longevidade daqueles que têm por hábito beber vinho tinto em comparação com a média de idades e histórico clínico daquelas pessoas que não consomem o "néctar".

Cientistas norte-americanos descobriram que o resveratrol imita um aminoácido natural, chamado tirosina, normalmente associado a outras substâncias (enzimas chamadas TyrRS) que ajuda a proteger o DNA dos cromossomas contra danos genéticos, entre eles as doenças e as consequências naturais do envelhecimento.

"Com estes resultados é concebível que o consumo moderado de vinho tinto daria a uma pessoa a dose suficiente de resveratrol para proteger melhor o organismo", disse o Matthew Sajish, co-autor do estudo.

"Acreditamos que o TyrRS evoluiu para agir como um interruptor de nível superior ou ativador de um mecanismo de proteção de células fundamental e que funcional em praticamente todos os organismos", acrescentou.

Esta descoberta junta-se aos estudos já existentes que provam a existência de propriedades antioxidantes e anticancerígenas  no resveratrol.