quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Leon de Tarapacá Chardonnay 2012

Há tempos não degustava um chardonnay e pra quebrar o jejum comprei uma garrafa de 375ml do Leon de Tarapacá para bebericar enquanto Fernanda preparava uma comidinha deliciosa para harmonizarmos com um tinto.
 
O vinho é da segunda linha de produtos da Viña Tarapacá, uma das mais tradicionais do Chile e que vem produzindo vinhos desde 1874, aos pés da Cordilheira dos Andes.
 
Na taça o vinho apresentou cor amarelo claro com tons esverdeados. No nariz aromas de média intensidade, destacando-se as frutas tropicais como abacaxi e maracujá. Em boca apresentou boa acidez e belo frescor, mostrando leveza apesar de mostrar certa untuosidade em boca. Final de boca agradável e refrescante.
 
Vinho tranquilo e de bom custo x benefício! Uma boa pedida para o dia a dia!

O Rótulo

Vinho: Leon de Tarapacá
Tipo: Branco
Castas: Chardonnay
Safra: 2012
País: Chile
Região: Valle Central
Produtor: Viña Tarapacá
Graduação: 13%
Onde comprar em Recife: Casa dos Frios
Preço médio: R$ 14,00 (1/2 Garrafa)
Temperatura de serviço: 8º

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Os melhores vinhos chilenos escolhidos no Brasil por brasileiros

Foram apresentados hoje, em cerimônia de gala realizada no hotel Renaissance, em São Paulo, os melhores vinhos do Chile 2014 no 12º Annual Wine of Chile (AWoCA). Esta cerimônia foi realizada pela primeira vez fora do Chile, uma marco e um privilégio para o Brasil sediar um evento de tamanha magnitude.
 
E o que é mais legal, o corpo de jurados responsável por escolher os 15 melhores vinhos do Chile foi composto exclusivamente de sommelier e especialistas brasileiros.

 
Segue a lista dos vencedores!
 
Best in the Show - Syrah Gran Reserva 2012 – Vinã Casas del Bosque
Premium Red – Armida 2009 – De Martino
Premium White - Amélia 2013 – Concha y Toro
Other Reds – Tama Vineyard Selection Carignan 2013 – Viña Anakena
Other Withes - Single Vineyard Neblina Riesling 2011 – Leyda
Blends - 5 cepas 2013 – Casa Silva
Rosé - Gallardía del Itata Cinsault 2014 – Vinã De Martino
Sparkling Wine - Brut Nature – Viña Morande
Late Harvest - Erasmo Late Harvest Torontel 2009 – Erasmo
Cabernet Sauvignon – Gran Terroir de Los Andes – Los Lingues Cabernet Sauvignon 2012 – Viña Casa Silva
Carmenére – Carmenére Reserva 2013 Pedriscal Vineyard – Viña Falernia
Pinot Noir – Pinot Noir Reserva 2013 – Viña Falernia
Syrah - Syrah Gran Reserva 2012 – Viña Casas del Bosque
Chardonnay - Tarapacá Gran Reserva Chardonnay 2013 – Viña Tarapaca
Sauvignon Blanc – Specialties Sauvignon Blanc Ocean Side 2014 – Viña Santa Carolina

Os 5 acessórios mais incríveis para vinho

5. Coravin

Lançado na luxuosa loja de departamento Harrods, o Coravin permite que usuários coloquem o vinho na taça sem remover a rolha. O produto usa uma agulha muito fina capaz de penetrar na rolha e encher a garrafa com gás argônio, que suga o vinho para fora. A tecnologia garante que o vinho possa ser consumido aos poucos durante muito tempo, sem o oxigênio entrar.
 
Preço: £269 (R$ 1074)

4. Vinnebago

O Vinnebago é uma garrafa térmica para vinhos. É capaz de manter o vinho dentro da mesma temperatura por até 25 horas, graças ao seu sistema inovador de isolamento da bebida. O produto usa uma terceira camada para isolar o vinho do ambiente externo.
 
Preço: US$30 (R$ 76)

3. Suporte para Bicicleta

Transporte seus vinhos com estilo nesse suporte para bicicleta feito de couro. É compatível com a maior parte das bicicletas.
 
Preço: US$ 34 (R$ 86)


2. Saca-rolhas de 100 mil libras

A engenhoca pesa meia tonelada e conta com mais de 300 engrenagens de bronze que realizam o trabalho de tirar a rolha da garrafa e de servir o vinho na taça. Segundo o criador, é “completamente desnecessária, mas brilhante e muito divertida”.
 
Preço: £100,000 (R$ 397,000) – Não disponível para compra

1. Adega da Porche

A adega é uma das mais extravagantes e foi feita exclusivamente para guardar Champagne Veuve Clicquot. O design do produto é inspirado na montadora de luxo Porsche. Além disso, a adega armazena as garrafas sob uma temperatura constante de 12°C. No mundo inteiro, só foram produzidas 15 unidades.
 
Preço: US$70,000 (R$ 177,000)
 
Fonte: Revista Adega e The Drink Business

Vinhas de ilha italiana são declaradas patrimônio mundial

Na ilha de Pantelleria, na Itália, as vinhas plantadas desde a época dos fenícios e que persistem até hoje foram declaradas patrimônios da humanidade pela UNESCO. A técnica usada na plantação foi criada pela civilização fenícia, que se estabeleceu na ilha há mais de 2.500 anos. Para o cultivo das uvas na ilha são usados métodos de terraceamento, que compensam a configuração irregular do terreno no local.
 
A técnica é usada para produzir o Passito di Pantelleria, um vinho doce feito na ilha a partir de uvas chamadas de Zibibbo. Jose Gallo, proprietária da Donnafugata, a vinícola da ilha, comentou a decisão da UNESCO: “Nós estamos trabalhando há muito tempo para atingir esse resultado. O fato de a nossa plantação ter se tornado patrimônio da UNESCO vai ajudar ainda mais na preservação do meio ambiente e da paisagem do local”.
 
A vinícola cultiva cerca de 68 hectares de vinhas no local. Além disso, as uvas são colocadas para secar por 20 dias ao ar livre, e o processo de fermentação pode demorar de 30 a 40 dias para terminar. A ilha de Pantelleria está localizada a 85 km ao sul da costa italiana.
 
Fonte: Revista Adega

Que tal uma garrafa Nabucodonosor do espumante mais caro do mundo para brindar no ano novo?

A vinícola Chapel Down lançou o Blanc de Blancs, o espumante mais caro já colocado à venda no mercado. A bebida está sendo vendida pelo alarmante preço de cinco mil libras, cerca de 20160 reais. O Blanc de Blancs está em formato Nabucodonosor, o que equivale à uma garrafa de 15 litros. Além disso, é maturado por cerca de quatro anos e meio.
 
O espumante, que está sendo vendido no St Pancras Renaissance Hotel, é feito 100% de uvas Chardonnay plantadas nas regiões inglesas de Kent e Sussex. No primeiro mês, as vendas do espumante da Chapel Down ultrapassaram em 34% as vendas dos outros espumantes que o hotel vende.
 
O gerente geral do hotel comentou o sucesso da bebida: “Considerando os ótimos índices de vendas do espumante da Chapel Down no hotel, é evidente que os nossos hóspedes querem que a nossa parceria com a vinícola continue ainda por muitos anos”. 

Fonte: Revista Adega

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Douro produziu 246 mil pipas de vinho este ano

 
O IVDP fez hoje, em comunicado, um balanço da vindima 2014, quer a nível da produção quer do trabalho de fiscalização que se intensificou nos meses de setembro e outubro.
 
De acordo com o instituto público, apesar das condições climáticas deste ano não terem favorecido a produção de vinho na Região Demarcada do Douro, afetando a produção com desavinho, míldio e oídio, a "quantidade final de produção foi mais elevada do que o expectável".
 
Nesta vindima foram produzidas 246.302 pipas de 550 litros, menos 11% do que em 2013 (275.717 total de pipas de 550 litros). De vinho do Porto foram produzidas 129.912 pipas de 550 litros e de vinho do Douro 79.940, sendo a restante produção de moscatel e regional duriense.
 
"Tendo em conta as condições verificadas, a região está genericamente satisfeita com a colheita de 2014. É importante sublinhar que a quantidade produzida garante a cobertura das necessidades da distribuição dos vinhos da Região do Douro para o próximo ano", afirmou o presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral.
 
A região espera "uma excelente qualidade para os vinhos produzidos com as uvas colhidas antes da precipitação", que caiu em setembro. Durante a época de vindima, uma equipe de 10 fiscais do instituto intensificou a fiscalização, desde o corte das uvas, ao transporte e entrada nos centros de vinificação para garantir a genuinidade dos vinhos da região.
 
De acordo com o balanço do organismo público, este ano foram fiscalizados 412 centros de vinificação, enquanto no ano passado foram 236. Em 2012 foram registados nove autos, em 2013 sete e este ano foram levantados quatro autos. Em 2014, as equipas de fiscalização percorreram cerca de 30 mil quilómetros na Região Demarcada do Douro e periferia, numa média de 220 quilómetros por dia por cada viatura.
 
A missão fundamental do IVDP, com sede no Peso da Régua, distrito de Vila Real, é promover os vinhos do Porto e do Douro em Portugal e no mundo e garantir o controlo da qualidade e quantidade destes produtos.
 
Fonte: Notícias ao Minuto

Ruffino Chianti DOCG 2012, meu 35° vinho para a #cbe

E como  de costume o primeiro dia do último mês do ano não poderia começar de outra forma senão com o vinho degustado para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE. A sugestão do tema do mês veio do Jorge Alonso, do blog Contando Vinhos: "Um Chianti, valendo Classico, Riserva e qualquer sub região e sem limite de preço".
 
Para que não conhece o Chianti é um vinho tinto italiano, produzido na Região da Toscana e tendo como casta principal a Sangiovese. O Chianti de hoje é um vinho reconhecido com o status de DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida) e tem regulamentos mais rígidos para sua produção que no passado.

O grande problema é que somente a palavra Chianti diz pouca coisa sobre o vinho. Ela identifica que é tinto, seco, produzido na Itália, na região da Toscana, em algum lugar de uma vasta área, que se estende de Pisa até Arezzo e Siena.
 
Para melhor compreender a tipologia do Chianti, é necessário prestar atenção ao nome completo do vinho. Ele pode ser simplesmente Chianti ou: Chianti Colli Aretini, Chianti Colli Fiorentini, Chianti Colli Senesi, Chianti Colline Pisane, Chianti Montalbano, Chianti Rufina, Chianti Montispertoli e Chianti Classico. E cada um desses vinhos tem características distintas.

Além disso, o Chianti pode ser “Riserva”, indicando que passou por um período de envelhecimento de no mínimo de 2 anos, antes de ser comercializado, e “Superiore”, com uma graduação alcoólica maior que a versão normal.

O vinho que escolhi foi o Ruffino Chianti, um dos mais antigos e tradicionais rótulos deste tipo. Trata-se do primeiro vinho produzido pela vinícola de mesmo nome, com tradição de mais de um século e que, até hoje ocupa um lugar especial no coração da Vinícola.
 
Para se ter uma pequena ideia de qual tradicional é este vinho ele foi o único Chianti exportado antes da Primeira Guerra Mundial e durante a Lei Seca nos EUA, garrafas deste rótulo eram vendidas em farmácias como remédio anti estresse.
 
E seguindo a tradição do vinho, para a harmonização, Fernanda nos preparou algumas pizzas caseiras, desde a tradicional massa italiana até o delicioso molho de tomates... Não precisa nem dizer que as pizzas ficaram maravilhosas e que, ainda mais perfeitas com o Chianti.
 
Visualmente o vinho apresentou uma cor rubi clara e brilhante com boa transparência e lágrimas finas e lentas. No nariz aromas ricos em fruta vermelha e negra frescas, seguido de aromas florais, pimenta e tabaco. Em boca um vinho de corpo médio, com taninos maduros, boa acidez e repetição das notas olfativas. Final de boca de boa intensidade com a fruta, a pimenta e o tabaco aparecendo no retrogosto.
 
O Rótulo

Vinho: Ruffino Chianti
Tipo: Tinto
Castas: Sangiovese, Canaiolo e Colorino
Safra: 2012
País: Itália
Região: Toscana
Produtor: Ruffino
Graduação: 13%
Onde comprar em Recife: RM Express
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 16º