terça-feira, 10 de maio de 2016

Vendas de vinho do Porto no Brasil caem para metade

As exportações portuguesas de vinho do Porto para o Brasil sofreram no primeiro trimestre deste ano uma forte queda, recuando 51,5% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o IVDP - Instituto dos Vinhos do Douro e Porto.
 
 
De janeiro a março os vinhos do Porto faturaram apenas 461 mil euros no Brasil, menos de metade do valor de vendas do primeiro trimestre de 2015. A queda deixou o Brasil na 13ª posição entre os maiores mercados mundiais de vinho do Porto.
 
O Brasil, que já chegou a estar entre os dez maiores compradores do mundo de vinho do Porto, representa em 2016 apenas 0,7% das vendas mundiais deste produto vinícola.
 
Os dados do IVDP mostram que no total as vendas globais de vinho do Porto de janeiro a março ascenderam a 68,1 milhões de euros, mais 1,1% do que em igual período do ano passado.
 
Apesar de uma queda de 2,7% da procura, França continuou a ser o maior mercado para os produtores de vinho do Porto. Em segundo lugar, e com um crescimento de quase 22%, surge Portugal. O terceiro maior mercado é a Holanda, que no primeiro trimestre teve um crescimento das vendas de vinho do Porto de 8,7%.
 
Bélgica, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Dinamarca e Suíça completam o lote dos dez maiores mercados mundiais do vinho do Porto. Também à frente do Brasil no consumo de vinho do Porto estão Espanha e Itália, segundo o IVDP.
 
Entre os 25 maiores mercados de venda de vinho do Porto o Brasil foi o que registou a maior queda durante o primeiro trimestre. A maior subida, de 92%, foi registada pelo México, apesar de este país ser apenas o 24º destino do tradicional produto luso.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Megadegustação reúne 90 vinhos da Itália em São Paulo

Para quem ficou intrigado com a declaração do primeiro-ministro italiano de que a Itália hoje produz vinhos melhores que a França, a World Wine oferece a chance de tirar a prova, num evento com 90 vinhos italianos neste sábado (7).
 
 
World Wine Experience Itália, na Casa da Fazenda, vai reunir 21 marcas de diversas regiões italianas. Dez produtores estarão presentes. Entre os mais célebres estão Castello Banfi, Poggiotondo, Zenato, Gianni Gagliardo, Bruno Rocca e Bellavista.
 
Na terça e na quarta da semana que vem, os produtores participam de prova na loja da importadora e de jantares em diversos restaurantes.
 
SERVIÇO
 
Encontro World Wine Experience – Itália
Quando: sábado, 7 de maio, das 12h às 20h
Onde: Casa da Fazenda (Avenida Morumbi, 5.594)
Ingressos: R$ 40 (meia), R$ 80 compra antecipada, R$ 90 no dia. Por mais R$ 100, é possível provar até cinco vinhos ícones de até R$ 1.000. Vendas no site www.encontrodevinhos.com.br.

One&Only promove aventura gastronômica ao redor do mundo

 
One&Only Resorts anunciou uma verdadeira aventura gastronômica pelos seus resorts, o The Ultimate Global Culinary Adventure, série gourmet que reúne alguns dos maiores chefs e produtores de vinho do mundo para uma experiência de luxo inesquecível.
 
Até dezembro de 2016, aclamados chefs – incluindo Nobu, JeanGeorges Vongerichten, Enrico Crippa, Neil Perry, Julien Asséo, Yannick Alléno e Daniel Redondo – levarão suas equipes para as propriedades One&Only Resorts em Dubai, Ilhas Maurício, Maldivas, Austrália, Los Cabos (México), Cape Town (África do Sul) e Bahamas, para uma série de aventuras gastronômicas.
 
Grandes produtores de vinhos também se unem durante o festival para proporcionar uma das mais ricas experiências da enologia, com harmonizações de raros rótulos e aulas que demonstram como o cultivo influencia na qualidade da safra e, consequentemente, no produto final. Hóspedes terão a oportunidade única de conhecer o mundo das mais desejadas vinícolas como Châteaux Margaux, Louis Roederer Cristal, Opus One, Penfolds Grange e Billecart Salmon, experiências de valor inestimável e raro significado, para guardar na memória.
 
A aventura começa em agosto, em Cape Town, na Árica do Sul, com a participação especial do chef  Daniel Redondo, dono do Restaurante Maní, em São Paulo, número 42 na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo. Daniel nasceu em Girona, Espanha, trabalhou por 13 anos no El Celler de Can Roca e, em 1998, veio para o Brasil onde criou o Maní, em 2006.  Em outubro é a vez do jovem casal de chefs Scott Huggins e Emma McCaskill, do Maggil Estate Restaurant, localizado no Sul da Austrália, apresentarem no One&Only Hayman Island sua inovadora cozinha, harmonizada com vinhos da vinícola Penfolds Grange.
 
No dia 25 de outubro o aclamado chef Yannick Alléno estará no One&Only The Palm, em Dubai, para preparar um jantar que certamente ficará na memória, regado a vinhos Bordeaux da incomparável adega Châteaux Margaux. Também em outubro, o chef Inglês James Lowe, do Lyle’s London Restaurant, trará sua cozinha de assinatura ao One&Only Le Saint Géran, nas Ilhas Maurício.
 
Em 10 de Novembro, o recém renovado One&Only Ocean Club, nas Bahamas, dará as boas vindas ao chef celebridade Jean-George Vongerichten para um jantar com vinhos Opus One, da Califórnia. No dia seguinte, o One&Only Palmilla em Los Cabos, México, recebe o chef Julien Asseo, do icônico Guy Savoy Restaurant de Paris, para um inesquecível menu combinado com vinhos da vinícola Mexicana Villa Franes.
 
De 12 a 14 de Novembro é a vez do chef Australiano Neil Perry mostrar seu talento, em conjunto com a vinícola Bass Phillip, no Emirates One&Only Wolgan Valley, na região de Blue Mountain, Austrália. O Festival terá encerramento em grande estilo, em Cape Town, na África do Sul, com a participação do premiado chef Nobuyuki Matsuhisa, conhecido simplesmente por Nobu, com uma experiência gastronômica harmonizada com os melhores vinhos da África do Sul, da vinícola Meerlust Wines.

Prefeitura gaúcha faz licitação pra comprar 32 mil garrafas de vinho importado

A cidade São Francisco de Assis, no Rio Grande do Sul, autointitulada “Berço da Literatura Rio-Grandense”, tem cerca de 20 mil habitantes. Daí o espanto com a reportagem do jornal Zero Hora, que identificou uma licitação da prefeitura para a aquisição de gêneros alimentícios com um item curioso: 32 mil garrafas de vinho espumante. E nem aproveitaram os grandes vinhos gaúchos, famosos internacionalmente pela qualidade. As garrafas licitadas são de vinhos espanhóis. Daria para cada cidadão ganhar uma e ainda sobrariam 12 mil.
 
A descrição dos vinhos é bem específica no edital: precisa ser “carta nevada, uva Macabeo, Zarello e Parellada, com envelhecimento de 12 meses em barricas de carvalho, teor alcoólico de 12%, 750 ml, tipo cava, com origem espanhola”. E tem outro. “cava-seleccion ou cordon rodado, com uvas Trepat e Garnacha, tipo brut, com origem espanhola”. O gasto máximo para compra é de R$ 1,5 milhão, o que seria no mínimo 10% do orçamento anual do município, que varia entre 10 e 15 milhões.

Vinho tinto combate bactérias que desencadeiam cáries

De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, o vinho tinto possui elementos antimicrobianos que combatem as bactérias causadoras de cáries, gengivite e, até mesmo, a perda dos dentes.
 
Essas bactérias formam biofilmes bucais, que evoluem para placas bacterianas, produzindo ácidos difíceis de serem removidos. As cáries são extremamente comuns, porém, podem comprometer toda a estrutura dental, tornando essencial a realização de um tratamento endodôntico para recuperar sua estrutura e evitar a perda total do dente.
 
Para realizar o experimento, cientistas suíços e espanhóis cultivaram bactérias parecidas com as existentes na boca e fizeram com que esses biofilmes entrassem em contato com diferentes líquidos como vinho tinto, vinho tinto sem álcool, vinho tinto enriquecido com extrato de semente de uva, água e etanol 12%.
 
A conclusão foi a de que os três tipos de vinhos tinto são eficazes no combate ao desenvolvimento dessas bactérias. O extrato da semente de uva também apresentou o mesmo efeito que os vinhos. Os pesquisadores sugerem que seria possível incorporar a bebida em produtos de higiene bucal, como as próprias pastas de dentes.
 
Em contrapartida, é importante lembrar que o vinho tinto também é conhecido por manchar os dentes e é necessário cuidado ao consumir a bebida. Algumas medidas simples como beber água com gás e comer alimentos ricos em fibras contribuem para soltar o vinho dos dentes antes que se tornem manchas permanentes.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Quebra de 57% na safra da uva é a maior já registrada no Rio Grande do Sul

A safra da uva no Rio Grande do Sul sofreu este ano a maior quebra já registrada no estado: uma redução de 57% em relação à colheita do ano passado. Segundo dados preliminares do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), foram colhidos em 2016 apenas 302,2 milhões de quilos de uva em território gaúcho. Em 2015, a safra alcançou 702,9 milhões de quilos.
 
 
A principal causa da quebra histórica foi uma sucessão de fatores climáticos que prejudicaram o desenvolvimento das uvas ao longo do ano, como geadas e excesso de chuvas. Como consequência do prejuízo, o preço de produtos derivados da uva, como vinhos e sucos, deverá sofrer acréscimo.
 
Já os viticultores estão preocupados com o fato de a quebra ter ocorrido justamente em um ano em que o custo da produção foi maior, devido ao aumento dos preços dos insumos e dos impostos no estado. Com a colheita de menos da metade do esperado em volume de frutos, muitos deles terão dificuldades para investir na próxima safra.
 
“Está sendo difícil compensar o prejuízo. Se os produtores repassarem todo o custo de produção para o preço do produto, não conseguem vender nada. Eles vão ter que assumir alguns desses custos”, disse Dirceu Scottá, presidente do Ibravin.
 
A necessidade de aumentar o preço final dos produtos da uva é encarada com preocupação pelos produtores. “Considerando o aumento dos impostos e a situação econômica do país, estamos estimando uma queda de pelo menos 10% no consumo este ano”, afirmou Itacir Pozza, presidente da Vinícola Aurora. A cooperativa, composta por 1.100 famílias de viticultores, teve um prejuízo menor do que a média estadual: recebeu 51,3% do volume correspondente à safra de 2015 — um total de 33,6 milhões de quilos de uva.
 
O Rio Grande do Sul é o maior produtor de uva do Brasil. O estado responde por cerca de 90% de toda a produção nacional, conforme os números do Ibravin. Em terras gaúchas, existem em torno de 15 mil propriedades vitícolas que abrangem área total de 40 mil hectares. A maior parte delas está localizada na Serra, no nordeste do estado, e na região da Campanha, na metade sul do território gaúcho.
 
Quebra histórica
 
Os viticultores mais antigos da Serra gaúcha afirmam que não se lembram de um resultado tão baixo quanto o de 2016. Remy Valduga, 75 anos, trabalha nas terras herdadas do pai, no Vale dos Vinhedos — região localizada entre os municípios de Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul e Garibaldi. Segundo ele, a quebra da última colheita é histórica.
 
“Houve algumas quebras no passado que foram esporádicas, regionais. Eu nunca havia visto uma tão abrangente quanto a deste ano, que atingiu toda a população dos produtores de uva”, afirmou o viticultor. Ele contou que perdeu 70% da safra em sua propriedade, de um hectare e meio: “Eu esperava produzir entre 60 mil e 70 mil quilos, mas só consegui colher cerca de 22 mil quilos”.
 
Nos arquivos do Ibravin não existem registros de um resultado tão ruim quanto o da safra 2016, no Rio Grande do Sul. “Em conversas com os mais velhos, nós chegamos à conclusão de que essa é a maior quebra em mais de 50 anos”, afirmou o presidente do instituto, Dirceu Scottá.
 
O presidente da Aurora, Itacir Pozza, lembrou que uma safra em 1982 também foi prejudicada pela geada. “Mas, depois, não teve tanta chuva e granizo quanto no ano passado. Uma quebra como essa que estamos enfrentando, creio que seja a primeira vez”, disse Pozza.
 
Pouco volume, qualidade superior
 
Apesar do volume da colheita ter sido decepcionante para os produtores, a qualidade da uva da safra 2016 empolgou os apreciadores de vinho. “Eu comentei com outros enólogos [especialistas na produção de vinhos] que achei uma pena essa safra ter sido tão pequena, porque ela foi excepcional”, destacou Scottá. Ele afirmou, no entanto, que foi justamente a redução da quantidade de frutos nas videiras que elevou a qualidade da uva.
 
Itacir Pozza comentou como funciona a relação entre quantidade e qualidade na viticultura: “Quando há menos uvas na videira, ela consegue concentrar mais energia em cada fruto. Isso é próprio da planta”.
 
A baixa produção na safra 2016 também é vista pelos produtores como uma esperança para a próxima colheita. “A planta conseguiu descansar melhor este ano. Ela guardou mais energia e se prepara para uma safra maior no ano que vem”, estimou Pozza.
 
Scottá lembrou, no entanto, que existem parreirais onde as videiras foram danificadas pela geada e pelos granizos: “Isso deve afetar os próximos dois anos de produção. Também temos que considerar que nem todos os viticultores estarão capitalizados o suficiente para investir em uma safra cheia para 2017”.
 
Produção aliada ao turismo
 
 
O produtor Remy Valduga, que perdeu 70% da colheita em seu parreiral, garantiu que está preparado para superar o prejuízo da safra. Além das uvas, ele disse que tem outras fontes de renda: além de escritor com vários livros publicados, está investindo no ramo de turismo. Valduga, de 75 anos, recebe viajantes em sua propriedade durante todo o ano.
 
“O turista chega aqui e não está preocupado se a safra foi boa. Ele vem atraído por um idioma diferente, por um cenário diferente, por uma cultura diferente e por um cardápio diferente. A vitivinicultura é o grande cartão de visitas da Serra gaúcha”, ressaltou.
 
A oportunidade de investir no turismo também atraiu o produtor Raimundo Zucchi. Ele tem um terreno na Linha Eulália, zona rural de Bento Gonçalves, onde planta sete variedades de uva. Há dois anos e meio, ele transformou a propriedade em um sítio de lazer para receber visitantes. A nova infraestrutura inclui churrasqueiras, lagos para pescarias e uma cabana para a venda de souvenirs e produtos coloniais.
 
“É preciso se aperfeiçoar para começar. Quem diz que vai fazer turismo em seis meses, um ano, não entende nada do assunto”, afirmou o viticultor, de 55 anos. Ele lembrou que fez um curso de quatro anos para garantir a administração do negócio. Zuchi pretende transformar o turismo na principal economia da propriedade.
 
“No momento, a uva ainda é a principal fonte de renda, mas eu espero que isso mude com o tempo. Com a quebra da última safra, o dinheiro que entrou não vai dar nem para pagar as despesas. Vou precisar de pelo menos dois anos para recuperar o prejuízo”, revelou.
 
Dirceu Scottá afirmou ainda que vê no turismo uma excelente saída para diversificar a economia dos viticultores. Para ele, a alta do dólar vai recompensar, em 2016, aqueles que investiram no setor porque, na sua opinião, as pessoas tendem a viajar mais dentro do próprio país.
 
“Mesmo no verão, tivemos um grande movimento de turistas aqui na Serra. A expectativa de o inverno começar mais cedo também anima esse setor econômico. Os produtores que estão investindo no turismo rural certamente estão conseguindo reverter melhor a quebra da safra da uva”.
 
Cronologia
 
Em 2015, o inverno — que vai de junho a setembro — foi brando no Sul do País. Com o frio reduzido, as videiras não “repousaram” nessa estação do ano. O calor chegou em agosto, mais cedo do que de costume, e os brotos começaram a nascer antes da época.
 
Em setembro, mês de entrada da primavera, um frio repentino causou a formação de geadas no Rio Grande do Sul. Os gaúchos costumam dizer que esse fenômeno “queima” as plantas. As geadas danificaram boa parte dos brotos prematuros das videiras.
 
Nos meses seguintes, outubro e novembro, o estado foi castigado por grande volume de chuvas  — que causou enchentes em rios e alagamentos em várias cidades. Nas plantações de uva, a precipitação de água prejudicou a floração dos poucos brotos restantes das videiras. A ação dos agentes polinizadores, como as abelhas, também foi reduzida com as chuvas. O excesso de umidade propiciou o desenvolvimento de fungos e doenças nos parreirais.
 
Em dezembro de 2015 e em janeiro de 2016, várias plantações foram atingidas por chuvas de granizo. As pedras de gelo danificaram ainda mais as videiras e também os cachos de uva que já estavam em fase de maturação.
 
UVAS PROCESSADAS NO RS*

Ano        Milhões de kg
2016            302,2
2015            702,9
2014            606,1
2013            611,3
2012            696,9
2011            709,6
2010            526,8

Fonte: Agência Brasil

domingo, 1 de maio de 2016

Casal Garcia Vinho Verde Rosé 2014 #cbe

Antes que os sinos badalem meia noite chego com minha sugestão de vinho para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE, cujo tema foi: "Vinho rosé, de qualquer país, uva ou faixa de preço... mas, acompanhado de uma sugestão de harmonização (de preferência com foto), para mostrar a versatilidade desses vinhos", sugerido pela Alessandra Esteves.
 
Minha ideia era degustar um vinho francês ou italiano, mas terminei comprando um Português da Denominação de Origem Controlada Vinho Verde, produzido pela Avelada: o Casal Garcia Vinho Verde Rosé, que tem em seu irmão branco um dos vinhos verdes mais conhecidos e consumidos no Brasil.
 
A Aveleda é uma empresa familiar que há mais de 3 séculos se dedica à cultura do vinho. Situada na região dos vinhos verdes, seu nome refere-se às uvas Aveleda, que provêm do local. Líder no mercado de vinhos verdes e uma das 3 maiores empresas vitivinícolas do país

Na taça mostrou uma vibrante cor cereja e formação de agulhas nas paredes da taça.
 
No nariz apresentou aromas de frutas vermelhas frescas e uma ligeira e discreta nota floral.
 
Em boca um vinho de corpo leve e acidez refrescante. Final de média persistência com a presença marcante da fruta vermelha no retrogosto.
 
 
Harmonizei com tapioca de mussarela de búfala e peito de peru defumado.
 
O Rótulo
 
Vinho: Casal Garcia Vinho Verde
Tipo: Rosé
Castas: Vinhão, Azal Tinto e Borraçal
Safra: 2014
País: Portugal
Região: Vinho Verde
Produtor: Avelada
Graduação: 9,5%
Onde comprar / Importador: RM Express / ?
Preço Médio: R$ 36,00
Temperatura de serviço: 8º
Degustado em: 30.04.2016