segunda-feira, 29 de maio de 2017

Melhor vinho tinto de lote do mundo é português

A influente revista britânica Decanter classificou um vinho alentejano como o melhor tinto de lote do mundo. A concurso estavam mais de 17 mil vinhos.

O produtor do vinho é o alentejano Tiago Cabaço, cujas vinhas estão plantadas desde 2004, em Estremoz, uma das artérias do coração do Alentejo vinhateiro.

Esta distinção é atribuída pela primeira vez a um vinho de mesa português, que arrecadou também uma das 34 medalhas de platina, naquela que é considerada a mais importante competição do mundo.

Para ser considerado o melhor do seu setor, o BLOG, passou numa primeira prova de 17.200 referências. Posteriormente, seguiu-se uma outra prova com os vinhos medalhados com ouro, para atribuir a platina, onde o vinho do produtor alentejano foi destacado como o melhor do concurso.

O Blog by TIAGO CABAÇO bivarietal "13, é um vinho produzido à base das castas Alicante Bouschet e Syrah, duas das mais emblemáticas do Alentejo.

Este vinho ganha assim o estatuto de topo de gama do produtor de Estremoz, com pouco mais de 9 mil garrafas produzidas.

Entre outros prêmios, os vinhos de Tiago Cabaço já conquistaram a talha de ouro para o melhor vinho tinto do Alentejo, o prêmio de excelência da Revista de Vinhos e o terceiro lugar (melhor do Alentejo) no Top 10 da Revista Wine, onde a consultadoria da enóloga Susana Esteban tem sido preponderante.

Fonte: Jornal de Notícias.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Encontro de Vinhos chega à Recife

Recife vai receber, pela primeira vez, um dos principais eventos de vinhos do Brasil. Trata-se do Encontro de Vinhos, um road show que, desde 2009, já percorreu cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Belo Horizonte e São José dos Campos, entre outras, chegando à capital pernambucana no próximo dia 20 de maio, no hotel Courtyard by Marriott, em Boa Viagem.
 
No evento, o público poderá provar vinhos nacionais e estrangeiros de expositores vindos diretamente de São Paulo e também de distribuidoras e importadores locais. Durante a feira haverá venda de rótulos a preços promocionais, música e comidinhas num clima descontraído, mesclando diversão e aprendizado.
 
Um dos pontos altos do Encontro de Vinhos é o Top 5, onde uma série de rótulos da exposição na feira são avaliados por especialistas, que escolherão os cinco melhores entre eles. O resultado é divulgado durante o evento, dando a oportunidade de os visitantes poderem prová-los e tirarem suas próprias conclusões.
 
Entre alguns expositores já confirmados estão:
  • World Wine
  • Jobtotal Importadora
  • Casa Perini
  • Familia Cassone
  • Eno Cultura
  • Importadora Trinacria
  • La Pastina
  • P&F Wineries
  • Licínio Dias Importação
  • Grupo RM | LVMH
  • Campo da Serra Queijos Especiais
Novas marcas ainda deverão se juntar ao evento, proporcionando uma degustação de pelo menos 200 rótulos de diferentes nacionalidades. O evento é voltado tanto para apreciadores da bebida, quanto profissionais do ramo.
 
Os ingressos para o evento custam R$ 60 e já estão à venda no site: www.encontrodevinhos.com.br. Entradas limitadas.
 
SERVIÇO:
Encontro de Vinhos Recife 2017

Quando: 20 de maio de 2017 (sábado)
Horário: 14h às 22h
Onde: Hotel Courtyard by Marriott [Av. Eng. Domingos Ferreira, 4661 - Boa Viagem]
Ingressos: R$ 60, à venda no site www.encontrodevinhos.com.br/

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2015 #cbe

Dia do trabalhador é dia de colocar as pernas para o ar, de curtir em família e também de por em dia os vinhos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. - CBE. Essa foi a sugestão da Fabiana Gonçalves.

Fui consultar meus arquivos e vi que tenho uma dúvida menor que pensava é maior que gostaria. Estou com três publicações em atraso e hoje diminuo minha dívida com o tema de agosto de 2016, que foi: "Espumante Brut Rosé do Novo Mundo, elaborado pelo método tradicional, sem faixa de preço", proposto pelo Marcelo Galvão do blog Agenda de Vinhos.

Minha escolha foi o Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé, produzido pelo método tradicional na Serra Gaúcha pela gigante e que dispensa apresentações: Miolo.

Na taça apresentou cor rosá clara, límpida, com boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.

No nariz mostrou boa intensidade de aromas, marcados pela fruta vermelha (morango e cereja) seguido de notas florais e de levedura e pão tostado.

Em boca um espumante leve e refrescante, com acidez de média intensidade e boa cremosidade. Repetiu as notas olfativas com destaque para as frutas. Final de boca de média persistência e agradável frescor.

O Rótulo 

Vinho: Miolo Cuvée Tradition Brut
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Chardonnay e Pinot Noir
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo 
Graduação: 12%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 8°

quarta-feira, 1 de março de 2017

Paulo Laureano Vinhas Velhas Premium tinto 2013 #cbe

O primeiro post do mês é reservado ao vinho degustado para a primeira e única confraria virtual do Brasil. A ocasião é sempre especial e este mês um pouco mais, pois o tema foi de minha responsabilidade.
 
Há 5 anos (desde janeiro de 2012) faço parte desta distinta confraria, relembre meu primeiro vinho aqui, e há 4 anos (fevereiro de 2013) foi me dada a honra de sugerir o tema pela primeira vez, relembre.
 
Baseado nos fatos acima foi que escolhi o tema: "Vinho tinto alentejano com 3 ou mais castas". Explico: o primeiro vinho que degustei para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE foi o Paulo Laureano Reserve Branco 2010, um vinho produzido na DOC do Alentejo, pelo produtor que dá nome ao vinho  e que possui como característica usar apenas castas nativas portuguesas em seus rótulos, os quais são, em grande parte, vinhos de lote (coorte ou assemblage).
 
Para celebrar os 5 anos de CBE resolvi abrir um vinho do mesmo produtor que degustei lá no início e pra completar da safra de 2013, ano que sugeri pela primeira vez o tema.
 
O vinho escolhido foi o Paulo Laureano Vinhas Velhas tinto 2013, um exemplar produzido a partir das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet, advindas do velho vinhedo Julieta, na Vidigueira.
 
Paulo Laureano é um dos mais conceituados enólogos portugueses e uma referência dos vinhos no Alentejo. Para ele desenhar vinhos é uma paixão, desvendar os seus aromas e sabores, avaliar e optimizar as razões da sua identidade e personalidade, promovendo-os como verdadeiras fontes de prazer, são os pontos-chave da sua filosofia.
 
Vamos ao vinho!
 
Na taça apresentou cor rubi de média intensidade, com reflexo violáceos, límpida e brilhante. Presença de lágrimas abundantes finas e lentas.
 
No nariz aromas intensos marcados pela presença de fruta madura, chocolate amargo, folhas secas, defumado e madeira.
 
Em boca um vinho de corpo médio com taninos macios e acidez já se esvaindo, álcool a 14%, mas sem sobressair. Repetiu as notas olfativas e apresentou um final de boca elegante e de boa persistência.
 
O vinho mostrou, como sempre uma boa experiência, mantendo o produto entre os meus prediletos.
 
Degustamos o vinho sem nenhuma pressa, apreciando cada gole, acompanhado de uma picanha.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Paulo Laureano Vinhas Velhas Premium
Tipo: Tinto Assemblage
Castas: Aragonez 40%, Trincadeira 40% e Alicante 20%
Safra: 2013
País: Portugal
Região: Vidigueira, Alentejo
Produtor: Paulo Laureano Vinus
Graduação: 14%
Onde comprar: RM Express
Preço Médio: R$ 100,00
Temperatura de serviço: 18º
Pontuações: 93 pts Revista Adega
Degustado em: 28.02.2017

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Três drinks refrescantes para aplacar o calor #cbe

Aproveitei o período de carnaval para descansar e fazer uns drinks com espumante e vinho, tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs – CBE, sugerido pelo Alexandre Frias do blog Diário de Baco.
 
A princípio, eu e Fernanda, havíamos pensado em fazer o Clericot, mas depois surgiram outras ideias e também a publicação do referido drink pelo Alexandre Frias, então para não ficar repetitivo partimos para outras opções.
 
O tema é bem oportuno, pois o calor não tem dado trégua e nada melhor que drinks refrescantes para esfriar o maçarico.
 
Preparamos três drinks relativamente simples: uma versão do italiano Belline, onde substituímos o prosecco por um espumante brut; um drink com espumante e frutas vermelhas; e um drink com vinho licoroso e café.
 
Vamos aos drinks!
 
Drink “Belline”
 
 
- Uma parte de suco de pêssego
- Duas partes de espumante (Casa Perini Natural Brut)
 
Drink de Frutas Vermelhas
 
 
- Uma colher de sopa de suco de frutas vermelhas (morango, mirtilo e amora)
- Frutas vermelhas inteiras (morango, mirtilo e amora)
- Espumante (Casa Perini Natural Brut)
 
Drink Vinhos de Minha Vida
 
 
- Uma xícara pequena de café (Nespresso Vanillo)
- Um cálice de vinho licoroso (Salton Intenso Licoroso)
- Uma colher de sopa de chocolate ao leite derretido
- Uma colher de sopa de leite condensado
- Três pedras de gelo
 
Gostamos do tema e faremos novos testes! Até o próximo tema!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Setor vitivinícola apresenta recuo de 18% nas vendas em 2016

Vinho fino sentiu menos o impacto da crise e teve ligeira retração, de apenas 2,8%. Para contrabalançar, no ano passado, valor de exportações registrou alta de 45%
 
O desempenho comercial do setor vitivinícola em 2016 recuou 18% frente ao ano anterior, totalizando a venda de 343,7 milhões de litros em vinhos, sucos, espumantes, vinagres, destilados e outros derivados da uva. Os segmentos que apresentaram maior retração nas vendas foram o de vinho de mesa, com venda de 165,9 milhões de litros, e o de suco de uva natural, com 94,1 milhões de litros, ambos com queda de 20%. O vinho fino, entretanto, apresentou uma redução menos expressiva, de apenas 2,8%, mantendo as vendas em 19,2 milhões de litros.
 
“Já esperávamos que, com uma produção de vinhos menor, a venda seria também menor. Mas esse recuo foi agravado pela crise econômica, aumento dos impostos, do desemprego e da queda no poder aquisitivo das pessoas” analisa o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, referindo-se à quebra de 57% registrada na safra de uva do ano passado, que diminuiu a disponibilidade dos produtos.
 
Contrabalançando o desempenho no mercado doméstico, o setor comemora a retomada nas vendas para o Exterior. O resultado mostra a crescente aceitação internacional dos vinhos brasileiros, principalmente em mercados considerados bastante competitivos, como Estados Unidos, Europa e Ásia. As exportações registraram alta no valor de 45%, totalizando US$ 5,9 milhões, e no volume, de 43%, com 2,2 milhões de litros, assim como no preço médio do litro exportado, que passou de US$ 2,57 para US$ 2,61. As vendas para o mercado externo são fomentadas por ações de promoção internacional desenvolvidas pelo projeto Wines of Brasil, realizado em parceria pelo Ibravin e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
 
Para o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá, no mercado interno, 2017 será um ano de cautela e de bastante empenho por parte dos vinicultores para tentar recuperar os patamares de comercialização registrados em 2015. “Até o momento, a safra tem se apresentado muito positiva em sanidade, volumes e em qualidade. Assim, conseguiremos equalizar estoques e teremos bons produtos para apresentar ao mercado”, observa o dirigente. “A perspectiva econômica para esse ano não é tão favorável, por isso insistiremos nos pedidos de redução da carga tributária, que nos tira a competividade e pesa significativamente na composição de custos, e nos incentivos para melhoria de produção”, complementa.
 
Oscar Ló, vice-presidente do Ibravin, acredita que, com a equalização da oferta, produtos que são carros-chefes para o setor, como o suco de uva 100% e os espumantes, devem recuperar espaço. “Tivemos um recuo muito pequeno nos vinhos finos, sinal de que o consumidor de vinho brasileiro se manteve fiel ao que costuma comprar. E o suco e o espumante, devem voltar à normalidade pois vinham crescendo a índices muito positivos antes da quebra de safra”, enfatiza.
 
Quanto às exportações, será dada continuidade às ações do projeto Wines of Brasil, com reforço nos países considerados mercados-alvo (Estados Unidos, Reino Unido e China). A expectativa é de abertura de novos distribuidores e de iniciativas promocionais diretas em pontos de venda e em eventos voltados para o consumidor nessas praças ajudem a incrementar os resultados obtidos em

Bollinger reeleita “Marca de Champagne Mais Admirada”

A Bollinger acaba de ser reconhecida como a marca de Champagne mais admirada em todo o mundo. A distinção foi atribuída pela Drinks International, uma revista britânica especializada no setor de bebidas que, anualmente, revela o ranking de “Most Admired Champagne Brands”. Em quatro edições, a Bollinger venceu três – 2014, 2015 e 2017.
 
Para esta competição, a Drinks International contou com um painel de júri composto por dezenas de retalhistas, compradores internacionais, imprensa especializada e sommeliers. Cada um foi desafiado a eleger o seu TOP 5 entre 50 produtores e casas de Champagne, seguindo uma criteriosa lista de regras, entre as quais a qualidade e consistência do vinho ao longo dos anos, a reputação da marca, a relação qualidade preço, a imagem ou a forma como é comercializado.
 
A Bollinger, marca de Champagne preferida de James Bond, voltou a conquistar o primeiro lugar na tabela, reforçando o seu posicionamento no mercado. Giles Fallowfield, considerado o “Guru do Champagne” no Reino Unido e porta-voz da competição, afirma que a Bollinger “é a demonstração da excelência consistente ao longo de dois séculos, algo que poucas, ou nenhumas, casas conseguem igualar.”
 
Fundada em 1829, a Bollinger é hoje uma lenda viva da região de Champagne. Os seus vinhos, amplamente apreciados em todo o mundo, são pensados ao detalhe com o objetivo de atingir a perfeição. Envelhecem o dobro do tempo do exigido por lei acreditando que grandes vinhos requerem tempo. O resultado são vinhos simultaneamente complexos e elegantes, com grande potencial de longevidade.