quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Vacina para gripe? Que nada, vou de vinho tinto

Pesquisadores descobriram que um ou dois copos de vinho por dia podem ajudar a combater o resfriado comum. Eles descobriram que uma quantidade moderada de vinho provém uma proteção com cerca de 200 tipos de vírus que podem causar o resfriado.
 
A pesquisa publicada no Jornal de Epidemologia analisou mais de quatro mil pessoas em universidades espanholas, que fizerem um diário sobre seus hábitos alimentares, e estilo de vida durante um ano. Segundo os resultados, pessoas que bebem até duas taças de vinho por dia, têm 40% menos chances de pegar um resfriado.
 
Os cientistas explicam que o efeito pode ser causado pelos flavonóides presentes em alta quantidade na bebida, principalmente no vinho tinto, que ajudam o corpo a produzir anticorpos naturais. O estudo diz que alguns flavonóides ajudam especificamente contra vírus nasais. "Esta descoberta pode explicar a maior resistência à infecção viral entre os bebedores de vinho", acrescentou um dos pesquisadores.
 
No entanto, outros especialistas acham que a explicação pode ser que os bebedores de vinho ficam resfriados, mas não notam os sintomas, porque as substâncias presentes no vinho diminuem a resposta do corpo. Um desses ingredientes é o resveratrol, que diminui os processos inflamatórios no corpo. Como resultado, o consumo de vinho pode amortecer a inflamação no nariz e vias respiratórias que ocorre quando o sistema imunitário está combatendo uma infecção por vírus da gripe.
 
Fonte: Revista Adega

Toro Loco 2011, qual o por que deste nome?

Creio que todo mundo que gosta de vinho e que lê notícias relacionadas à bebida com certa frequência já ouviu falar sobre o vinho Toro Loco, um varietal espanhol com a cepa tempranillo.
 
O Toro Loco certamente foi um dos vinhos mais comentados em 2012, pois recebeu medalha de prata na tradicional International Wine & Spirits Competition, em uma degustação as cegas que o colocou à frente, segundo site do importador no Brasil, de vinhos até 10 vezes mais caros.
 
O valor do vinho na Espanha é de cerca de R$ 12,00 e chegou ao consumidor brasileiro por R$ 25,00. O valor do vinho e sua premiação fizeram do mesmo um sucesso de aparições na mídia formal e informal e também de vendas.
 
A Wine, empresa que importa o vinho já vendeu, em velocidade recorde, dois lotes inteiros do vinho e, enquanto durarem os estoques da vinícola, este sucesso de vendas tende a se repetir. 

Meu rótulo foi adquirido findo todo o primeiro alarde e marketing expressivo e inteligente da Wine, quando o segundo lote foi posto à venda. Ele chegou a minha residência dois dias depois do prazo, que creio eu não por falha da importadora, mas por falha da transportadora e pelo imenso volume de entregas na ocasião (últimas semanas de 2012).

O Toro Loco é produzido em uma província de Valência (Utiel-Requena) pela ENV Coviñas. Seu rótulo é bem clean e vem com a cabeça de um touro e fundido a ela um saca rolhas, onde a cabeça faz jus à primeira parte do nome, mas a segunda fica dúbia, visto que um saca rolhas não combina com a tampa em screw cap, porém talvez seja esse o significado de loco, pois só um louco abriria um vinho com uma vedação em screw cap com um saca rolhas.

O rótulo foi degustado no último dia 11 e para acompanhar preparei uma fraldinha pouco condimentada e batatas levemente cozidas e posteriormente assadas no forno: deu certo, mas poderia ter sido um desastre se eu tivesse optado por mais condimentos ou molhos ricos em gordura ou acidez.

Vamos ao Loco! Visualmente o vinho mostrou uma cor rubi clara, com reflexos púrpura bem suave e lágrimas grossas, discretas e tão lentas que algumas nem chegaram a escorrer, permanecendo nas paredes da taça. No nariz mostrou aromas de média intensidade, com notas de ameixa e menta. Em boca mostrou corpo médio, com taninos muito suaves, quase imperceptíveis e acidez muito discreta. Repetiu a fruta e mostrou notas doces em final de boca, as quais ficaram mais intensas com a evolução em taça. Final de boca de média intensidade. Passou longe das características marcantes da casta com que é produzido.

É de fato um vinho bem suave e fácil de beber e creio que essa seja sua proposta principal; não tem nenhum potencial de guarda, não me arriscaria a manter um na adega até 2014. Discordo quando alguns o descrevem como um vinho com cara de novo mundo, isto é verdade apenas em parte, pois mesmo os mais joviais e simples (os reservas do Chile ou da Argentina) são mais tânicos e ácidos que ele, mas ele se aproxima destes mesmo reservas pela facilidade de degustação, simplicidade e valores.

Um vinho jovial e simples, vendido a um preço justo, mas que deixa a desejar quando comparado a outros rótulos do novo e velho mundo na mesma faixa de preço. Eu particularmente não repetiria a compra.


O Rótulo
 
Vinho: Toro Loco
Tipo: Tinto
Castas: Tempranillo
Safra: 2011
País: Espanha
Região: Utiel-Requena
Produtor: ENV Coviñas
Graduação: 12,5%
Onde comprar: Wine
Preço médio: R$ 25,00
Temperatura de serviço: 16º

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Vinho tinto durante refeições diminue efeito do colesterol ruim da carne vermelha

Um grupo de cientistas da Universidade Hebráica de Jerusalém descobriu que tomar vinho tinto junto com carne vermelha, pode evitar que o aumento do colesterol causado pela carne vermelha.
 
divulgaçãoA carne vermelha possui compostos que se acumulam no sangue, ajudando a formar o colesterol ruim, que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar o risco de doença cardíaca. Porém, os antioxidantes presentes no vinho tinto, conhecido como polifenóis, impedem que o estômago absorva esse composto, que não chega ao sangue.
 
Por quatro dias, eles alimentaram 14 voluntários saudáveis com uma série de refeições de costeletas de peru, e evitaram carnes e peixes. Outro grupo menor seguiu a mesma dieta, porém com um copo de vinho acompanhando todas as refeições.
 
Depois dos quatro dias os níveis de colesterol modificado, responsável pelo endurecimento das artérias e placas que conduzem à doença cardíaca, tinha aumentado em 97%. Enquanto o grupo que tinha tomado vinho, não tiveram modificações significantes no colesterol.
 
Professor Ron Kohen, responsável pelo projeto, disse que isso pode explicar porque o vinho tinto é responsável por diminuir o risco de doenças coronárias. "Carne é rica em gordura poliinsaturada e colesterol. Nossos resultados mostram uma explicação entre o consumo de carne e aumento de riscos de doencças cardiacas. E alimentos ricos em polifenóis, como o vinho, diminuem esses efeitos prejudicias", explicou ele.
 
Fonte: Revista Adega

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Passeio Enológico por Portugal: Burmester

Em abril de 2012 eu e Fernanda tivemos a oportunidade de participar de uma evento organizado pela Adega Alentejana em prol dos vinhos portugueses, sobretudo os produzidos no Alentejo.
 
Degustamos com donos de vinícolas e enólogos, passamos por 13 stands e pudemos degustar mais de 40 diferentes rótulos, um verdadeiro passeio pela cultura vitivinícola de Portugal e hoje, 8 meses depois chegou a hora de falar dos vinhos degustados no último stand que visitamos, que foi o da Burmester com seus belos vinhos do Porto.

O vinho do Porto é um vinho generoso. Adiciona-se 20% de aguardente vínica ao mosto das uvas durante a fermentação, geralmente no segundo ou terceiro dia. Esta aguardente vínica mata as leveduras e a fermentação é interrompida. Como nem todo o açúcar foi transformado em álcool, o vinho fica doce. Por sua vez a graduação alcoólica sobe até aos 20% devido à adição da aguardente vínica.

A doçura do vinho varia em função do instante em que é adicionada a aguardente vínica. Se for no início da fermentação o vinho fica mais doce. No final da fermentação, o vinho será mais seco. O vinho do Porto é produzido nas quintas ao longo do vale do rio Douro e seus afluentes. Alguns vinhos estagiam nas próprias quintas. Outros são transportados em caminhões pipa até às famosas caves de Vila Nova de Gaia. Ambos envelhecem lentamente por décadas em cascos de carvalho de diferentes dimensões: as pipas (geralmente com 550 litros), os tonéis (até 15.000 litros) e os balseiros (até 30.000 litros).
 
A história de produção e exportação de vinhos do porto pela Burmester remotam para década de 50 do século XVIII. O nome da família e que dá nome ao vinho é oriundo da pequena cidade de Moelln, no norte da Alemanha, derivando do título Burgomestre, que significa chefe de município.
 
No final do milênio, o Grupo Amorim adquiriu a CASA BURMESTER, e recentemente foi adquirida pelo Grupo Sogevinus SGPS, S. A.
 
Burmester Porto Ruby

Esse, apesar de ser de uma linha mais simples, agradou muito. Ele já foi comentado no blog. Confira nossas impressões clicando aqui.
 


O Rótulo
 
Vinho: Burmester Ruby
Tipo: Porto
Castas: Touriga Franca e Tinta Roriz
País: Portugal
Região: Douro
Enólogo: Pedro Sá
Produtor: Burmester
Graduação: 20%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 45,00
Temperatura de serviço: 12º



Burmester Porto Tawny

É um vinho do Porto clássico, através do qual o Porto se tornou conhecido a nível mundial. Inicialmente de cor tinta, este vinho é obtido por lotação de diferentes colheitas, primeiro envelhecido em balseiros de carvalho e posteriormente efectuado um blending de 4 anos. O seu envelhecimento e consequente oxidação em madeira de carvalho faz com que a sua cor passe de tinta a alaranjada (tawny).

Visualmente msotrou uma cor rubi alaranjada, com boa formação de lágrimas. Aromas de fruta madura (laranja, morango), e toques delicados de baunilha. Em boca muito equilibrado e elegante, com muita fruta e boa intensidade.


O Rótulo

Vinho: Burmester Tawny
Tipo: Porto
Castas: Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Roriz
País: Portugal
Região: Douro
Enólogo: Pedro Sá
Produtor: Burmester
Graduação: 20%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 45,00
Temperatura de serviço: 12º
 

Burmester Jockey Club Porto
 
É um Tawny com cerca de 7 anos, resultante da cuidadosa selecção e lotação de vinhos longamente envelhecidos, representando um tributo ao espírito e paixão dos homens Burmester pelo desporto e pela natureza.

Visualmente o vinho mostrou uma cor alaranjada e brilhante muito bonita. No nariz mostrou um bouquet com frutas maduras, castanha, baunilha e leve toque de caramelo. Em boca mostrou boa estrutura, muito equilibrado e adocicado, com boa acidez e toques picantes.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Burmester Jockey Club
Tipo: Porto
Castas: Tinta Barroca, Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional
Safra: Não safrado
País: Portugal
Região: Douro
Enólogo: Pedro Sá
Produtor: Burmester
Graduação: 20%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 80,00
Temperatura de serviço: 12º


Burmester Latle Bottled Vintage 2005

Tal como o Vintage, o Late Bottled Vintage é produzido pelo método tradicional ficando, por isso, mais rústico e vigoroso. Envelhecido em enormes balseiros nas caves em Vila Nova de Gaia para preservar a sua cor retinta e sabor a fruta fresca, mostra-se fechado e frutado. É engarrafado entre a 4ª e a 5ª Primavera após a vindima, formando, ao longo do tempo, algum depósito em garrafa.

Por forma a apreciar todo o seu corpo, fruta e potentes taninos - uma vez que o tempo em madeira acelerou a sua evolução - aconselha-se o seu breve consumo.

Cor ruby bem viva e intensa e boa formação de lágrimas. No nariz mostrou aromas em boa intensidade e bem delicados, com frutos tropicais bem presentes, somando-se a estes aromas de cacau chocolate, menta e tostado. Em boca mostrou-se muito intenso, com boa acidez e o chocolate frutos e tostado aparecendo em bom equilíbrio.
produto

O Rótulo
 
Vinho: Burmester Latle Bottled Vintage
Tipo: Porto
Castas:Tinta Barroca e Touriga Franca
Safra: 2005
País: Portugal
Região: Douro
Enólogo: Pedro Sá
Produtor: Burmester
Graduação: 20%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 80,00
Temperatura de serviço: 12º
 
 
Burmester White Porto 10 Anos

Visualmente mostrou uma cor amarelo dourada. No nariz um bouquet complexo e exuberante, dominado pelos aromas de frutos secos harmoniosamente combinados com notas de especiarias e intenso toque amadeirado. Em boca mostrou-se macio e sedoso no paladar, equilibrado e com vibrante estrutura. Final longo e persistente.


O Rótulo
 
Vinho: Burmester White 10 anos
Tipo: Porto
Castas: Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinta Roriz e Touriga Franca
Safra: Não safrado
País: Portugal
Região: Douro
Enólogo: Pedro Sá
Produtor: Burmester
Graduação: 20%
Onde comprar: Templo dos Vinhos
Preço médio: R$ 120,00 (375ml)
Temperatura de serviço: 12º
 

Burmester Tawny Porto 20 anos

Esse rótulo é primoroso e se pudesse teria bebido toda a garrafa. Vininho de uma elegância e suavidade incrível. Confira o que achei dele clicando aqui.
 
produto
O Rótulo
  
Vinho: Burmester Tawny 20 anos
Tipo: Porto
Castas: Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinta Roriz e Touriga Franca
Safra: Não safrado
País: Portugal
Região: Douro
Enólogo: Pedro Sá
Produtor: Burmester
Graduação: 20%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 175,00 - R$ 230,00 
Temperatura de serviço: 12º
 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Vinho tinto: o dopping invisível

Segundo uma pesquisa da Universidade de Kingston, em Londres, vinhos tintos podem ajudar atletas e jogadores a melhorar seu desempenho, pois aumentam a quantidade de testosterona no organismo. A pesquisa também descobriu que a bebida pode ajuda-los a burlar testes anti-dopping.
 
A equipe do professor da escola de Ciencia da Universidade, Declan Naughton, descobriu que o vinho reduz o nível de testosterona liberada pelo corpo, o que aumento a quantidade de testosterona no corpo e distorce os resultados dos testes feitos com amostras de urina. A testosterona é uma hormônio natural presente em homens e mulheres. Ele pode aumentar a massa muscular, a resistência e acelerar a recuperação. E pode ser usado por alguns atletas em forma de remédios e complementos, para aumentar sua capacidade fisíca.
 
"Pesquisas anteriores mostraram o efeito que anti-inflamatórios podem ter sobre as enzimas", explicou o professor Naughton. "Uma vez que muitos destes suplementos são derivados de plantas, decidimos pesquisar o efeito que determinados alimentos e bebidas podem ter sobre enzimas envolvidas na excreção de testosterona. Escolhemos o chá verde e vinho tinto, porque ambas têm uma enorme variedade de moléculas naturais e nós queriamos ver se eles afetariam a quantidade de testosterona excretada na urina", explicou do professor.
 
Ele explicou também que o efeito pode variar de um individuo para o outro, por causa de fatores como peso, dieta e o tipo de exercicio praticado por cada um. Os resultados também mostraram que o efeito é o mesmo para os extratos de vinho que são colocados em alguns suplementos vitamínicos.
 
Fontes: Revista Adega e Google Imagens.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Barton & Guestier Cuvée Réservée Chardonnay Brut

Barton & Guestier é a primeira marca de vinhos finos franceses exportada no mundo. Elabora mais de quarenta vinhos procedentes das principais regiões vinícolas: Bordeaux, Borgonha, Beaujolais, Vale do Loire, Rodano, Languedoc e exporta cerca de dois milhões de caixas de vinho por ano. Aqui no blog já comentamos um Pinot Noir e um Côtes du Rhône deste produtor, ambos agradaram bastante, sobretudo o último.
 
Encontrei esse espumante com um preço bem atraente e não tive dúvidas em trazer para casa e foi esse o espumante que escolhi para degustar em família no último jantar do ano no dia 31 de dezembro. A ideia era que ele pudesse harmonizar com todos os pratos e também com a sobremesa; deu certíssimo.
 
O vinho mostrou uma cor amarelo palha com reflexos dourados, perlage fina e elegante, de boa persistência. No nariz aromas intensos, com presença de notas de pêssego e maça, seguidos de inebriantes notas de frutos secos (amêndoas) e delicadas nuances de fermento. Em boca mostrou boa refrescância e acidez, com repetição do fruto seco e boa cremosidade. Final de boca seco, longo e refrescante.

Espumante muito elegante e agradável, com excelente custo versus benefício. Ideal para acompanhar frutos do mar, cozinha oriental (japonesa) e para fins de tarde na praia ou na piscina.

O Rótulo

Vinho: Barton & Guestier Cuvée Réservée
Tipo: Espumante
Castas: Chardonnay
Safra: Não safrado
País: França
Região: Vale do Loire
Produtor: Bodega Barton & Guestier
Graduação: 12,5%
Onde comprar: DLP
Preço: R$ 41,00
Temperatura de Serviço: 4-6º

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Mudanças climáticas modificam vinho francês

"Em 20 anos a Inglaterra estará produzindo Grenache do Chateauneuf-du-Pape," fala Herve Lethielleux, sócio da boutique parisiense de vinho L'Etiquette, sobre a mudança climática que está afetando o equilíbrio entre o clima, solo e outros fatores importantes para a produção de vinhos na França.
 
divulgaçao"Se você olhar para Tasmânia, era muito dificil produzir uvas 25 a 40 anos atrás, hoje é claramente muito mais adequado", diz Gregory Jones, climatologista pesquisa da Universidade Oregon, sobre a região produtora de vinho na Austrália.
 
Os produtores franceses estão sentindo os efeitos da crescente concorrência de outros países, as temperaturas mais elevadas nos últimos anos fizeram com uvas tivessem menos acidez e maior teor de açúcar. Que produz vinhos com maior álcool e mais frutado - alguns acham mais enjoativo. "À medida que você fica mais velho você não quer essas bombas de fruta extremamente alcoólicas", diz Juan Sanchez, proprietário do Le Derniere Goutte, uma loja de vinhos de Paris.
 
Na França, onde o vinho é uma parte importante da cultura social ", bombas de fruta alcoólica" também são contra-intuitivo para o paladar típico. Combinado normalmente com a comida, o vinho é geralmente destinados a acrescentar em vez de dominar. "Você quase não quer comer com esses tipos de vinhos, eles são como uma refeição em si", explica Sanchez.
 
A mudança ambiental está começando a apertar um sistema que tem sido fundamental para o vinho europeu por séculos. "A Europa é historicamente relacionada a caracteristicas regionais baseadas em variedades de vinhos e estilos particulares", diz Jones, que também é especialista no estudo da estrutura de clima e adequação para a viticultura."Aqueles que têm a capacidade de adaptação diante das mudanças climáticas vão ser muito mais capazes de se adaptar através de uma gama de futuros climáticos diferentes", acrescenta.
 
Fonte: Revista Adega